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17:59 · 31 de março de 2026

Última hora: Mercados registam uma subida na sequência da declaração do presidente iraniano sobre um possível fim do conflito

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O presidente iraniano Masoud Pezeshkian emitiu uma declaração na terça-feira que causou imediatamente um grande impacto nos mercados financeiros globais. A sua mensagem foi clara: o Irão não procura a guerra e está disposto a pôr-lhe fim, mas apenas em troca de garantias de segurança formais que protejam o país de novos ataques.

Pezeshkian salientou que o Irão tinha encetado conversações diplomáticas de boa-fé antes do início do conflito e que só após essas conversações é que ocorreram os ataques militares por parte dos EUA e de Israel. Descreveu as ações militares de ambos os países como crimes sem precedentes e violações do direito internacional. Criticou também os países da região que acolhem bases militares dos EUA, acusando-os de passividade relativamente à utilização dessas instalações para atacar o Irão. Apelou à Europa para que assumisse um «envolvimento profissional em conformidade com o direito internacional» e se afastasse da sua posição atual. As garantias de que os ataques ao Irão não serão retomados continuam a ser uma condição fundamental para a paz.

Reação do mercado

Os investidores interpretaram esta declaração como o primeiro sinal diplomático concreto proveniente de Teerão e começaram imediatamente a reduzir o prémio de risco geopolítico:

  • O S&P 500 subiu 162 pontos, registando um aumento de 2,55%
  • O Nasdaq subiu 675 pontos, ou seja, 3,27%
  • O Dow Jones subiu mais de 1000 pontos, o que representa um aumento de 2,27%
  • A taxa de rendibilidade das obrigações do Tesouro dos EUA a 10 anos caiu 5 pontos base para 4,292%, enquanto a taxa de rendibilidade das obrigações a 2 anos caiu 6,2 pontos base para 3,768%
  • O preço do petróleo bruto WTI desceu abaixo dos máximos intradiários e passou a registar valores negativos, sendo negociado em torno dos 101 dólares, ainda acima do nível-chave dos 100 dólares

Contexto e ressalvas

A reação eufórica do mercado decorre de um facto simples: nas últimas semanas, o mercado tem vindo a precificar o cenário de uma escalada em grande escala e do encerramento do Estreito de Ormuz, por onde passam aproximadamente 20% do abastecimento mundial de petróleo. Qualquer sinal de desaceleração indica uma reversão deste prémio de risco. Ao mesmo tempo, é necessária cautela, no mesmo dia, a agência de notícias iraniana Fars informou que o Irão está a ameaçar atacar o porto de Fujairah, nos Emirados Árabes Unidos, e um oleoduto fundamental que contorna o Estreito de Ormuz, caso os EAU não cessem o apoio aos EUA e a Israel. Teerão está, assim, a jogar em duas frentes simultaneamente: a diplomática e a militar, e a sustentabilidade da euforia do mercado depende em grande parte da forma como Washington responderá à oferta de Pezeshkian.

Fonte: xStation5
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