Mesmo que todos os olhos continuem voltados para o Médio Oriente, a quinta-feira trará várias publicações que podem romper o ruído do mercado devido à questão premente dos bancos centrais e ao novo risco de inflação dos preços da energia.
Na Europa, serão publicadas as atas da última reunião do BCE, onde a maior atenção será dada à discussão sobre a taxa de câmbio do euro.
O equilíbrio de riscos anterior à guerra no Médio Oriente já não existe de facto, pelo que a atitude do Conselho do BCE em relação a um euro potencialmente demasiado forte, que, reconhecidamente, já regressou de perto de 1,20 para 1,16, poderá revelar-se a única pista real para o futuro. Antes das atas, esperamos também os dados relativos às vendas a retalho na zona euro, enquanto a presidente do BCE, Christine Lagarde, falará à noite.
Para o zloty polaco, o papel mais importante será desempenhado pela conferência do governador do NBP, Prof. Adam Glapiński. O Conselho de Política Monetária baixou ontem as taxas de juro, como esperado, em 25 pontos base para 3,75%, apesar do choque geopolítico e das preocupações com um regresso global da pressão inflacionista.
Do outro lado do Atlântico, o mais importante do ponto de vista da política da FED, serão os pedidos de subsídio de desemprego, e os dados relativos aos inventários de gás poderão atrair atenção adicional devido ao conflito no Médio Oriente.
Os resultados financeiros serão publicados, entre outros, pela Costco e pela JD.com.
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