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15:14 · 27 de março de 2026

Destaques da semana (30 mar–5 abr)

Principais conclusões
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Principais conclusões
  • Petróleo é o principal driver do mercado neste momento, impulsionado pelo risco geopolítico no Médio Oriente
  • Juros voltam a subir globalmente, com mercados a abandonarem o cenário de cortes
  • Bolsas em correção, especialmente no setor tecnológico
  • Risco de estagflação na Europa está a aumentar
  • Payroll dos EUA será decisivo para perceber a força da economia
  • Qualquer notícia sobre o Irão pode gerar forte volatilidade
  • Inflação em Portugal ganha relevância, sobretudo na componente energética

Geopolítica e petróleo dominam os mercados globais

O principal tema da semana foi a escalada do conflito envolvendo o Irão e o risco sobre o Estreito de Ormuz, responsável por cerca de 20% do fluxo global de petróleo e gás.

Este cenário manteve o petróleo em forte alta, com o Brent a regressar à zona dos 105 dólares por barril. Como consequência:

  • Aumentaram as expectativas de inflação
  • As bolsas globais registaram quedas
  • A volatilidade intensificou-se na maioria dos ativos

Os investidores passaram a encarar o choque energético como o principal risco macroeconómico do momento. Qualquer evolução no conflito, nomeadamente operações terrestres, poderá ter impacto direto nos mercados financeiros.

Juros da dívida sobem e afastam o cenário de cortes

A subida dos preços da energia voltou a colocar a inflação no centro das atenções, levando a um aumento expressivo das yields.

Nos EUA:

  • As yields a 10 anos atingiram 4,464%
  • O mercado deixou de considerar cortes da Federal Reserve como cenário base

Na Europa:

  • Os mercados passaram de expectativas de estabilidade ou descidas para várias subidas de taxas de juro
  • Já se antecipam até 3 aumentos em 2026

Este cenário aumenta o risco de estagflação, sobretudo na Europa, combinando inflação elevada com crescimento económico fraco.

Bolsas em queda: tecnologia lidera perdas

Os mercados acionistas registaram uma correção significativa.

Nos EUA:

  • O Nasdaq Composite entrou em correção (queda superior a 10% face ao máximo)
  • O S&P 500 caminha para a quinta semana consecutiva de perdas
  • As “Magnificent 7” acumulam uma correção de cerca de 18% desde novembro

Na Europa:

  • O Euro Stoxx 50 já recua cerca de 12% desde fevereiro

Os principais fatores de pressão incluem:

  • Subida do petróleo

  • Juros da dívida pública mais elevadas 

  • Preocupações com o crescimento económico

Próxima semana: 3 temas-chave para os mercados

Payroll dos EUA (3 de abril)

O relatório de emprego (Non-Farm Payrolls) será o principal catalisador da semana.

Expectativas:

  • Criação de cerca de 48 mil empregos
  • Taxa de desemprego nos 4,5%

Após um mês fraco, este dado poderá confirmar um abrandamento mais acentuado da economia norte-americana, com possível impacto da inteligência artificial na criação de emprego.

Irão e Estreito de Ormuz continuam no radar

A evolução do conflito continuará a ser o principal fator de volatilidade.

Cenários possíveis:

  • Distensão: queda do petróleo, alívio nas yields e recuperação das bolsas
  • Escalada: aumento da aversão ao risco e novas quedas nos mercados

Inflação em Portugal (31 de março)

Portugal divulga novos dados do Índice de Preços no Consumidor.

Pontos de atenção:

  • Impacto do aumento dos combustíveis
  • Pressão na componente energética
  • Efeito no orçamento das famílias e empresas

Agenda de Webinars para a semana que vem

  • 30/03 às 14h30 - Análise Semanal com Henrique Tomé

  • 31/03 às 14h30 - Abertura do Mercado Americano com Vítor Madeira

  • 01/04 às 14h30 - Abertura do Mercado Americano com João Cruz

  • 02/04 às 14h30 - Abertura do Mercado Americano com João Cruz

27 de março de 2026, 14:56

Abertura da sessão americana: A queda em Wall Street agrava-se

27 de março de 2026, 14:21

Índice de Confiança de Michigan destaca as preocupações quanto a um aumento repentino da inflação nos EUA a curto prazo

27 de março de 2026, 08:05

Calendário económico: Calendário económico calmo

26 de março de 2026, 08:44

Confiança dos consumidores diminui na Alemanha e em França devido ao aumento dos preços da energia

Este material é uma comunicação de marketing na aceção do artigo 24.º, n.º 3, da Diretiva 2014/65 / UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 15 de maio de 2014, sobre os mercados de instrumentos financeiros e que altera a Diretiva 2002/92 / CE e Diretiva 2011/61/ UE (MiFID II). A comunicação de marketing não é uma recomendação de investimento ou informação que recomenda ou sugere uma estratégia de investimento na aceção do Regulamento (UE) n.º 596/2014 do Parlamento Europeu e do Conselho de 16 de abril de 2014 sobre o abuso de mercado (regulamentação do abuso de mercado) e revogação da Diretiva 2003/6 / CE do Parlamento Europeu e do Conselho e das Diretivas da Comissão 2003/124 / CE, 2003/125 / CE e 2004/72 / CE e do Regulamento Delegado da Comissão (UE ) 2016/958 de 9 de março de 2016 que completa o Regulamento (UE) n.º 596/2014 do Parlamento Europeu e do Conselho no que diz respeito às normas técnicas regulamentares para as disposições técnicas para a apresentação objetiva de recomendações de investimento, ou outras informações, recomendação ou sugestão de uma estratégia de investimento e para a divulgação de interesses particulares ou indicações de conflitos de interesse ou qualquer outro conselho, incluindo na área de consultoria de investimento, nos termos do Código dos Valores Mobiliários, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 486/99, de 13 de Novembro. A comunicação de marketing é elaborada com a máxima diligência, objetividade, apresenta os factos do conhecimento do autor na data da preparação e é desprovida de quaisquer elementos de avaliação. A comunicação de marketing é elaborada sem considerar as necessidades do cliente, a sua situação financeira individual e não apresenta qualquer estratégia de investimento de forma alguma. A comunicação de marketing não constitui uma oferta ou oferta de venda, subscrição, convite de compra, publicidade ou promoção de qualquer instrumento financeiro. A XTB, S.A. - Sucursal em Portugal não se responsabiliza por quaisquer ações ou omissões do cliente, em particular pela aquisição ou alienação de instrumentos financeiros. A XTB não aceitará a responsabilidade por qualquer perda ou dano, incluindo, sem limitação, qualquer perda que possa surgir direta ou indiretamente realizada com base nas informações contidas na presente comunicação comercial. Caso o comunicado de marketing contenha informações sobre quaisquer resultados relativos aos instrumentos financeiros nela indicados, estes não constituem qualquer garantia ou previsão de resultados futuros. O desempenho passado não é necessariamente indicativo de resultados futuros, e qualquer pessoa que atue com base nesta informação fá-lo inteiramente por sua conta e risco.