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10:10 · 30 de maio de 2019

Abertura dos Mercados - 30 de Maio de 2019

Abertura do Mercado

Por Carla Maia Santos


As bolsas continuam a negociar no vermelho, com a China a mostrar que pode tomar medidas mais agressivas dentro da Guerra Comercial e que poderão penalizar também os EUA. Como reação, os ativos de refúgio reagem em alta, com os investidores a tranferirem os seus investimentos para obrigações p.ex.

O presidente chinês foi visitar minas de minérios raros e muito utilizados pelos EUA em tecnologia. A China produz 85% destes minérios. A China mostra, assim, que pode rivalizar com os EUA.

O vice-ministro dos negócios estrangeiros chinês, Zhang Hanhui, diz mesmo que  "somos contra a guerra comercial mas não temos medo da guerra comercial". Este tipo de provocações em disputas comerciais, é chamado de "terrorismo económico, chauvinismo económico, bullying económico (tradução livre). A estas declarações seguiram-se as declarações de Trump, de que não estava pronto para um acordo.

Em reação à guerra comercial, as yields das obrigações desvalorizam.

As yields das obrigações a 10 anos portuguesas e espanholas tocam em mínimos e as bunds alemãs tocam mesmo em valores negativos.

Nos EUA, as yields das obrigações de mais longo prazo caem abaixo das yields de mais curto prazo. Reacende-se a questão da yield curve invertida, que no passado sinalizou recessão nos EUA e que coloca em causa a margem no setor bancário.

Em Portugal, a Altri continua a dominar as perdas no PSI20. Hoje a Altri apresenta resultados. Se os resultados saírem acima do esperado, a Altri poderá encontrar força compradora, com os investidores a aproveitarem novos mínimos. Mas, sempre com atenção ao setor do papel. Se no ano passado, o setor aumentou várias vezes o preço da pasta de papel, este ano está a aplicar descontos, colocando as margens em cheque. O abrandamento económico chinês e a redução de procura por parte da China, devido à guerra comercial, tem sido a causa apontada para a queda do setor.

A Altri entra em ex-dividendo a 24 de junho e paga dividendos a 26 de junho.

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