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08:30 · 24 de outubro de 2019

Abertura de Mercado por Carla Maia Santos e André Pires

  • As bolsas abrem otimistas, com a possibilidade de um acordo entre os EUA e a China, no próximo encontro no Chile, mesmo depois de as empresas norte-americanas mais dependentes do mercado externo terem apresentado resultados abaixo do esperado.
 
 

A Caterpillar, a empresa considerada o barómetro das relações da economia externa, apresentou resultados abaixo do esperado e diminuiu as suas projeções para 2019. A Boeing também apresentou resultados abaixo do esperado. Mesmo assim estas empresas reagem em alta, com os investidores esperançosos que um acordo entre os dois gigantes comerciais, possa dar uma 'lufada de ar fresco' aos resultados das empresas, no final do ano.

 

Hoje é o dia da 3M e do Twitter apresentarem resultados, antes da abertura de mercado. A Intel, a Amazon e a Visa apresentam resultados depois do fecho de mercado.

 

Hoje decorre a reunião do BCE, não se esperam grandes anúncios nem muita volatilidade no mercado, vinda da reunião, pois será a última reunião presidida por Mario Draghi. A 1 de novembro, Christine Lagarde assume o cargo de presidente do BCE.

 

 

 

PSI20 por André Pires

 
A bolsa nacional abre em alta, em parte graças ao desempenho das ações da Jerónimo Martins, que sobe mais de 1,3%.
 
 
Para o bem ou para o mal, empresas como a Jerónimo Martins estão debaixo da mira dos investidores, que sistematicamente as avaliam pela sua capacidade de superar as expectativas do mercado. Os investidores reagiram positivamente à apresentação de resultados da retalhista, que superou as expectativas, apresentando uma posição cada vez mais consolida na Polónia (com a Biedronka) e com grande expansão na América Latina (com a Ara) (que aumentou as vendas em quase 35%).
 
 
A próxima grande publicação de resultados será na próxima semana, da Navigator (29-out). Depois do tombo do início do mês, a papeleira está a negociar num canal ascendente desde o dia 11 deste mês. Este crescimento pode resultar de uma antecipação da apresentação dos resultados, na expectativa de ver o bom desempenho confirmado na data da emissão do relatório.
 
 
Ainda a impulsionar o índice nacional, temos os CTT e a Mota-Engil. A primeira, prossegue a recuperação iniciada no final do mês passado, recuperando as perdas cinco meses e voltado a valores de Abril (2,6€/ação), com tendência altista. A próxima resistência a observar localiza-se perto dos 2,8€/ação.
Já a Mota-Engil está a lateralizar, e uma quebra em alta pode representar uma subida de até 6%, recuperando para os máximos do mês passado.
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