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Sinais hawkish do FOMC – A Fed indica abertura para aumentar taxas se a inflação se mantiver elevada.
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Dados económicos globais – EUA, Reino Unido, Japão e Austrália mostram resultados mistos em emprego, PIB e inflação.
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Época de resultados Q4 2025 – Empresas como NVIDIA, Home Depot e HP divulgam resultados.
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Sinais hawkish do FOMC – A Fed indica abertura para aumentar taxas se a inflação se mantiver elevada.
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Dados económicos globais – EUA, Reino Unido, Japão e Austrália mostram resultados mistos em emprego, PIB e inflação.
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Época de resultados Q4 2025 – Empresas como NVIDIA, Home Depot e HP divulgam resultados.
A semana que agora termina nos mercados
Foi uma semana turbulenta para os mercados de ações dos Estados Unidos (EUA). Os investidores reagiram aos sinais hawkish das minutas da reunião do Comité Federal de Mercado Aberto (FOMC), aos dados económicos inesperadamente fortes e ao aumento dos preços do petróleo devido às tensões entre os EUA e o Irão.
A acrescentar à inquietação estavam questões específicas do setor, nomeadamente depois de um grande fundo de private equity ter suspendido os resgates trimestrais, suscitando preocupações sobre a liquidez e a qualidade do crédito no espaço de empréstimos privados.
Estados Unidos
Nos EUA, os bens duráveis, excluindo transportes, subiram 0,9% em dezembro (de 0,4% anteriormente). A produção industrial aumentou 0,7% (de 0,2% anteriormente), as minutas do FOMC trouxeram uma surpresa hawkish, com vários membros a mostrarem abertura para aumentar as taxas se a inflação permanecer elevada e os pedidos iniciais de desemprego para a semana encerrada a 14 de fevereiro caíram acentuadamente para 206.000, bem abaixo dos 225.000 esperados
Reino Unido
No Reino Unido, a taxa de desemprego subiu de 5,1% no período anterior para 5,2% nos três meses até dezembro de 2025. Este foi o nível mais alto desde o início de 2021. Já a inflação subjacente diminuiu para 3,1% em janeiro, o nível mais baixo desde agosto de 2021
Japão
No Japão, o produto interno bruto (PIB) do quarto trimestre cresceu 0,1%, abaixo dos 0,4% esperados e a inflação subjacente diminuiu de 2,4% para 2% em janeiro
Austrália
A economia australiana criou 17.800 empregos em janeiro, um pouco abaixo dos 20 000 esperados. No entanto, a taxa de desemprego manteve-se estável nos 4,1%, contrariando as previsões de um aumento para 4,2%.
Nova Zelândia
O Banco Central da Nova Zelândia (RBNZ) manteve as taxas inalteradas nos 2,25%, depois de um ciclo agressivo de cortes que totalizou 325 pontos-base desde o pico dos 5,50%.
Destaques da semana que vem
Índice de Confiança do Consumidor da Conference Board
Data: terça-feira, 24 de fevereiro, às 15h00 GMT
A queda acentuada levou-o ao nível mais baixo desde maio de 2014 (82,2), ultrapassando até mesmo os níveis mais baixos do período da pandemia da Covid-19. Olhando para fevereiro, há uma expectativa provisória de uma recuperação modesta da confiança.
Este otimismo decorre de evidências recentes de estabilização do mercado de trabalho, com os pedidos de subsídio de desemprego a mostrarem resiliência e os números do desemprego a permanecerem estáveis, sugerindo que os piores receios sobre perdas generalizadas de postos de trabalho podem não se concretizar. No entanto, para uma melhoria sustentada do sentimento dos consumidores, serão cruciais sinais claros de abrandamento da inflação e maior certeza económica.
Índice de Preços no Consumidor na Austrália
Data: quarta-feira, 25 de fevereiro, às 00h30 GMT
Os números da inflação de dezembro mostraram um aumento notável nas pressões de preços no final do ano. O IPC geral aumentou 3,8% em relação ao ano anterior, acima dos 3,4% em novembro, excedendo as expectativas do mercado de 3,6%. A média ajustada, a medida subjacente preferida do Banco Central da Austrália (RBA), subiu para 3,3%, com a inflação subjacente trimestral nos 0,9%.
Estes números sugerem uma inflação persistente além dos itens voláteis. Para o relatório de inflação de janeiro, as previsões sugerem um ligeiro arrefecimento, com a inflação geral a diminuir para cerca de 3,6% e a média ajustada para 3,1%. Esses dados são cruciais, pois a confirmação de uma moderação poderia manter as taxas inalteradas em março e, potencialmente, em maio.
Inflação na Zona Euro
Data: quarta-feira, 25 de fevereiro, às 10h00 GMT
Para a semana serão divulgados os dados da inflação de janeiro na Zona Euro. Espera-se um valor de 1,7%, abaixo dos 2,0%, com os mercados a anteciparem que o BCE possa manter as taxas em níveis baixos por mais tempo.
Inflação e PIB português
Data: sexta-feira, 27 de fevereiro, às 11h00 GMT
Para a semana a economia portuguesa estará sob escrutínio, uma vez que serão divulgados os dados da inflação de fevereiro e do PIB do quarto trimestre de 2025 em Portugal. A inflação tem vindo a desacelerar nos últimos meses — janeiro fixou-se perto de 1,9%, abaixo dos 2,2% de dezembro — e o mercado espera que fevereiro confirme esta trajetória de estabilização em torno dos 2%.
Quanto ao PIB, depois de um crescimento moderado ao longo de 2025, os investidores vão avaliar se a economia mantém resiliência ou se começa a evidenciar sinais mais claros de abrandamento. Época de resultados do quarto trimestre de 2025
Resultados de empresas
A época de resultados do quarto trimestre de 2025 continua a decorrer, com relatórios previstos para a próxima semana de empresas como a Home Depot, HP, Zoom, Salesforce, NVIDIA, Snowflake, Dell, CoreWeave, Intuit e Zscaler.
Última hora: PMIs europeus preliminares acima das expectativas; EURUSD em alta
Calendário económico: PMI's europeus e PCE, PIB, dados do PMI dos EUA
Resumo diário (20.02.2026)
Calendário económico: Balança comercial e pedidos de desemprego nos EUA 🔎
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