A Bitcoin retoma a sua recuperação, embora o sentimento nos mercados acionistas globais ainda sugira aversão ao risco, visível até mesmo na queda dos preços dos metais preciosos, particularmente da prata. Existe a possibilidade de que o capital que está a sair do mercado da prata esteja a ser parcialmente transferido para a Bitcoin, que se tem mostrado surpreendentemente resiliente.
Desde o ataque dos EUA ao Irão, o preço da criptomoeda subiu cerca de 10%, após uma queda inicial para aproximadamente 63 000 dólares na reação imediata.
Ao mesmo tempo, a força do USD não provocou quedas no mercado de criptomoedas, e o desenrolar de várias negociações de momentum (incluindo posições em fornecedores de chips de memória) não causou uma queda acentuada nos preços do BTC. Uma razão pode ser que o mercado de criptomoedas já estava fortemente sobrevendido, o que atualmente limita a sua correlação com o mercado mais amplo.
Análise Técnica do Bitcoin (D1)
O BTC está atualmente a ser negociado perto da faixa superior do seu canal de consolidação, após as recentes quedas. O principal teste de força pode surgir num cenário em que o preço se mova em direção a cerca de $76.000, onde está localizada a EMA50. Este nível tem atuado repetidamente como uma zona de resistência significativa desde o outono, nomeadamente no início de outubro de 2025 e meados de janeiro de 2026.
Uma quebra acima deste nível pode sinalizar uma pressão renovada em direção à área dos 90 000 dólares. Por outro lado, uma reação de baixa dentro da faixa de 70 000 a 76 000 dólares pode desencadear outro impulso de queda, potencialmente empurrando o preço para abaixo dos 60 000 dólares.
O BTC já ultrapassou o nível de retração de Fibonacci de 23,6%, enquanto a retração de 38,2% destaca ainda mais a área de $75.000 como um nível de resistência potencialmente importante.
Gráfico BITCOIN (H1)
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