Despertar dos mercados
Por Carla Maia Santos, Senior Broker
Por David Silva, Senior Broker & Affiliate Manager
A sessão asiática de hoje a ficar marcada pelo maior apetite pelo risco por parte dos investidores, com estes a mostrarem maior confiança devido aos rumores de uma possível reconciliação entre os Estados Unidos e a China, com a marcação de uma reunião entre representantes dos dois países e depois de o dia de ontem ter sido algo positivo para a Turquia, uma vez que o Qatar se dispôs a ajudar com cerca de 15 mil milhões de dólares. A madrugada ficou também marcada pela publicação dos dados negativos do emprego na austrália e da balança comercial no japão.
Na Austrália vimos 3.900 habitantes perderem os seus postos de trabalho no mês de julho, enquanto era apontado pelos analistas a criação de 15.000 novos empregos, depois da grande subida de 58.200 no mês de junho. Contudo, nem tudo foi negativo, uma vez que a taxa de desemprego decresceu dos 5.4 para os 5.3 por cento, algo que não era visto desde Novembro de 2012.
Uma das grandes surpresas desta madrugada, foi o facto do Japão ter passado de um superavit para um défice da balança comercial em 5 mil milhões de USD, valor que pode ser explicado pela diminuição das exportações de 6.7 para 3.9 por cento e o aumento das importações de 2.6 para 14.6 (!) por cento.
Apesar de negativos, estes dados não foram suficientes para mexer nos índices bolsistas uma vez que o Nikkei 225 valorizou 0.04% e o S&P/ASX 200 desvalorizou 0.01%. Em destaque voltou a estar o mercado chinês, ao fechar a sessão a perder 0.66% e a igualar os mínimos dos últimos dois anos, à imagem do que aconteceu na última semana.
Ações
Por José Correia, Senior Broker
BP (BP.UK) - a petrolífera britânica está em fase de ascensão após o desastre Deep Blue Horizon em 2010, apostando forte no mercado norte americano para uma recuperação ainda mais consolidada. Bod Dudley, o diretor executivo do grupo, afirmou que o contexto operacional nunca se apresentou tão favorável para a expansão das suas operações, e planeia aumentar a extração de crude em solo norte americano, que permite uma maior flexibilidade de produção. A cotação está numa zona de suporte, permitindo bons pontos de entrada compradores no ativo.
Forex
Por Tiago da Costa Cardoso, Teamleader & Senior Broker
EURUSD H4 – New lows?
O EUR continua a derreter frente a praticamente todas as outras moedas. Contra o USD, depois de uma pequena correção aos mínimos de ontem, estamos agora a testar uma zona de resistência, que coincide com os 23.6% de Fibo, onde poderemos ver mais um mínimo a começar a ser desenvolvido.
Assim, a ideia será vender EURUSD com stop nos 1.1420 e take profit nos 1.1310.
Por Pedro Amorim, Senior Broker
Neste momento temos o acalmar da situação, com o VIX a marcar a tendência de descida, na qual nos permite olhar para uma nova oportunidade de pontos de entrada longos.
Sabendo que estamos numa fase especial, em que se fala na queda dos índices de ações, ainda existe margem para algum crescimento. O US500 ainda tem margem de crescimento antes dessa possível desvalorização. Para encontrar em bom ponto de venda seria atingir o duplo topo máximo (2870) - nessa altura o RSI estará em valores acima dos 70.
A ideia será então inserir posições longas de forma inicial, com um primeiro target nos 2870.8 e de seguida, a "potencial" posição curta se o RSI estiver acima dos 70 com um target nos 2734Os indices de ações, principalmente o US500 apresentaram algumas quedas nos últimos dias. A situação com a Turquia criaram algum receio nos investidores, e vimos a aumento de produtos risk free. O Bund registou algumas valorizações no período.
-3.png?t=1534408311383&width=500&name=chart%20(5)-3.png)
Para mais informação sobre Rollovers, por favor, consulte:
https://www.xtb.com/pt
Declaração de Risco
A X-Trade Brokers Dom Maklerski S.A. não se responsabiliza por decisões de investimento que se baseiem em informações contidas nesta newsletter. Nenhuma da informação aqui contida deverá ser entendida como recomendação de investimento, garantia de lucro ou de risco significativamente menor. Os investimentos baseados no uso de produtos derivados com alavancagem financeira são, por natureza, especulativos e poderão resultar tanto em lucros como perdas significativas, as quais poderão superar os montantes inicialmente depositados.
Este material é uma comunicação de marketing na aceção do artigo 24.º, n.º 3, da Diretiva 2014/65 / UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 15 de maio de 2014, sobre os mercados de instrumentos financeiros e que altera a Diretiva 2002/92 / CE e Diretiva 2011/61/ UE (MiFID II). A comunicação de marketing não é uma recomendação de investimento ou informação que recomenda ou sugere uma estratégia de investimento na aceção do Regulamento (UE) n.º 596/2014 do Parlamento Europeu e do Conselho de 16 de abril de 2014 sobre o abuso de mercado (regulamentação do abuso de mercado) e revogação da Diretiva 2003/6 / CE do Parlamento Europeu e do Conselho e das Diretivas da Comissão 2003/124 / CE, 2003/125 / CE e 2004/72 / CE e do Regulamento Delegado da Comissão (UE ) 2016/958 de 9 de março de 2016 que completa o Regulamento (UE) n.º 596/2014 do Parlamento Europeu e do Conselho no que diz respeito às normas técnicas regulamentares para as disposições técnicas para a apresentação objetiva de recomendações de investimento, ou outras informações, recomendação ou sugestão de uma estratégia de investimento e para a divulgação de interesses particulares ou indicações de conflitos de interesse ou qualquer outro conselho, incluindo na área de consultoria de investimento, nos termos do Código dos Valores Mobiliários, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 486/99, de 13 de Novembro. A comunicação de marketing é elaborada com a máxima diligência, objetividade, apresenta os factos do conhecimento do autor na data da preparação e é desprovida de quaisquer elementos de avaliação. A comunicação de marketing é elaborada sem considerar as necessidades do cliente, a sua situação financeira individual e não apresenta qualquer estratégia de investimento de forma alguma. A comunicação de marketing não constitui uma oferta ou oferta de venda, subscrição, convite de compra, publicidade ou promoção de qualquer instrumento financeiro. A XTB, S.A. - Sucursal em Portugal não se responsabiliza por quaisquer ações ou omissões do cliente, em particular pela aquisição ou alienação de instrumentos financeiros. A XTB não aceitará a responsabilidade por qualquer perda ou dano, incluindo, sem limitação, qualquer perda que possa surgir direta ou indiretamente realizada com base nas informações contidas na presente comunicação comercial. Caso o comunicado de marketing contenha informações sobre quaisquer resultados relativos aos instrumentos financeiros nela indicados, estes não constituem qualquer garantia ou previsão de resultados futuros. O desempenho passado não é necessariamente indicativo de resultados futuros, e qualquer pessoa que atue com base nesta informação fá-lo inteiramente por sua conta e risco.