Abertura dos mercados
Por Carla Santos, Senior broker
Hoje os mercados seguem a negociar mistos, a aguardar os resultados das eleições intercalares nos EUA. As políticas do presidente Donald Trump são colocadas em causa. Por um lado, tivemos o corte de impostos, que foi visto como positivo e impulsionou os mercados accionistas, há dois anos atrás, quando foi eleito, mas que coloca também o défice público numa situação perigosa. Por outro lado, temos uma política comercial agressiva e hostil que coloca em causa o comércio internacional e o próprio crescimento, seja interno, seja externo.
Vão ser escolhidos 35 dos 100 senadores e a totalidade dos congressistas, ou seja, 435 eleitos para a Câmara dos Representantes.
Os investidores esperam que se os republicanos mantiverem a maioria, Trump possa voltar a reduzir impostos, o que terá um efeito positivo no mercado acionista.
Ontém voltámos a ver o sector tecnológico a desvalorizar. Os investidores e gestores de fundos têm, na sua média, uma sobre-exposição a este sector, acima do benchmark, uma vez que tem sido o sector que tem apresentado uma melhor performance nos últimos anos. Os resultados de empresas com um grande volume nas carteiras, como a Google, a Amazon, a Apple, ficaram abaixo do esperado pelos analistas, levando a que os investidores se desfaçam da sua sobre-exposição.
O sector bancário mostrou uma performance positiva, influenciado principalmente pela recompra de acções próprias no valor de 1000 M USD, por parte da Berkshire Hathaway, detida por Warren Buffett. As acções valorizaram mais de 4 porcento, levando o S&P 500 a reagir em alta.
Em Portugal, a possibilidade cada vez mais próxima de o BCP passar a pagar dividendos, está a fazer com que se torne apelativo para os investidores comprarem as ações do Banco, que regista uma cotação acessível a qualquer carteira.
Ações
Por José Correia, Senior broker
Lufthansa (LHA.DE) - o diretor executivo da companhia aérea, Carten Spohr, afirmou que o outlook para continuação de crescimento da Lufthansa está a reduzir, e que a indústria de aviação deve deixar a perspectiva de crescimento eterno, depois de um Verão marcado por greves, atrasos e cancelamentos. Tal facto tem origem na falta de infra estruturas e capacidade organizacional para proporcionar o serviço de forma conveniente, mas o diretor da empresa afirmou que vai moderar o crescimento para evitar esse tipo de situações. A Lufthansa detém várias companhias europeias tal como a Swiss, Australian airlines, Eurowing e Air Berlin, e irá aumentar a sua capacidade de frota em 3.3%, um valor bastante abaixo da média europeia de 8.8%. A A nível gráfico, o preço da Lufthansa recuperou da sua tendência de queda é poderá valorizar ainda mais, até à resistência dos 20 euros.
Análise Técnica
Forex
AUDCHF - Aproveitar este ponto de inversão
Por Pedro Amorim, Senior broker
Hoje os mercados seguem a negociar mistos, a aguardar os resultados das eleições intercalares nos EUA. As políticas do presidente Donald Trump são colocadas em causa. Por um lado, tivemos o corte de impostos, que foi visto como positivo e impulsionou os mercados accionistas, há dois anos atrás, quando foi eleito, mas que coloca também o défice público numa situação perigosa. Por outro lado, temos uma política comercial agressiva e hostil que coloca em causa o comércio internacional e o próprio crescimento, seja interno, seja externo.
