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07:59 · 27 de julho de 2020

Destaques da manhã, por André Pires - 27/07/2020

​​​​​​Os metais preciosos continuam a subir esta segunda-feira, com o ouro a atingir novos recordes históricos (acima do nível de 2011 de US $ 1912). Ainda assim, a maior surpresa vem da Prata, que, só hoje, já subiu 6%. Desde o início da semana passada subiu 21% e quase 36% no último mês! Simultaneamente o dólar tem depreciado, o que apoia esta subidas. Os investidores esperam que o FOMC mantenha as suas políticas ultra-expansivas na reunião desta semana (decisão na quarta-feira, 19:00 BST).

Os índices europeus e os futuros de Wall Street começam a semana ligeiramente acima dos preços de fecho de sexta-feira. Mnuchin anunciou que os republicanos deverão apresentar o programa de estímulos de Fase 4 ainda hoje. O projeto de lei deverá incluir soluções para os benefícios de desemprego vencidos e proteção de responsabilidade para as escolas que reabrirem. Os investidores deverão estar atentos pois, a verificar-se esta publicação hoje, os mercados poderão reagir com um aumento de volatilidade. 

Os presidentes executivos da Apple, Alphabet, Amazon e Facebook vão ser ouvidos pela comissão de justiça do Congresso norte-americano, no seguimento de uma investigação a práticas ilegais de concorrência.

Na frente da pandemia, a taxa novos casos diários continua a subir. O Reino Unido anunciou que os visitantes que chegarem da Espanha deverão passar por uma quarentena de 14 dias. O estado de Victoria (hotspot na Austrália) registou mais de 500 novos casos e aumento na taxa de teste positivo.

A Alemanha rejeitou a proposta dos EUA de incluir a Rússia nas negociações do G7.

O furacão Hanna chegou ao sul do Texas. Pouco depois, desceu para categoria "tempestade tropical", mas a ameaça de inundações permanece. Para já, o preço do petróleo permanece inatingido.

O calendário económico de hoje só merece referência em duas publicações: o índice IFO sobre clima de negócios na Alemanha (9:00) e Encomendas de bens duráveis nos EUA (13:30).

Na semana passada, as tensões com a China empurraram os mercados bolsistas para uma correção forte. Este fator poderá continuar a pairar nos mercados por muito tempo, como ameaça a uma inversão de qualquer tendência de recuperação que surja. As retaliações entre a China e os EUA e outros países devem ser acompanhados proximamente.

Hoje, deverão divulgar resultados trimestrais empresas como a Louis Vuitton, a tecnológica SAP, a companhia aérea Ryanair, a Faurecia e a Michelin.  A Galp divulgou hoje os resultados do Q2, registando um prejuízo líquido ajustado de 52 milhões de euros (esperado: -59 milhões), muito diferente dos lucros de 199 milhões de euros no mesmo período do ano passado. O preço das ações caiu 1,7% na abertura da sessão. Os resultados da Galp refletem a desvalorização dos preços do petróleo nos mercados internacionais, o que penaliza a margem de refinação.

 

A situação pandémica não está a melhorar, com mais de 200.000 casos relatados todos os dias. A China também reporta novos surtos. Fonte: worldometer, XTB

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