Os resultados das eleições europeias não criaram insegurança no seio dos investidores, levando as yields das bunds alemãs a tocarem em mínimos de setembro de 2019.
Os investidores continuam assim atentos às relações comerciais internacionais, à possibilidade de um acordo entre os EUA e o Japão e apreensivos quanto ao encontro entre os EUA e a China na próxima reunião do G20, no final de Junho.
As bolsas abrem em alta mas mantêm uma tendência indefinida ou lateral nos últimos dias, a aguardarem notícias que retire dúvidas em relação ao crescimento económico global e ao futuro das relações internacionais.
Ontem o setor automóvel, que tem estado sob forte pressão vendedora, face à possibilidade de os EUA avançarem com impostos à importação de automóveis europeus, disparou em alta com a notícia de uma possível fusão entre a Fiat italiana e a Renault francesa. Se assim for, o sector automóvel europeu fica mais forte e com maior poder negocial face à concorrência e face aos EUA.
A Fiat/Renault tornar-se-à a terceira maior empresa automóvel mundial, abaixo apenas da Volkswagen e da Toyota.
A Mitsubishi valorizou mais de 5% e a Nissan mais de 2%.
Em Portugal, a Sonae SGPS entra em data de ex-dividendo, alertando os investidores para a possível desvalorização dos próximos dias.
A Navigator avançou com recompra de ações próprias, alertando os investidores para poderem seguir as 'pesadas' da própria empresa.
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