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10:33 · 4 de setembro de 2018

XTB - Market update 4 de setembro de 2018

Despertar dos mercados
Por Carla Santos, Senior Broker 

Os mercados seguem a negociar sem um sentido único.

Hoje é o dia em que os norte-americanos voltam ao trabalho depois das férias e do feriado do dia de ontem, começando a aumentar o volume negociado nas bolsas.

O mercado norte-americano continua bastante independente dos riscos externos, continuando os investidores a apostarem forte nas empresas tecnológicas nacionais.

Os riscos externos mantêm-se.

economia da Argentina tenta travar uma inflação galopante e o Presidente Macri diz que vai cortar custos do Governo e aumentar os impostos à exportação.
Turquia diz que quer reduzir os riscos de forma a estabilizar os preços.
Estas declarações podem acalmar momentaneamente os mercados mas dificilmente serão suficientes para evitar a fuga de capitais destes países.

A possibilidade de não-acordo entre os EUA e México continua elevada. 
Em questão está também no acordo entre EUA e Europa, no sector automóvel. Mantendo-se este sector com bastante risco.

petróleo desliza com preocupações em relação à oferta, com plataformas no Golfo de México a serem abandonadas pelas condições climatéricas.

A libra segue a deslizar face ao dólar com a possibilidade de um não-acordo no Brexit a ser cada vez mais intensa.

Portugal segue a negociar numa tendência negativa com a Pharol a encabeçar as mais negativas do dia. A Pharol encontra um suporte nos 0.185 Eur, se hoje fechar acima deste preço podemos assistir a uma correcção técnica em alta.

Análise da Sessão Asiática
Por David Silva, Senior Broker & Affiliate Manager

Hoje, presenciamos uma sessão asiática um pouco mista, com os investidores a demonstrarem novamente alguma preocupação em relação à tensão comercial entre os Estados Unidos e a China, dado estar prometido para esta semana a imposição de mais taxas aduaneiras em cerca de 200 mil milhões de dólares de bens chineses, pelo que, optaram por arrecadar os seus ganhos e por investir nos ativos de menor risco.

Tal como já vinha a ser anunciado, sem surpresa, o RBA (Reserve Bank of Australia) decidiu manter as taxas de juro nos 1.50% repetindo assim a ideia transmitida no último encontro realizado no mês anterior. O RBA acredita que o investimento público e em instituições de não exploração mineira e as exportações continuarão a sustentar a economia, que se espera que cresça mais de 3.0% em 2018 e 2019 e que a inflação seja também um pouco superior a 2.0% nos anos de 2019 e 2020.

As bolsas asiáticas fecharam assim em terreno misto, com S&P/ASX 200 (-0.28%) e o Nikkei (-0.10%) a negociarem no vermelho continuando a desvalorizações da sessão de ontem. Já o Shanghai Composite continua com o desempenho inconstante a fazer sentir a maior insegurança dos investidores e das empresas, apesar da valorização de 1.10% no dia de hoje.

 Análise Técnica

FOREX
Por Pedro Amorim,  Senior Broker 

USDCAD D1 – 3 em 1: Dolar index, Crude, e Banco central do Canadá

Apesar da falta de lançamentos de dados macroeconómicos e de volumes negociados devido ao feriado de ontem, o par USDCAD continuou a somar ganhos e atingiu o seu nível mais alto desde 24 de agosto nos 1.311. 

A combinação de um dólar relativamente mais forte e um fraco desenvolvimento do preço do petróleo wti parecem serem os principais motivos para do aumento do par na segunda-feira. Depois do dolar index de terminar a semana anterior acima da marca crítica de 95, o índice do dólar americano não teve dificuldade em permanecer no território positivo na ausência de fatores fundamentais significativos. 

Por outro lado, independentemente da queda da produção de petróleo no Irão, a produção diária total de petróleo da OPEP em agosto atingiu o seu nível mais alto do ano e limitou os ganhos do petróleo bruto. O barril de West Texas Intermediate foi visto pela última vez sendo negociado a $70,37, somando apenas 20 centavos de dólar no dia de ontem.

O próximo evento significativo para o par será a reunião de política monetária do Banco central do Canadá na quarta-feira. A minha previsão de um aumento da taxa do 4º trimestre ainda está para chegarem outubro, embora os dados domésticos permaneçam firmes. Já há algum tempo que o Banco central realizou o aumento da taxa de juro em julho, apoiados por um verão de alta inflação e forte crescimento, mas não se espera que isso aconteça na reunião de setembro.

A nível técnico parece querer ultrapassar a resistência definida no canal descendente deste junho, apesar de termos o índice estocástico a indicar alguns sinais de sobrevalorização. 

Com a incerteza ainda no mercado, a ideia seria então inserir ordens pendestes (Sell Stop e um Buy Stop) para podermos ter mais certezas na tendência futura. O Buy stop deve ser nos 1.31384 e target nos 1.332, o Sell Stop nos 1.307 com o target nos 1.28747

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Para mais informação sobre Rollovers, por favor, consulte: 

https://www.xtb.com/pt 

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