Meta recupera após correção; Jefferies reitera “Comprar” e vê 45% de subida
A Meta Platforms (META.US) está novamente em alta após uma correção de quase 20%, com as ações a recuperarem quase 4% hoje. A Jefferies reiterou a sua classificação de «Comprar», apontando para um perfil de risco/recompensa atraente após a retração. O preço-alvo da Jefferies permanece em $910, o que implica um aumento de aproximadamente 45% em relação aos níveis recentes. A empresa de Zuckerberg ainda está a ser negociada bem abaixo da meta mais alta da Street, de $1.117.
Resumo
- De acordo com a Jefferies, a Meta está a ser negociada com um desconto significativo em relação à Alphabet, cerca de uma diferença de 8 vezes no múltiplo P/E, tornando a avaliação relativamente mais atraente para uma líder em publicidade digital e IA.
- Os fundamentos continuam sólidos: a Meta é negociada a cerca de 27 vezes os lucros anteriores e aproximadamente 22 vezes os lucros futuros (12 meses). A empresa também possui uma margem bruta muito alta (cerca de 82%) e continua a ser uma das mais lucrativas entre as grandes empresas de tecnologia.
- A Jefferies argumenta que as recentes contratações na área de IA e o reforço mais amplo de suas equipes de IA devem se traduzir em resultados tangíveis em 2026, fortalecendo o “flywheel central” da empresa, o mecanismo que impulsiona o engajamento e o desempenho da publicidade no Facebook, Instagram e WhatsApp.
- Um argumento otimista importante é que os novos mecanismos de monetização estão apenas a começar a ganhar força. O WhatsApp é visto como tendo potencial para crescer de uma receita estimada de cerca de $9 mil milhões hoje para até cerca de $36 mil milhões no ano fiscal de 2029, com potencial de crescimento adicional proveniente das iniciativas Threads e Llama/IA.
- A Jefferies também observa que, desde os lucros, a Meta caiu cerca de 18%, enquanto a Alphabet subiu cerca de 18% e a Amazon cerca de 4%, criando espaço para uma recuperação relativa se a Meta conseguir aliviar as preocupações dos investidores em relação à pressão sobre as margens, maiores despesas de capital e execução de IA.
- Ao mesmo tempo, o mercado não está a ignorar os riscos. O maior deles continua a ser a escala do CAPEX/OPEX relacionado com IA e infraestrutura, já que os investidores querem evidências claras de que a estratégia se traduzirá em lucros mais elevados, e não apenas em custos mais elevados.
- Em segundo plano, as medidas estratégicas da Meta incluem reduções de pessoal na Reality Labs e na iniciativa Meta Compute, com o objetivo de construir uma vantagem de longo prazo por intermédio da capacidade computacional e apoiar o desenvolvimento de produtos de IA de última geração.
- A conclusão mais ampla de Wall Street é consistente: o mercado ainda “acredita” na narrativa da Meta de priorizar a IA, mas deseja um melhor equilíbrio entre o ritmo dos investimentos e a entrega de margens. Esse provavelmente será o principal critério nos próximos trimestres.
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