- Apesar do aumento das tensões no Médio Oriente, a sessão de Wall Street encerrou com resultados relativamente mistos. O Dow Jones registou uma queda de 0,6%, enquanto o S&P 500 apresentou apenas um ligeiro declínio. Por outro lado, o Nasdaq registou um aumento de cerca de 0,1% ontem.
- Em declarações recentes, o presidente Donald Trump afirmou que as forças armadas dos EUA estão bem adiantadas em relação ao previsto e que em breve não restarão alvos para ataques no território iraniano. Os mercados interpretaram esses comentários como um potencial sinal de que o conflito está a diminuir na região.
- No entanto, as tensões continuam elevadas, embora a retórica recente da Casa Branca sugira que a operação pode estar a chegar ao fim. Apesar do tom otimista de Trump, algumas autoridades americanas e israelitas estão, alegadamente, a preparar-se para pelo menos mais duas semanas de ataques.
- Nas últimas horas, surgiram relatos de um navio porta-contentores atingido perto do porto de Jebel Ali, nos Emirados Árabes Unidos. O ataque causou um pequeno incêndio a bordo, que foi rapidamente extinto, e a tripulação saiu ilesa.
- A infraestrutura energética em Omã também ficou sob pressão. Ataques com drones provocaram grandes incêndios nas instalações petrolíferas de Mina, perto do porto de Salalah. Como precaução, as autoridades evacuaram os navios do terminal de exportação de petróleo de Mina Al Fahal, nas proximidades.
- No sul do Iraque, perto do porto de Umm Qasr, pelo menos um petroleiro iraniano pegou fogo, e alguns relatos indicam que vários navios que transportavam petróleo foram afetados.
- Os eventos recentes e as tensões crescentes no Médio Oriente estão a empurrar os preços do petróleo de volta para os 100 dólares por barril.
- O FBI alerta que o Irão pode considerar ataques com drones na costa oeste dos EUA em retaliação às ações militares dos EUA, embora nenhum alvo específico ou momento tenha sido divulgado.
- A Agência Internacional de Energia (AIE) anunciou uma libertação recorde de 400 milhões de barris de petróleo das reservas estratégicas, com os Estados Unidos a contribuírem com 172 milhões de barris nos próximos três meses.
- O governador do Banco do Japão, Ueda, alerta que um iene fraco pode amplificar a inflação à medida que os preços do petróleo sobem.
- Os índices bolsistas asiáticos caíram durante a sessão de hoje, com os preços do petróleo a aproximarem-se novamente dos 100 dólares por barril devido ao aumento das tensões no Médio Oriente e às interrupções no abastecimento. O Nikkei 225 no Japão caiu 0,63%, o Kospi na Coreia do Sul caiu 0,75% e o ASX 200 da Austrália caiu 0,58%.
- A Austrália permitiu temporariamente a importação de combustível com maior teor de enxofre para aumentar o abastecimento em função da instabilidade da cadeia de abastecimento global e evitar a escassez, destacando a vulnerabilidade do país às perturbações no mercado global de combustíveis.
- No mercado de metais preciosos, o ouro subiu mais de 0,5%, para cerca de 5.150 dólares por onça, enquanto a prata ganhou cerca de 1,7%, ultrapassando os 86 dólares por onça.
- No mercado de criptomoedas, prevalece hoje um sentimento negativo. O Bitcoin perdeu cerca de 1,3%, caindo novamente abaixo dos 70.000 dólares, enquanto o Ethereum caiu mais de 1,5%, para cerca de 2.020 dólares.
Resumo Diário: O petróleo continua a pressionar Wall Street, apesar dos dados favoráveis do IPC 🗽
🚩A prata perde 3%
Petróleo apresenta ligeira alta num contexto de tensões com o Irão e relatório de inventários da EIA dos EUA
Sentimento misto em Wall Street🗽Oracle dispara 10%
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