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07:51 · 15 de junho de 2020

Destaques da manhã, por André Pires - 15/06/2020

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Os índices europeus começaram a semana com gaps significativos de baixa. O Dax alemão e o US500 americano caíram ambos mais de 3% antes da abertura de sessão europeia, parando no suporte da retração dos 61,8% de Fibo da liquidação pandémica. O pessimismo encontra combustível num número crescente de novos casos diários de Covid-19, que sugerem a possibilidade de uma nova onda de contágios e de um possível retorno de restrições. O Japão registou o maior salto diário em número de casos desde o início de maio. Estados Unidos viram um número recorde de casos e hospitalizações no fim de semana.

Este receio também afeta os preços do Petróleo bruto, com o WTI e o Brent a caírem cerca de 3%.

O número total de casos confirmados de coronavírus, desde o seu início, está ligeiramente abaixo dos 8 milhões, dos quais 4,12 milhões recuperaram e um total de 435,6 mil pessoas foram vítimas mortais.

De acordo com um relatório do Financial Times, a Casa Branca planeia interromper a entrega de cheques de estímulo a partir de julho. Uma vez que os números do desemprego parecem recuperar, a administração teme que os benefícios de desemprego desencorajem a procura de trabalho.

Boris Johnson deverá hoje dizer oficialmente à UE que deseja um acordo de Brexit, o mais tardar, até o outono. Ainda no RU, o UK Times diz que o Banco da Inglaterra está a preparar estímulos no valor de 150 mil milhões de libras esterlinas (o anúncio da política do BoE está agendado para quinta-feira). Ainda assim, a libra continua a lateralizar.

Alguns relatórios sugerem que o Secretário de Estado Pompeo poderá vir a encontrar-se com autoridades chinesas esta semana.

O presidente francês Macron pediu à União Europeia que diminua a sua dependência da China e dos Estados Unidos.

O calendário económico de hoje é pobre. A balança comercial europeia (10:00) e os índices industriais de NY e do Canadá (13:30) poderão gerar ligeiras volatilidades. No entanto, as notícias políticas e económicas deverão ter um potencial de impacto muito maior.

O número total de casos confirmados de coronavírus está próximo dos 8 milhões. Fonte: worldeters, XTB

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