📈 Sessão asiática, índices
- Os futuros dos principais índices norte-americanos aumentaram os ganhos, apesar dos sinais contraditórios relativos ao Médio Oriente e das condições cada vez mais rígidas impostas simultaneamente pelo Irão e pelos EUA.
- Os futuros do Nasdaq 100 continuam a liderar (US100: +0,3%), enquanto o Dow Jones, que fica para trás (US30 inalterado), aponta para uma rotação de capitais para as novas tecnologias, na sequência da mais recente série de resultados financeiros apresentados pelos fornecedores de soluções de IA.
- Os mercados acionistas asiáticos seguem os ganhos registados em Wall Street, onde uma recuperação das ações do setor dos semicondutores impulsionou o índice Nasdaq 100 para máximos recentes. Os dados de inflação dos EUA, em linha com as expectativas, atenuaram as preocupações quanto a aumentos iminentes das taxas de juro por parte da Reserva Federal.
- O índice MSCI Ásia-Pacífico registou uma subida de 0,6%. A Coreia do Sul liderou os ganhos regionais (KOSPI: +3,7%). O Nikkei 225 do Japão subiu 1,1%. O índice Hang Seng da China mantém-se estável. Registaram-se quedas no índice S&P/ASX 200 da Austrália (-0,4%).
🌏 Economia e Política
- O Irão rebateu os comentários de Trump de que «os EUA têm controlo total sobre o Estreito de Ormuz», sublinhando que o tráfego marítimo não será retomado até que as condições do Irão sejam aceites. Ambos os lados do conflito estão a estabelecer condições cada vez mais firmes, exigindo, entre outras coisas, indemnizações.
- Christopher Kent, do RBA, descreveu o atual nível das taxas de juro como «na extremidade superior da faixa neutra». O responsável do banco central reconheceu também que um dólar australiano mais forte apoia a luta contra a inflação, embora esta continue sujeita a incertezas e riscos de novos aumentos.
- A primeira-ministra japonesa, Sanae Takaichi, declarou que o governo apoia aumentos mais rápidos das taxas de juro por parte do Banco do Japão. O iene começou a valorizar-se ligeiramente na sequência destes comentários.
💱 Moedas, Matérias-Primas e Energia
- O Índice do Dólar dos EUA encerrou as negociações ontem com um ganho de cerca de 0,2%, apesar de não ter havido surpresas nos dados de inflação do IPC, que caíram conforme o esperado (atualmente, o USDIDX mantém-se estável). O dólar neozelandês é hoje a moeda mais fraca do G10, na sequência de uma queda nas expectativas de inflação a 2 anos para 2,34% (NZDUSD: -0,35%, NZDJPY: -0,4%). EURUSD valoriza 0,05%, para 1,1526.
- O ouro (GOLD) está a recuar esta manhã cerca de 0,15% para o nível psicológico de 4 400 dólares por onça. É também visível uma correção nos futuros da platina (-0,4%) e do paládio (-0,55%), enquanto a prata (SILVER) se mantém estável nos 66,20 dólares por onça.
- Os futuros do Brent (OIL) subem 0,7%, para 89 dólares por barril, num contexto de troca de comentários relativos ao Estreito de Ormuz, mantendo-se próximos dos máximos de duas semanas.
USDJPY aproxima-se dos 160
USDJPY aproxima-se dos 160
Resumo diário: O petróleo valoriza-se devido à incerteza; o mercado aguarda os dados sobre a inflação
⬆️Petróleo volta acima dos 88$
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