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09:30 · 16 de janeiro de 2026

Acordo comercial entre a China e o Canadá: O que significa para os mercados?

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O Canadá e a China estão a tnegociar uma parceria que poderá ser transformadora para ambas as economias. O Primeiro-Ministro canadiano , Mark Carney, reuniu-se com o Presidente chinês, Xi Jinping, em Pequim. Esta foi a primeira visita de um primeiro-ministro canadiano à China desde 2017. A reunião resultou numa nova estratégia de cooperação que abrange sectores-chave do comércio e do investimento.

Áreas-chave de cooperação entre China e Canadá

O acordo visa reforçar a colaboração em sectores como a agricultura e a indústria alimentar. O Canadá espera aumentar a exportação de produtos agrícolas e alimentares para a China, o seu segundo maior parceiro comercial. Espera-se que a energia, tanto convencional como renovável, beneficie de novos investimentos e da transferência de tecnologia. Os serviços financeiros também serão objeto de desenvolvimento, incluindo a banca, o investimento e um acesso mais fácil para as empresas que operam em ambos os países.

Barreiras e desafios do acordo comercial 

No entanto, a parceria não está isenta de obstáculos. O Canadá continua a impor direitos aduaneiros a alguns produtos chineses, incluindo veículos eléctricos. Pequim impôs restrições aos produtos agrícolas canadianos, que nos últimos anos limitaram as suas exportações para a China. Apesar destes desafios, os especialistas acreditam que o acordo tem o potencial de impulsionar o comércio e o investimento a longo prazo entre o Canadá e a China.

Potenciais implicações para o mercado

A nova cooperação poderá ter um impacto nos mercados financeiros e nas exportações canadianas de várias formas. Poderá registar-se um aumento das exportações de matérias-primas e produtos agrícolas, incluindo trigo, soja, carne e produtos lácteos. Os fluxos de investimento provenientes da China poderão aumentar, sobretudo nos sectores energético e financeiro.

A estabilização do comércio é outro resultado potencial, reduzindo a dependência do Canadá do mercado dos EUA e reforçando a sua presença na Ásia. No entanto, os peritos alertam para o facto de os efeitos do acordo se desenvolverem gradualmente e dependerem da eliminação bem sucedida dos direitos aduaneiros e da implementação de mecanismos de apoio à cooperação a longo prazo.

O acordo Canadá-China abre novas oportunidades para o comércio e o investimento, dando a ambos os países a possibilidade de reforçar a sua posição no mercado mundial. Embora subsistam desafios, os mercados vêem potencial para impactos significativos nos preços dos produtos de base, no desenvolvimento do sector financeiro e no aumento das exportações de produtos agrícolas, o que poderá trazer benefícios tangíveis para ambas as economias a longo prazo.

Um beneficiário natural desta mudança poderá ser a Nutrien, um produtor mundial de potássio e de fertilizantes multi-nutrientes e um dos principais fornecedores dos agricultores canadianos. A empresa tem a ganhar com o aumento da área cultivada e das exportações de canola, ervilhas e outras culturas.

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