As bolsas seguem a negociar em alta e ontem o S&P500 chegou mesmo a fazer novo máximo histórico.
O acordo entre EUA e a China no G20 estão a contribuir para este sentimento positivo nos mercados. Ontem saiu o Índice ISM dos EUA que surpreendeu pela positiva. Mas os dados Europeus ficam aquém do esperado, com a maioria dos dados divulgados ontem do PMI sobre a manufatura a saírem abaixo do esperado. No entanto, estes dados são referentes ao mês passado e não estão a ter um impacto negativo nas bolsas, pois os investidores esperam que o acordo entre a China e os EUA comece a surtir efeito apartir de agora, nos indicadores macroeconómicos.
O acordo entre os dois gigantes coloca em causa a possibilidade de os EUA não avançarem com cortes nas taxas de juro, o que é mal percepcionado pelos investidores e pela bolsa. Mas a Austrália acabou de cortar as taxas de juro para um mínimo histórico de 1%. Os investidores vêem assim uma possibilidade ainda em aberto de os EUA também avançarem com medidas facilitistas.
As tensões entre os dois gigantes acalmam, mas os EUA não deixam a guerra comercial de lado, voltando a pressionar a Europa com a possibilidade de novos impostos à importação.
Em Portugal, a Navigator reage em alta, com a Kepler Cheuvreux a dar um potencial de crescimento de 17% da papeleira portuguesa. Por outro lado, a Jerónimo Martins desvaloriza, com a notícia de que a Polónia vai avançar com impostos sobre o setor do retalho, já apartir de 1 de setembro. A concorrência em Portugal também aumenta, no setor do retalho, com a Mercadona a entrar no nosso país.
Resumo diário: Relatório NFP robusto pode adiar cortes nas taxas de juros pela FED
Última hora: US100 valoriza, após os dados do NFP
Calendário económico: Relatório do NFP 💡
Destaques da manhã (11.02.26)
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