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07:52 · 19 de julho de 2019

Por Carla Maia Santos - Abertura de Mercado

As bolsas abrem em alta animadas com a possibilidade de corte das taxas de juro nos EUA.
 
Face ao abrandar das tensões entre os EUA e a China e aos dados robustos do mercado laboral e do crescimento económico americano, os investidores começaram a questionar a possibilidade de a FED não avançar com cortes de juro, já na semana que vem.
 
Mas eis que Donald Trump volta à sua estratégia de negociação de ameaças. Fala agora sobre a possibilidade de aumentar taxas sobre 325 MM USD de bens chineses importados. Estará a ameaçar a China ou a própria FED?! 
Donald Trump tem tornado público o seu descontentamento sobre a possibilidade de a FED não avançar com cortes nas taxas de juro e falou mesmo que gostava que as taxas caíssem 50 pb.
Um dos focos do governo de Trump é o crescimento dos mercados e os cortes nas taxas de juro favorecem as bolsas.
 
Ontem, o presidente da FED de NY, John Williams, avançou com um discurso dovish. Diz que a FED deve já atuar com cortes nas taxas de juro, que não deve esperar para que haja uma crise, para intervir. Ou seja, qje intervenha já como seguro. A reação foi positiva nas bolsas, fazendo com que os índices não fechassem abaixo de zonas de suporte importantes e acalmando a escalado do dólar.
 
Face ao abrandamento global, a política de estimulos monetários começa a tornar-se popular. Só esta semana, a Coreia do Sul, a Indonésia, África do sul e a Ucrânia já avançaram com cortes nas taxas de juro. Aguarda-se agora pela Rússia e pela Turquia.
 
Mesmo com o aumento das tensões entre os EUA e o Irão, agora com o abate de um drone iraniano no Golfo de Hormuz, o petróleo não reage em alta. Apesar de o Irão ser um dos maiores produtores de petróleo, o abrandamento global não pressupõe necessidade de uma oferta tão forte.
 
A Pharol domina os ganhos no PSI20, ainda em reação às notícias positivas da OI. Esta acredita que consegue fazer crescer o seu EBITDA acima dos 10%.
A Altri  também segue a valorizar. A China é um dos maiores consumidores de pasta de papel. A possibilidade de cortes nas taxas de juro dos EUA, faz com que a China que tem uma grande parte da sua dívida em dólares, veja a sua dívida reduzida e assim aumente a sua capacidade financeira.
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