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10:06 · 19 de novembro de 2019

Abertura de Mercado, por André Pires

O mercado americano fechou ontem ligeiramente em alta, em novos recordes. Já o Asiático, sem tendência definida. Apesar das tensões comerciais, o anúncio de um alargamento por mais três meses da autorização para as empresas norte-americanas venderem equipamento à tecnológica chinesa Huawei ajudou ao otimismo.
 
O presidente americano Trump disse a Jerome Powell na reunião de segunda-feira que a Fed estabeleceu taxas de juros muito altas em relação a outros países, o que indicia alguma pressão para um corte de taxas. 
 
Hoje à noite teremos o primeiro debate entre o PM Boris Johnson e o líder do partido Trabalhista. Lembro que o Reino Unido tem eleições gerais antecipadas no próximo dia 12 de dezembro, e a saída da União Europeia foi adiada para 31 de janeiro.
 
Quanto a lançamento de dados com impacto no mercado, a Associação de Construtores Europeus de Automóveis (ACEA) divulga as vendas de automóveis ligeiros de passageiros na Europa em outubro, e nos Estados Unidos, destaque para a divulgação dos dados relativos às licenças para construção de casas e ao arranque de novas construções em outubro. Os investidores esperam que estes dados indiquem crescimento. Caso contrário, o mercado pode ser atingido por algum pessimismo.
 
Em Portugal
 
A bolsa portuguesa arrancou a sessão de hoje no verde, a contrariar os maus inícios dos últimos dias. Segundo a Bloomberg, os mercados internacionais estão numa fase de "esperar para ver", em resultado do clima comercial (EUA- China) e político (com o Brexit e as eleições antecipadas do RU). Esse clima estagnante tem expecial impacto em economias mais frageis, como a de Portugal. Mas também na Europa, as sessões iniciam pouco expressivas. 
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