Abertura dos mercados
Por Carla Maia Santos, Senior Broker
As bolsas abrem em alta animadas pelo início da época de compras.
Estudos mostram que, mais uma vez, as vendas do black friday bateram os números do ano passado. Vemos assim o setor retalhista a reagir em alta e a conseguir puxar os índices, como foi o caso da Sonae SGPS em Portugal e da Walmart nos EUA, no dia de ontem.
A pesar do outro lado do Atlântico, estão as declarações do presidente Donald Trump na sua guerra acesa contra a China. Trump coloca as empresas nacionais que tenham relações comerciais com a China em xeque. A empresa visada foi a Apple. Trump diz que poderá avançar com impostos aos iphones fabricados na China, numa tentativa que a Apple tranfira as fábricas para dentro dos EUA. Nestas declarações a Apple voltou às quedas e parece já longinquo o período em que a Apple atingiu o primeiro 'billion' de capitalização bolsista.
Nesta guerra comercial Trump diz que pode avançar com mais impostos aos bens chineses e que tudo depende da reunião do G20, agendada para final do mês na Argentina. Estas declarações pouca influência trazem aos investidores norte-americanos que mostram indiferença às questões internacionais.
Itália diz que pode fazer uns reajustes ao seu orçamento, criando um efeito positivo no sentimento europeu e fazendo com que o sector bancário reaja em alta.
A oferta de petróleo global tem aumentado, mesmo com as sanções ao Irão. A produção dos EUA e da Arábia Saudita estão a contribuir fortemente para este aumento da oferta. Vemos hoje o petróleo a voltar as desvalorizações depois de uma pequena correcção em alta no dia de ontem.
Em Portugal a Mota-Engil é a empresa que mais valoriza influenciada pelo sentimento positivo que se vive na União Europeia, mas principalmente com o sucesso da colocação e da procura das obrigações da empresa, mostrando que os investidores se sentem confiantes quanto à solvência da empresa.
Análise à sessão asiática
Por David Silva, Affiliate manager
As principais bolsas da praça asiática mostraram um desempenho misto durante a madrugada de hoje, apenas com o Shanghai Composite a desvalorizar face ao dia de ontem (apenas com uma desvalorização de 0.04%), fazendo-se sentir uma ligeira melhoria da confiança dos investidores. O grande destaque da sessão de hoje vai para os dados comerciais negativos na Nova Zelândia.
No mês de Outubro, o défice comercial na Nova Zelândia situou-se nos 1.295 milhões de NZD, valor bastante acima dos 840 milhões registados em período homólogo do ano passado e dos 850 milhões previstos pelos analistas (défice 445 milhões (!) acima do esperado). Uma leitura pormenorizada, mostra um crescimento das exportações em 6.6% no espaço de um ano, com especial destaque para a venda de fruta e maquinaria.
Por outro lado as importações cresceram mais do que as exportações (14.1%),muito devido ao aumento da compra de combustível e de maquinaria elétrica, o que explica o agravamento da balança comercial.
Ações
Por José Correia, Senior broker
General Motors (GM.US) - numa altura em que o contexto politico-económico está a evoluir rapidamente, a General Motors tem tentado gerir a quebra de receitas e aumento de custos de produção sentidos este ano. Os hábitos dos consumidores estão a alterar-se, com os veículos elétricos e autónomos a representarem uma fatia cada vez maior do total de vendas. Mary Barra, a diretora executiva do grupo, anunciou o corte de produção em 7 fábricas para 2019, para reduzir custos de produção num total de 6 mil milhões de dólares que permita ajustar a oferta à procura decrescente nos Estados Unidos. Por outro lado, irá alocar o dobro dos recursos atualmente disponibilizados para veículos elétricos e autónomos, procurando alcançar o resto dos fabricantes a nível global que estão na dianteira deste setor. A guerra comercial provocada por Donald Trump fez com que os custos dos materiais utilizados na produção dos seus veículos aumentassem cerca de mil milhões de dólares, uma conjuntura desfavorável para quem espera valorizações na sua cotação bolsista. São oportunas entradas vendedoras no ativo, aproveitando as condições operacionais desfavoráveis da GM.
AXA (CS.FR) - a seguradora francesa comprou os 50% remanescentes que não detinha da empresa chinesa Axa Tianping, totalizando 584 milhões de euros. Este negócio significa que a AXA é atualmente a única seguradora estrangeira a deter uma empresa do top20 deste setor chinês, representando uma oportunidade para captar todo o potencial do mercado chinês. Esta não é a primeira aquisição da Axa, que no princípio deste ano comprou a XL Group das Bermudas. A ação está a cotar junto a uma zona de suporte, evidenciando oportunidades de compra no ativo.
Criptomoedas
Por Eduardo Silva, Head of Sales
BITCOIN perfeita para ordens pendentes
Depois do sell-off, temos a indefinição( visivel perante o doji em semanal). O mercado recuperou ligeiramente da zona de mínimos anuais e está inclusive a formar um possível duplo fundo mas vemos que ainda temos várias resistências para poder considerar uma inversão na tendência principal de queda. Assim, o setup nesta zona é simples. Perante a activação do padrão duplo fundo o trade seria comprar com um buy stop em que o TP seria a amplitude do padrão e stop ficaria abaixo da agora resistência onde o padrão é activado. (4208) O segundo setup é uma venda com sell stop em que a ordem é activada perante a quebra da zona de suporte dos mínimos anuais. Este setup aponta a 2950 e stop ficaria acima da zona de suporte que passa a ser resistência.


Forex
Por Pedro Amorim, Senior Broker
NZDUSD - Relatório de Estabilidade Financeira do Banco da Reserva da Nova Zelândia na mira
O dólar da Nova Zelândia fechou em queda na semana passada, pressionado por uma queda na procura por ativos de maior risco. Os recentes dados macroeconómicos comprometeram o ritmo dos aumentos da taxa da Fed que aumentaram o valor do NZD - dados económicos americanos mais fracos do que o esperado, divulgados na semana passada.
A nova tendência poderá ser altista, em termos técnicos quebrando mais uma vez a média móvel dos 200 e em termos fundamentais temos o Relatório de Estabilidade Financeira do Banco da Reserva da Nova Zelândia como princial fator de risco para o par cambial.
A ideia será fazer posições longas com um target nos 0.700 e stop loss nos 0.66807.
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Para mais informação sobre Rollovers, por favor, consulte:
https://www.xtb.com/pt
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