Leia mais
07:52 · 13 de maio de 2026

Petróleo: EIA aponta para um choque maior na oferta do que esperado 🔎

Os preços do petróleo continuam altamente sensíveis à evolução da situação no Médio Oriente, com o Brent e o WTI a manterem-se ainda em torno dos 100 dólares por barril, apesar de uma ligeira retração hoje. O mercado continua a ser sustentado pelas perturbações em curso no Estreito de Ormuz, onde o bloqueio continua a restringir uma parte significativa da oferta global. Os preços começaram a registar uma ligeira descida após três dias consecutivos de subidas, à medida que os investidores procuravam maior clareza relativamente ao frágil cessar-fogo e à próxima cimeira entre Trump e Xi na China.

As últimas previsões da EIA apontam para um choque de oferta muito mais profundo e duradouro do que o anteriormente esperado. A agência parte agora do princípio de que o Estreito de Ormuz permanecerá efetivamente fechado até ao final de maio, com as perdas de oferta de petróleo do Médio Oriente a atingirem um pico de cerca de 10,8 milhões de barris por dia este mês. Consequentemene, prevê-se que os stocks globais diminuam em 2,6 milhões de barris por dia este ano, uma redução significativamente maior do que nas previsões anteriores. A EIA prevê que o Brent atinja uma média de cerca de 106 dólares por barril em maio e junho, antes de recuar para 89 dólares no quarto trimestre, à medida que a produção regional se recupera gradualmente. Ao mesmo tempo, a agência alerta que, se as perturbações persistirem por mais um mês, os preços poderão subir temporariamente mais 20 dólares por barril.

Ao mesmo tempo, os preços elevados estão a pesar cada vez mais nas perspetivas de procura. A EIA reduziu a sua previsão para o crescimento da procura global de petróleo para apenas 200 mil barris por dia este ano, face aos 600 mil anteriores, citando a destruição da procura causada pelos elevados custos energéticos. O combustível mais caro já se está a traduzir em preocupações mais generalizadas com a inflação, complicando as perspetivas para os consumidores, os bancos centrais e a economia dos EUA.

 

12 de maio de 2026, 18:35

Resumo do dia: Wall Street em queda após dados da inflação

12 de maio de 2026, 17:55

BREAKING: O Senado dá luz verde a Warsh. Mercados mostram-se cautelosos devido a preocupações

12 de maio de 2026, 13:50

Últimas hora: IPC dos EUA revela pressões inflacionistas persistentes! O dólar valoriza-se após a divulgação dos dados!

12 de maio de 2026, 12:20

EURUSD regista uma queda de 0,3% antes do IPC

Este material é uma comunicação de marketing na aceção do artigo 24.º, n.º 3, da Diretiva 2014/65 / UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 15 de maio de 2014, sobre os mercados de instrumentos financeiros e que altera a Diretiva 2002/92 / CE e Diretiva 2011/61/ UE (MiFID II). A comunicação de marketing não é uma recomendação de investimento ou informação que recomenda ou sugere uma estratégia de investimento na aceção do Regulamento (UE) n.º 596/2014 do Parlamento Europeu e do Conselho de 16 de abril de 2014 sobre o abuso de mercado (regulamentação do abuso de mercado) e revogação da Diretiva 2003/6 / CE do Parlamento Europeu e do Conselho e das Diretivas da Comissão 2003/124 / CE, 2003/125 / CE e 2004/72 / CE e do Regulamento Delegado da Comissão (UE ) 2016/958 de 9 de março de 2016 que completa o Regulamento (UE) n.º 596/2014 do Parlamento Europeu e do Conselho no que diz respeito às normas técnicas regulamentares para as disposições técnicas para a apresentação objetiva de recomendações de investimento, ou outras informações, recomendação ou sugestão de uma estratégia de investimento e para a divulgação de interesses particulares ou indicações de conflitos de interesse ou qualquer outro conselho, incluindo na área de consultoria de investimento, nos termos do Código dos Valores Mobiliários, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 486/99, de 13 de Novembro. A comunicação de marketing é elaborada com a máxima diligência, objetividade, apresenta os factos do conhecimento do autor na data da preparação e é desprovida de quaisquer elementos de avaliação. A comunicação de marketing é elaborada sem considerar as necessidades do cliente, a sua situação financeira individual e não apresenta qualquer estratégia de investimento de forma alguma. A comunicação de marketing não constitui uma oferta ou oferta de venda, subscrição, convite de compra, publicidade ou promoção de qualquer instrumento financeiro. A XTB, S.A. - Sucursal em Portugal não se responsabiliza por quaisquer ações ou omissões do cliente, em particular pela aquisição ou alienação de instrumentos financeiros. A XTB não aceitará a responsabilidade por qualquer perda ou dano, incluindo, sem limitação, qualquer perda que possa surgir direta ou indiretamente realizada com base nas informações contidas na presente comunicação comercial. Caso o comunicado de marketing contenha informações sobre quaisquer resultados relativos aos instrumentos financeiros nela indicados, estes não constituem qualquer garantia ou previsão de resultados futuros. O desempenho passado não é necessariamente indicativo de resultados futuros, e qualquer pessoa que atue com base nesta informação fá-lo inteiramente por sua conta e risco.