Abertura dos Mercados
Por Carla Maia, Senior Broker
As bolsas negoceiam na linha de água a aguardar os multiplos eventos do dia.
A Apple apresentou ontem os resultados, depois de o mercado norte-americano fechar. Como era esperado depois do comunicado de Tim Cook no início do mês, as vendas dos iphones caíram. A justificação é a sua qualidade ser muito boa e os clientes não sentirem necessidade de trocar de telemóvel tão frequentemente. O EPS trimestral foi de USD 4.18 face aos USD 4.17 previstos e as receitas atingiram os 84300 M. USD face aos 83970 M. USD esperados. As previsões de lucros ficaram entre os 55000 M USD e os 59000 M USD, aquém dos 64000 M USD esperado pelos analistas. A inovar na apresentação destes resultados, esteve a rubrica de serviços da Apple que cresceu bastante, mesmo na China, onde a compra de iphones caiu. A Apple valorizou 3% em premarket.
A 3M, empresa dos post-its e não só, apresentou resultados positivos mas as suas projecções foram tímidas. O abrandamento do crescimento global, mais principalmente da China, continua a ser a grande justificação das perspectivas de crescimento para este ano de 2019.
O 'Plano B' de Theresa May continua por aprovar, com os investidores a considerarem o hard brexit cada vez mais perto. A libra face ao dólar deavalorizou estando hoje a corrigir em alta.
Hoje o vice-presidente Chinês Liu vai deslocar-se aos EUA para nova ronda de negociações sobre o comércio entre os dois gigantes. Desenvolvimentos positivos e mensuráveis, das negociações, poderão ajudar ao crescimento das bolsas, uma vez que a guerra comercial tem sido uma das principais causas da grande volatilidade.
Da reunião da FED, não se esperam grandes alterações. Os investidores tentam perceber se Powell vai manter um discurso "paciente" em relação ao aumento das taxas de juro e se prevê aumentar a liquidez no mercado, o que seria positivo para as bolsas.
O ouro, activo de refúgio, segue a valorizar depois de quebrar a barreira dos USD 1300.
Os EUA avançam com sanções à Venezuela, mais precisamente à petrolífera estatal PDVSA, acalmando os mercados em relação ao excesso de oferta no mercado.
Obrigações
Por Eduardo Silva, Head of Sales
Bunds em novo Breakout
As Yields nas obrigações Alemãs a 10 anos seguem pressionadas e pela correlação inversa as Bunds seguem fortes a valorizar a um ritmo agressivo como vemos no gráfico. Destaco o recente breakout de um canal descendente que está a apontar o activo aos máximos. O price action favorável suporta entradas longas com stop abaixo do breakout e tp nos máximos anteriores. De recordar que preocupações com o crescimento mundial no inicio de Janeiro resultaram na maior queda intra-diária das Yields nas Bunds que são activo de refugio.
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