Abertura dos Mercados
Por Carla Maia, Senior Broker
As bolsas seguem a negociar em alta, de olhos postos no discurso de hoje do Presidente norte-americano Donald Trump.
O discurso à Nação poderá ter um impacto forte nos mercados mediante o tom que o presidente assumir, que é sempre inesperado.
Ontem a Google (Alphabet) apresentou resultados e vendas acima do esperado pela média dos analistas, depois de o mercado fechar. Mas a ação desvalorizou em pre-market com os custos a aumentarem e as receitas de publicidade a serem pressionadas.
O sentimento de mercado, medido pelo índice Fear and Greed, continuapositivo e bastante acima dos valores do ano passado. A impulsionar o sentimento dos investidores, neste início de ano, esteve a posição dovish da FED, uma posição favorável aos mercados acionistas, uma vez que mostrapaciência na subida das taxas de juro. A subida das taxas de juro arrefece a economia, uma vez que torna o acesso ao capital mais caro.

Em Portugal, a Mota-Engil segue a liderar os ganhos do PSI-20, uma vez que é bastante influenciada pelo sentimento de mercado, que como vimos atrás, está bastante positivo. Mas a notícia que poderá ganhar "a maior obra ferroviária dos últimos 100 anos" que liga Elvas a Évora, também está a captar a atenção dos investidores.
O BCP apresentou os resultados positivos da sua operação na Polónia, mas avança com a notícia de não-pagamento de dividendos para 2019, eliminando assim investidores de longo-prazo.
Análise Sessão Asiática
Por David Silva, Affiliate Manager
No dia em que a China celebra a entrada num novo ano, marcando mais um dia de feriado nacional em que as bolsas se encontram fechadas, o foco dos investidores asiáticos esteve voltado para a Austrália, com a decisão detaxa de juro por parte do RBA e com a publicação dos dados comerciaispara Dezembro e para o último trimestre de 2019.
O RBA, à imagem do que tinha acontecido já este ano com o BCE e com a FED, decidiu manter as suas taxas de juro nos valores previamente definidos, permanecendo assim nos 1,50%. O governador do banco central australiano Philip Lowe optou por um discurso também idêntico a todos os outros bancos e entidades de referência (como o FMI), mais cauteloso e a reforçar a ideia de que as tensões comerciais em nada vieram ajudar a economia global e algumas decisões de investimento.
O governador refere ainda que é expectável que a economia cresça cerca de 3% durante o este ano (acima dos 2.8% registados em Novembro de 2018) e um pouco abaixo desse patamar em 2020. Durante esta madruagada, minutos após a decisão do RBA, o AUD disparou face ao USD e ao Euro.
Índices
Por Eduardo Silva, Head of Sales
S&P comprar nos retests
Temos alertado para o forte momentum nos índices Norte Americanos. Isto significa que as quedas terminaram, possivelmente não, no entanto no curto prazo o sentimento é positivo. A historia diz nos que com emprego forte,incentivos fiscais e agora uma politica monetária menos agressiva são factores que transmitem confiança perspectivas de crescimento. Garantidamente, os sinais de uma recessão não estão presentes nesta fase. Os riscos sistémicos seguem a preocupar os investidores,isso é evidente, preocupações geopolíticas, comercio internacional, governação tumultuosa podem despoletar uma crise a qualquer momento.
Perante os últimos dados do emprego só podemos estar confiantes.A fase de aumento de juros gradual deu lugar a um discurso mais facilitista da FED. Gostaria de salientar ainda o forte price action nesta zona. Ainda podemos destacar os earnings sólidos que mostram que os consumidores estão no mercado e isso só pode ser positivo.
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