Despertar dos mercados
Por Carla Santos, Senior Broker
As bolsas abrem a cair com a subida das taxas de juros nos EUA.
Mas mais importante do que a subida das taxas de juro em 0.25 porcento para o intervalo dos 2-2.25 porcento, neste mês de setembro, é a possibilidade de novo aumento das taxas já para dezembro.
Esta subida de ontem já era amplamente esperada pelos analistas e investidores, mas a possibilidade de novo aumento para Dezembro, perfazendo quatro aumentos das taxas de juro em 2018 e a possibilidade de mais três aumentos em 2019, são receios que deixam os investidores de 'pé atrás'.
Em reação, o dólar dispara em alta face à maioria das moedas e as bolsas ressentem-se.
O petróleo continua a valorizar com a OPEP a não querer aumentar a produção e colocando em causa a inflação. Uma das maneiras de controlar a subida dos preços é aumentando as taxas de juro. Este é mais um fator que justifica a subida das taxas de juro nos EUA. A somar à possibilidade de novo aumento das taxas nos EUA, já em dezembro. Na Europa, perceciona-se uma estabilidade cada vez maior dentro do governo para aprovação das metas macroeconómicas e principalmente o défice.
Os índices europeus refletem esta insegurança desvalorizando.
Portugal segue a tendência dos mercados globais e as empresas mais permeáveis ao sentimento económico mundial são as que mais desvalorizam, como é o caso da Mota-Engil e BCP.
A Galp negoceia em contraciclo, a seguir a tendência positiva do preço do ouro negro.
Ações
Por José Correira, Senior Broker
General Eletric (GE.US) - esta empresa, outrora uma das mais valiosas do S&P500, está em declínio acentuado. A situação está deveras deteriorada, tendo sido expulsa do Dow Jones Industrial Average este verão. O aumento de dívida e a quebra de receitas conduzem o seu título numa tendência de queda que poderá ser aproveitada com entradas vendedoras no ativo até aos 9 dólares.
Análise Técnica
Forex
Por Pedro Amorim, Senior Broker
EURNZD - Será que a Itália vai deixar de exportar
O anúncio das medidas do orçamento da Itália para 2019 pode ser um grande risco para o comércio europeu, já que o governo ameaça não apoiar comércio internacional. Estes problemas políticos colocam mais pressão negativa sobre o euro nas últimas semanas.
O NZD já está em um ponto muito fraco desde que o RBNZ (banco central da Nova Zelândia) apontou a manutenção das taxas nos atuais até 2020. Reiteraram a sua visão não tão otimista na última declaração ao público, destacando possíveis riscos das tensões comerciais globais.
Em termos técnicos temos uma tendência descendente bem definida na qual se pode aproveitar o regresso ao suporte (devido a Itália)
A ideia vai ser posições longas com um target nos 1.7775 e Sl nos 1.75372.
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Forex
Por Eduardo Silva, Head of Sales
FOMC - USD em destaque
Aumento da taxa de juro, outlook económico revisto em alta, e se ainda restassem dúvidas sobre a visão dos membros da FOMC, retiraram a linguagem que descrevia a política monetária como acomodativa. O dólar demorou a reagir mas esta manhã assistimos a um breakout de curto prazo que deverá abrir caminho para uma recuperação de curto prazo no USD. destaco dois movimentos ,podemos comprar o USDindex diretamente e apontar ao limite superior do canal que vemos no gráfico ou podemos shortar o EURUSD nesta zona de breakout e apontar aos 1.165.
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Para mais informação sobre Rollovers, por favor, consulte:
https://www.xtb.com/pt
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