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09:33 · 31 de maio de 2019

Abertura dos Mercados - 31 de Maio de 2018

As bolsas abrem em baixa com os receios sobre o abrandamento global face à guerra comercial.

Desta vez é o México a ser visado com o aumento dos impostos à importação por parte dos EUA. Os EUA avançam com impostos de 5% a ter início a 10 de junho.

Nesta guerra comercial, enquanto que, a maioria dos países mostram, há muito, sinais de abrandamento económico, os EUA têm passado 'entre a chuva' pelo abrandamento económico.
Mas eis que os dados macroeconómicos começam a alertar, pela negativa, os investidores e analistas.
Primeiro a actividade manufactureira e indiustrial dão sinais de alerta e depois o PIB, divulgado ontem, sai abaixo do esperado.
Os EUA têm conseguido 'fugir' a este abrandamento, uma vez que o PIB depende principamente da economia interna e não da externa.
Hoje os investidores estão de olhos postos nos indicadores.
Vão ser divulgado dados sobre o consumo e inflação das famílias. Se estes dados saírem abaixo do esperado, poderão dar novo impulso baixista nos mercados, uma vez que terão impacto nas yields de longo prazo, podendo contribuir para uma yield curve mais invertida. E no passado, a yield curve invertida deu início às recessões.

A contribuir para o sentimento negativo nos mercados, estão também os dados da manufactura industrial chinesa, que saíram abaixo dos 50. Valores abaixo dos 50 indicam contração da economia.

A Altri apresentou resultados acima dos valores anteriores, levando esta a reagir em alta e a ser a empresa que mais valoriza dentro do PSI20. Mas os custos da Altri também subiram com a paragem da unidade da Celbi. 

A Galp é a empresa mais penalizada no PSI20, com o alastrar da guerra comercial a pressionar o preço do petróleo e a impactar assim diretamente na cotação da empresa portuguesa.
A guerra comercial, pressupõe um maior abrandamento económico e portanto um menor consumo do 'ouro negro' e consequentemente leva à queda da cotação do petróleo.

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