Leia mais
10:04 · 2 de outubro de 2018

XTB - Market Update 02 de outubro de 2018

Despertar dos Mercados

Por Carla Maia Santos, Senior Broker

Os mercados fecharam ontem em alta com o acordo alcançado entre os EUA e o Canadá.

Depois do acordo com o México, aguardavam-se soluções para a relação comercial entre EUA e Canadá. O acordo comercial da NAFTA fica assim celebrado melhorando as perpectivas para o comércio internacional.

Nestas perspetivas positivas do comércio global e de aumento de procura, o petróleo fez um novo máximo relativo, atingindo valores de 2004.

Mas não se pense que por os EUA terem entrado em acordo com o Canadá que vão estender o acordo com a China. Segundo os EUA, é a China que não quer chegar a acordo.

A turbulência na aprovação do orçamento em Itália começa a condicionar o crescimento do Sul da Europa. Vemos assim o índice italiano - ITA40 - a fazer novos mínimos todoa os dias.

O Euro perde força nesta instabilidade e o dólar, por oposição, ganha força compradora como moeda de refúgio e depois da subida das taxas de juro norte-americanas. O EURUSD testa suporte dos 1.15, a quebra em baixa acciona novo trigger em baixa.

Sempre que há turbulências no sul da Europa, o BCP é das empresas que mais reage negativamente a estas notícias. Os gestores de fundos vêem o Sul da Europa como um bloco, a instabilidade política e orçamental italiana fazem com que o gestores se desfaçam de activos italianos, espanhóis e portugueses, contangiando as praças latinas.
 

Ações

Por José Correia, Senior Broker

Renault (RNO.FR- o diretor da Arsenault, Carlos Ghosn, afirmou existir uma tendência política para desincentivar a procura por veículos propulsionados a gasoleo, o que tem penalizado a Renault e outros fabricantes. Nesta fase a empresa espera vender apenas 1/3 dos veículos em stock, prejudicando os seus resultados de forma premente, tornando interessantes entradas vendedoras no ativo até aos 73.860 euros. 
 

Análise Técnica

Forex

Por Pedro Amorim, Senior Broker

GBPUSD - Hard Brexit faz mergulhar a libra
Tendo caído por seis semanas consecutivas, o par GBPUSD finalmente conseguiu registar um ganho semanal, terminando a sexta-feira nos 1,30. Os ganhos com o GBP tem sido bastante limitados, já que os problemas do Brexit mantiveram a moeda pela moeda do Reino Unido sob controlo, mesmo apesar da grande fraqueza do dólar. A notícia de que o Reino Unido e a UE planeiam manter conversações para tentar chegar a um acordo até novembro, o que deu um modesto impulso ao casal no meio da semana, mas o sentimento dos analistas do Reino Unido sobre como lidar com um Hard Brexit, levará a sofrimento económico. Não há grandes eventos de impacto programados para o Reino Unido nesta semana, com as audiências do Relatório de Inflação na terça-feira sendo a única notícia que poderia fornecer algum tipo de volatilidade para o GBP.

A consolidação num sentido descendente do dólar norte-americano conseguiu manter o tom de oferta intacto em torno do par GBPUSD, uma vez que os compradores anseiam por uma quebra acima da resistência de 1.303. O discurso levemente dovish do presidente da FED deixou o aumento da taxa de dezembro em dúvida, sugerindo que o a aproximação das taxas de juro de curto prazo com as de longo prazo (chamado achatamento da curva de juros) dos EUA seria autorizado a continuar, o que exerceu pressão baixista sobre o dólar dos EUA. A curva de juros do Tesouro atingiu o seu nível mais nivelado desde 2007 na sexta-feira. Enquanto isso, o principal também se beneficia de um melhor sentimento em relação aos ativos de risco, devido à alta das ações asiáticas, após recordes em Wall Street. No entanto, os mercados continuam cautelosos em relação ao aumento, em meio à falta de novos fatores fundamentais e à incerteza do Brexit, já que o governo do Reino Unido se prepara para um acordo sem o Brexit.

