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13:01 · 28 de fevereiro de 2019

XTB - Market Update 28 de Fevereiro de 2019

Abertura dos Mercados

Por Carla Maia, Team Leader & Senior Broker

As bolsas recentem-se com os comentários menos favoráveis a um acordo entre a China e os EUA.

Ontem, o representante do comércio norte-americano Robert Lighthizer diz que um acordo entre os dois gigantes não será assim tão fácil de alcançar, conforme os twittes do presidente Trump têm feito crer. Não bastam promessas, têm que ser mostradas provas de que as medidas de um possível acordo estão em funcionamento.
Os investidores ficam assim de 'pé atrás' quanto a possível acordo que parecia que estava já a 'sair do forno'. 

Ontem, Powell também discursou. Diz que está próxima uma alteração na carteira de ativos dos EUA. A possibilidade de redução de liquidez no mercado é vista como negativa para a bolsa, ajudando ao movimento de queda.

Em Portugal, a Jerónimo Martins apresentou ontem resultados positivos mas avançaram com a possibilidade de corte de dividendos, levando esta areagir em baixa. Mas mais importante é perceber porque estão a cortar os dividendos. Em vez de se endividarem para aumentarem a sua operação na Polónia, onde as vendas já são muito superiores às Portuguesas, a JM prefere utilizar os lucros para dinamizar o negócio. Esta é para mim, uma gestão que faz todo o sentido a nível financeiro, fazendo com que a empresa mantenha capacidade de solvência face a uma eventual crise e continuando a apostar no crescimento.
O plano de estímulos desencadeado pela Polónia, a entrar em vigor em Abril, pode ajudar ao aumento do consumo interno, ajudando a melhorar a rubrica vendas da JM, Biedronka na Polónia.
Como diz Warren Buffett, mais importante do que como as empresas pagam os dividendos, é perceber o que as empresas fazem com os lucros que não distribuem pelos acionistas.

 

Matérias-primas

Por Eduardo Silva, Head of Sales

NAS.NO Petróleo em alta faz estragos nas companhias aereas low cost

 

A forte competição nas companhias aereas low cost tem estado em destaque, sendo que, o petróleo em alta está a expor as dificuldades financeiras das empresas. Notícias de falências, fusões, aquisições por parte de empresas menos pressionadas, tudo está em grande turbulência e está longe de se resolver esta questão. Destaco um grande H&S na NAS.NO, cujo target seria fechar a empreas. Estamos perante um cenário em que a administração já diluiu parte da participação na empresa, para reunir fundos de emergência. No entanto, com o petróleo a disparar, os problemas subsistem. Com o short selling proibido, alerto para colocarem estas empresas no radar para possiveis rebounds ou oportunidades a preços mais baixos, se o petróleo começar a baixar. Entretanto, sigo a recomendar longos no WTI, pelo menos até aos 60$.

 

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