Commodities
Negociar COCOA com o dólar debaixo de olho
Por Eduardo Silva, Head of Sales
Cacau dispara e ganha momentum mas este movimento está preso por um fio porque está dependente de dois cenários que estão a evoluir de forma dinâmica. A costa do Marfim está com muito sol e pouca chuva nas ultimas semanas, factor que poderá conter a expansão de uma doença que afecta a regiao "black pod", e pode melhorar as colheitas. Aumento de produção pode pressionar preços mais para a frente. Outro factor a ter em conta é o dólar, nestes dias o dólar corrigiu com perspectiva de que os democratas possam ganhar algum poder nestas eleições. Assim se os republicanos mantiverem o poder na "house" e " Senate" o dólar pode ter um rally de alivio e deitar por terra o trade do cacau. Por outro lado se se confirmar a expectativa que os democratas ganhem pelo menos a "house" podemos ver o dólar a cair mais e se ganhar os dois o dólar pode cair mesmo bastante, impulsionando o cacau.
Stop abaixo do breakout e tp nos 61.8 de Fibonacci de toda a queda em canal.
.png?t=1541497718713&width=1491&name=chart%20(92).png)
GOLD D1 -abaixo dos 38.2% de Fibonacci
Por Tiago da Costa Cardoso, Team leader & Senior Broker
Os futuros do GOLD seguem a negociar abaixo da sua grande zona de resistência. Essa resistencia é também o nível de 38.2% de Fibonacci. Este é um sell cluster que nos pode limitar o preço e puxar o GOLD para baixo. É também um trade de cobertura de risco, caso esteja a shortar índices.
Assim, a ideia será shortar GOLD com stop nos 1245.2 e take profit nos 1211.2.

Para mais informação sobre Rollovers, por favor, consulte:
https://www.xtb.com/pt
Este material é uma comunicação de marketing na aceção do artigo 24.º, n.º 3, da Diretiva 2014/65 / UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 15 de maio de 2014, sobre os mercados de instrumentos financeiros e que altera a Diretiva 2002/92 / CE e Diretiva 2011/61/ UE (MiFID II). A comunicação de marketing não é uma recomendação de investimento ou informação que recomenda ou sugere uma estratégia de investimento na aceção do Regulamento (UE) n.º 596/2014 do Parlamento Europeu e do Conselho de 16 de abril de 2014 sobre o abuso de mercado (regulamentação do abuso de mercado) e revogação da Diretiva 2003/6 / CE do Parlamento Europeu e do Conselho e das Diretivas da Comissão 2003/124 / CE, 2003/125 / CE e 2004/72 / CE e do Regulamento Delegado da Comissão (UE ) 2016/958 de 9 de março de 2016 que completa o Regulamento (UE) n.º 596/2014 do Parlamento Europeu e do Conselho no que diz respeito às normas técnicas regulamentares para as disposições técnicas para a apresentação objetiva de recomendações de investimento, ou outras informações, recomendação ou sugestão de uma estratégia de investimento e para a divulgação de interesses particulares ou indicações de conflitos de interesse ou qualquer outro conselho, incluindo na área de consultoria de investimento, nos termos do Código dos Valores Mobiliários, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 486/99, de 13 de Novembro. A comunicação de marketing é elaborada com a máxima diligência, objetividade, apresenta os factos do conhecimento do autor na data da preparação e é desprovida de quaisquer elementos de avaliação. A comunicação de marketing é elaborada sem considerar as necessidades do cliente, a sua situação financeira individual e não apresenta qualquer estratégia de investimento de forma alguma. A comunicação de marketing não constitui uma oferta ou oferta de venda, subscrição, convite de compra, publicidade ou promoção de qualquer instrumento financeiro. A XTB, S.A. - Sucursal em Portugal não se responsabiliza por quaisquer ações ou omissões do cliente, em particular pela aquisição ou alienação de instrumentos financeiros. A XTB não aceitará a responsabilidade por qualquer perda ou dano, incluindo, sem limitação, qualquer perda que possa surgir direta ou indiretamente realizada com base nas informações contidas na presente comunicação comercial. Caso o comunicado de marketing contenha informações sobre quaisquer resultados relativos aos instrumentos financeiros nela indicados, estes não constituem qualquer garantia ou previsão de resultados futuros. O desempenho passado não é necessariamente indicativo de resultados futuros, e qualquer pessoa que atue com base nesta informação fá-lo inteiramente por sua conta e risco.