Em termos técnicos está a fazer suporte nos 1.30/35 o que mantem a possibilidade de haver surpresas no mercado.

A ideia seria ganhar alguma rentabilidade com a desvalorização do GBP provocada pelas negociações do Brexit. Segundo os analistas a tendência será de queda.

Posição curta (SELL), target nos 1.28344 e SL nos 1.30894.

chart (49)-1 

Matérias-Primas
Por Eduardo Silva, Head of Sales


EMISS prepara novo movimento altista

As emissões de carbono quadriplicaram de valor desde maio 2017 e negoceia em máximos da década, no entanto o price action recente apresentava bastante ruído eswings com um range compreensivo. Esta zona parece crítica para novo breakoutaltista. Depois do rebound na LTA estamos numa zona de teste de uma cunha de médio prazo. No curto prazo esta zona mostra diversas resistências nesta zona de preço mas mostra igualmente que se quebrar os 23 ou mesmo 25 passam a ser targets tangíveis. Entradas longas acima da resistência permitem ainda uma boa gestão de risco se colocarmos o stop abaixo da resistência.
 

chart (36)-2

 

 chart (37)-1

 

 

Este material é uma comunicação de marketing na aceção do artigo 24.º, n.º 3, da Diretiva 2014/65 / UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 15 de maio de 2014, sobre os mercados de instrumentos financeiros e que altera a Diretiva 2002/92 / CE e Diretiva 2011/61/ UE (MiFID II). A comunicação de marketing não é uma recomendação de investimento ou informação que recomenda ou sugere uma estratégia de investimento na aceção do Regulamento (UE) n.º 596/2014 do Parlamento Europeu e do Conselho de 16 de abril de 2014 sobre o abuso de mercado (regulamentação do abuso de mercado) e revogação da Diretiva 2003/6 / CE do Parlamento Europeu e do Conselho e das Diretivas da Comissão 2003/124 / CE, 2003/125 / CE e 2004/72 / CE e do Regulamento Delegado da Comissão (UE ) 2016/958 de 9 de março de 2016 que completa o Regulamento (UE) n.º 596/2014 do Parlamento Europeu e do Conselho no que diz respeito às normas técnicas regulamentares para as disposições técnicas para a apresentação objetiva de recomendações de investimento, ou outras informações, recomendação ou sugestão de uma estratégia de investimento e para a divulgação de interesses particulares ou indicações de conflitos de interesse ou qualquer outro conselho, incluindo na área de consultoria de investimento, nos termos do Código dos Valores Mobiliários, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 486/99, de 13 de Novembro. A comunicação de marketing é elaborada com a máxima diligência, objetividade, apresenta os factos do conhecimento do autor na data da preparação e é desprovida de quaisquer elementos de avaliação. A comunicação de marketing é elaborada sem considerar as necessidades do cliente, a sua situação financeira individual e não apresenta qualquer estratégia de investimento de forma alguma. A comunicação de marketing não constitui uma oferta ou oferta de venda, subscrição, convite de compra, publicidade ou promoção de qualquer instrumento financeiro. A XTB, S.A. - Sucursal em Portugal não se responsabiliza por quaisquer ações ou omissões do cliente, em particular pela aquisição ou alienação de instrumentos financeiros. A XTB não aceitará a responsabilidade por qualquer perda ou dano, incluindo, sem limitação, qualquer perda que possa surgir direta ou indiretamente realizada com base nas informações contidas na presente comunicação comercial. Caso o comunicado de marketing contenha informações sobre quaisquer resultados relativos aos instrumentos financeiros nela indicados, estes não constituem qualquer garantia ou previsão de resultados futuros. O desempenho passado não é necessariamente indicativo de resultados futuros, e qualquer pessoa que atue com base nesta informação fá-lo inteiramente por sua conta e risco.

Junte-se a mais de 2 000 000 investidores de todo o mundo