Outlook
As principais praças europeias abriram esta semana em terreno negativo. O índice alemão DAX perde 0,40%, o holandês AEX cai 0,19%, o francês CAC 40 deprecia 0,25%, o italiano FTSE MIB recua 0,48% e espanhol IBEX 35 desvaloriza 0,22%. Em contraciclo, o britânico FTSE 100 regista uma variação positiva de 0,08%.
A bolsa portuguesa acompanha a europa. O principal índice português, PSI 20, perdeu 0,23%, para 5.556,12 pontos, pressionado pelas quedas do setor da energia e BCP.
No mercado petrolífero, o Brent perde 0,48% para os 73,09 dólares por barril e o crude WTI desvaloriza 1,51% para os 63,87 dólares.
No mercado cambial, o euro deprecia 0,26% para 1,158 dólares e a libra recua 0,20% para 1,325 dólares.
Sessão Asiática
A terceira semana de Junho iniciou com o mesmo sentimento que a última sessão da semana passada, com os investidores a demonstrarem novamente menor apetite pelo risco, com as atenções viradas para o discurso de Mario Draghi às 18H30 e para a guerra comercial entre os Estados Unidos e a China, em que ambos os países fizeram ameaçaram colocar tarifas sobre a importação de alguns bens, tendo mesmo Donald Trump divulgado uma lista de produtos estrategicamente importantes sobre as quais aplicaria uma taxa de 25 por cento.
Tal como tem sido habitual à segunda feira e num dia em que a China, Hong Kong e Indónesia gozam feriados nacionais, não houve a divulgação de muitos dados económicos relevantes para os mercados, apenas o Japão apresentou informação sobre a sua balança comercial, que foi mesmo a surpresa da sessão, ao apresentar um défice 0.30 triliões, quando era esperado um superavit de 0.14 triliões. A bolsa asiática fechou a sessão em baixa, com o Nikkei a ter a maior variação ao apresentar um desempenho negativo de 0,95% face à sessão anterior.
Com o sentimento de maior aversão ao risco, o JPY (iene japonês) voltou a ganhar alguns pips durante a sessão, tal como o CAD (dólar canadiano) devido à expetativa em relação ao encontro da OPEC esta semana em Viena. Em sentido contrário esteve o euro, que voltou a perder durante a sessão, com os investidores a esperarem pelo discurso de Mario Draghi, com a decisão de manter as taxas de juro baixas até 2019.
Ações
AIG (AIG.US) - passada uma década desde que necessitou de um bailout, a seguradora norte-americana volta a ponderar a realização de aquisições de outras empresas; começou em Janeiro deste ano com um investimento de 5,6 mil milhões de dólares, sugerindo mudança de estratégia depois de ter vendido uma enorme parte dos seus ativos durante os últimos anos. Posteriores investimentos são esperados para o decorrer deste ano, e o diretor executivo Brian Duperreault está determinado em dotar a AIG com uma capacidade operacional que permita melhores resultados. A AIG vale cerca de 1/5 da cotação bolsista mais alta de sempre, e rejeitou uma zona de suporte que torna interessantes entradas compradoras no ativo, com target nos 59 dólares.
GOOGLE (GOOG.US) - O motor de pesquisa online encontrou uma forma de operar no mercado chinês, onde está banido. A Google irá adquirir a JD.com, segundo maior player de e-commerce da China, para poder tirar partido do comércio de retalho e outras iniciativas naquela parte do globo.
Análise Técnica
Matérias-Primas
Possivel duplo topo no WHEAT depois de quebrar o canal ascendente
O Trigo segue pressionado depois de uma possível inversão de curto prazo ter quebrado um suporte importante. Um novo mínimo relativo nesta zona confirma o movimento mas para isso terá que quebrar em baixa a grande zona de suporte horizontal que mostro a cinzento no gráfico. Se quebrar esta zona podemos entrar com um sell stop em que o stop fica acima deste suporte e damos um rácio 3 para 1 para colocar o TP. Com o dólar forte as matérias primas terão mais uma razão para corrigir.
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Oil WTI - previsão e análise técnica com olhos na reunião da OPEC
Os rumores de que a Arábia Saudita e a Rússia poderiam decidir aumentar a produção fizeram com que os preços do petróleo caíssem para perto de 3% na sexta-feira. Enquanto isso; As exportações dos EUA foram ameaçadas por tarifas chinesas em potencial sobre petróleo bruto e produtos refinados.
A Arábia Saudita e a Rússia já impulsionaram a produção modestamente e indicaram que estavam preparadas para aumentar a produção nessa reunião.
Alguns investidores ficaram surpresos quando petróleo bruto e outros produtos de energia foram incluídos para tarifas em uma data posterior, informou a agência de notícias oficial Xinhua, citando a Comissão Tarifária do Conselho de Estado.
Nos últimos seis meses, os Estados Unidos exportaram uma média de 363.000 bpd de petróleo bruto para a China, que junto com o Canadá é o maior comprador de petróleo dos EUA.
Tecnicamente:
A tendência a curto prazo é de bearish.
Uma formação de bandeira de baixa concluída no gráfico H4. O target será os 62 $
Crude terminou a semana passada nos 64,24, que atende Fibonacci 78,60%.
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Departamento de Research XTB
Rollovers
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