Abertura dos Mercados
Por Carla Maia, Team Leader & Senior Broker
As bolsas seguem a negociar em alta, mesmo depois da divulgação de dados macroeconómicos abaixo do esperado.
Porque não estão as bolsas a refletir o abrandamento económico espelhado pelos dados macroeconómicos?! Porque os investidores estão mais atentos ao fator que está a causar este abrandamento. A guerra comercial entre EUA e a China. A perspetiva desta semana (que a qualquer altura pode alterar face a um 'twitte' do Presidente Trump, que costuma ser bastante volátil nas suas declarações) é positiva face à ideia que os líderes estão a passar, de assinatura de memorandos de entendimento, em relação a temas fundamentais para a relação económica, como os câmbios, taxas aduaneiras, entre outros.
Se houver consenso entre os gigantes económicos, o crescimento global e sincronizado de 2017 pode voltar.
Vemos assim os investidores mais atentos às perspetivas futuras do comércio internacional, do que a dados locais.
O PMI industrial da Alemanha ficou abaixo dos 50 pontos, o que indica contração. Já o PIB do último trimestre, manteve-se, face ao aumento da procura interna e não do aumento das exportações. Vemos assim a maior economia europeia a estagnar, com Itália já em fase de recessão técnica.
O BCP apresentou os seus resultados bastante acima do esperado e volta a ponderar o pagamento de dividendos. Mesmo assim, os investidores procuram uma decisão definitiva quanto ao pagamento de dividendos, para poderem 'entrar' na ação.
Os CTT continuam a afundar face aos dados negativos apresentados e à diminuição dos dividendos, levando os investidores a procurarem outras soluções de investimento.
Matérias-Primas
Por Eduardo Silva, Head of Sales
Cobre ativa um duplo fundo
Depois de um período de consolidação em range, esta semana fica marcada por um dólar mais fraco, que impulsionou as matérias-primas. Destaque para movimentos como o ouro, açúcar, cobre ou petróleo. Destes, o que apresenta melhor rácio de risco/rentabilidade parece ser o cobre. Com as negociações bilaterais a avançar a bom ritmo entre a China e os EUA, e um dólar pressionado juntamente com um padrão, cujo target (7000$) é um movimento de grande amplitude, enquanto o stop pode ficar relativamente perto, abaixo do breakout, nos 6300$.
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