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10:23 · 9 de janeiro de 2026

Destaques da semana que vem: inflação nos EUA, resultados empresariais e reações do mercado

Principais conclusões
Principais conclusões
  • Reação dos mercados aos dados do emprego
  • Reuniões da Reserva Federal com impacto na inflação nos EUA e sinais para os bancos centrais
  • Divulgação de resultados relativos ao 4º trimestre de 2025 com destaque para bancos como o JPMorgan, Bank of America e Goldman Sachs

A semana que agora termina nos mercados

Esta semana foi dominada por fatores geopolíticos e por dados macroeconómicos chave nos Estados Unidos.

  • Um dos principais destaques foi o anúncio de Donald Trump sobre um possível acordo energético com a Venezuela, que reacendeu o debate sobre o regresso do petróleo venezuelano aos mercados internacionais. Apesar das limitações operacionais do país, a simples expectativa de aumento da oferta — tendo em conta que a Venezuela detém as maiores reservas de petróleo do mundo — foi suficiente para pressionar os preços do crude ao longo da semana. Ao mesmo tempo, preocupações sobre potenciais interrupções na produção venezuelana e riscos geopolíticos no Irão contribuíram para alguma volatilidade nos preços do Brent e do WTI.
  • Outro momento crucial será a divulgação dos dados do emprego nos EUA, o grande teste macroeconómico da semana. O mercado espera a criação de cerca de 60 mil novos postos de trabalho, um ritmo mais fraco do que em meses anteriores, mas ainda positivo. Um arrefecimento do mercado laboral reforça a probabilidade de cortes de juros mais cedo por parte da Reserva Federal, enquanto números mais robustos adiam esse cenário. Apesar deste enquadramento de incerteza, as bolsas mostraram resiliência.
  • Na Europa, os principais índices superaram os norte-americanos, com destaque para o DAX alemão, que atingiu novos máximos históricos. Este desempenho foi sustentado sobretudo pelas ações industriais e do sector da defesa, beneficiando do apoio dos EUA, pela primeira vez, à proposta europeia de garantias de segurança no contexto de um eventual cessar-fogo na Ucrânia.

Destaques da semana que vem

1) Reação dos mercados aos dados do emprego

Na próxima semana, o foco estará na digestão dos dados do emprego desta sexta-feira. Os mercados vão ajustar expectativas sobre juros, crescimento e inflação. Isso pode gerar movimentos relevantes em ações, obrigações e no mercado cambial.

2) Inflação nos EUA e sinais para os bancos centrais

Data: terça-feira, 13 de Janeiro, às 13h30

A inflação nos EUA tem vindo a desacelerar ao longo do último trimestre de 2025, com o IPC em novembro a subir cerca de 2,7 % em termos anuais, bem abaixo das expectativas do mercado. Para os dados de dezembro, o consenso do mercado aponta para uma subida da inflação, o que a concretizar-se, influenciará fortemente as expectativas sobre cortes de juros por parte da Reserva Federal nas próximas reuniões.

3) Resultados empresariais

Para a semana começa a época de divulgação de resultados relativos ao 4º trimestre de 2025, com destaque para os grandes bancos americanos como o JPMorgan, Bank of America e Goldman Sachs. Os investidores vão observar tanto os lucros como as revisões das perspectivas, já que estes podem ditar a rotação dos mercados nos próximos meses, sobretudo em setores sensíveis a juros e procura.

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