Abertura dos mercados
Por Carla Maia Santos, Senior Broker
Os mercados reagem em alta depois da queda brusca do dia de ontem.
Além dos receios que os mercados enfrentam em relação ao brexit, guerra comercial, chumbo do orçamento italiano, tensão com a Arábia Saudita depois da morte dum jornalista e por estarmos em plena época de resultados nos EUA. Ontem o envio de bombas para políticos norte-americanos e à CNN despoletou os maiores receios dos americanos, o terrorismo, fazendo lembrar o 11 de setembro. Esta ameaça sobre a segurança gerou ordens de venda massivas, aumentando a volatilidade dos mercados e fazendo com que fundos de gestão automática acionassem as vendas, mas na realidade a ameaça bombista foi resolvida sem problemas de maior.
Os investidores ao perceberem que estas ameaças estão contidas, olham agora para o preço das empresas que parecem estar a preço de saldo. E hoje poderemos assistir a uma corrida aos preços baixos, vendo os índices na pré-abertura a reagirem já em alta. O que resta perceber é se estamos numa correção espontânea em alta ou a viragem para novos máximos acompanhado o rally do Natal.
Hoje é o dia de grandes nomes como o Twitter, a Google ou a Amazon apresentarem resultados. Números acima do esperado podem ser um trigger para novas compras.
O petróleo segue a negociar numa tendência negativa com receios sobre o abrandamento da economia global.
O Banco Polaco gerido pelo BCP apresentou dados bastante acima do esperado, levando o Banco Português a reagir em alta, por um motivo específico da empresa, no dia de hoje. O BCP tem apresentado quedas fortes nos últimos dias motivadas mais pela conjuntura externa do que propriamente por factores internos.
Sessão Asiática
Por David Silva, Senior Broker & Affiliate Manager
Madrugada mais agitada para os investidores asiáticos, com a publicação dos dados comerciais da Nova Zelândia a marcar a sessão de hoje e a levar alguma volatilidade ao NZD, tal como era esperado (e indicado na análise anterior), por ser uma economia também bastante dependente das matérias-primas e que o setor comercial tem maior importância.
Na Nova Zelândia, esperava-se que o défice recuperasse dos 1.470 para os 1.365 mil milhões de NZD, contudo o défice não só não melhorou, como ainda se agravou para os 1.560 mil milhões de NZD, tornando assim o maior défice comercial de sempre da economia neozelandesa. Um olhar mais detalhado, mostra um crescimento das exportações em 14.1% em comparação com o ano anterior, que não foi suficiente para colmatar o crescimento das importações em 18.8%, levando assim ao agravamento do défice comercial.
As bolsas da praça asiática fecharam a sessão de hoje em terreno negativo, com destaque para a nova queda do Nikkei 225 (JAP255) de 3.86%, que já quebrou em baixa a linha de tendência ascendente e poderá caminhar em direção ao suporte dos 20.240 pontos.
No que diz respeito a fatores fundamentais, não se espera a divulgação de mais dados relevantes até ao final da semana.
Análise Técnica
Índices
Por Tiago da Costa Cardoso, Team leader & Senior Broker
FRA40 D1 – Down we go
Todos os índices pelo mundo fora estão em forte queda, e não há duvida nenhuma que com este clima de aversão pelo risco é possível assistirmos a quedas ainda maiores. Neste momento, o mais difícil mesmo é escolher em que índices shortar, ja que todos se mostram sobrevendidos. Se olharmos para o FRA40, vemos que com a quebra do suporte e agora reteste, poderemos ter aqui um bom ponto para uma nova posição de venda.
Assim, a ideia será vender FRA40 com stop nos 5038 e take profit nos 4752.

Índices
Por Eduardo Silva, Head of Sales
USDindex em destaque
O BCE irá dominar a atenção do mercado, no entanto, apesar do EURUSD apresentar um price action convidativo em antecipação à reunião de hoje, é o USDindex que vamos observar nesta análise como alternativa para negociar o BCE.
A economia norte americana segue forte e suporta o forte momentum altista dos últimos meses, os comentários dos membros da FED seguem "hawkish" ( aperto monetário) ,as Yields a 10 anos parecem firmes com a zona dos 3.5% a ser a única resistência firme no horizonte e acima de tudo os dados na Europa, Nova Zelândia, Austrália e Reino Unido estão têm mostrado uma desaceleração em diversos indicadores fundamentais.
Vemos que USD index ativou um H&S de longo prazo apenas para cair novamente para a zona da neckline. Este pullback colocou o ativo num padrão de acumulação de curto prazo numa LTA que nos convida a entrar longos com o stop abaixo da neckline e TP na amplitude do H&S no longo prazo como destaco nos níveis do gráfico.
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Para mais informação sobre Rollovers, por favor, consulte:
https://www.xtb.com/pt
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