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08:08 · 23 de julho de 2019

Por Carla Maia Santos, Abertura de Mercado

As bolsas acionistas reagem em alta e recuperam das quedas da semana passada, com a reunião do BCE na mira.
 
A expetativa geral é que tanto o BCE, na Europa, como a FED, nos EUA avancem com cortes nas taxas de juro, ainda este mês, de forma a estimularem a economia.
O BCE pode avançar com perspetiva de cortes nas taxas já esta quinta-feira, levando o euro a desvalorizar, mas este é um movimento já esperado, não sendo de esperar um movimento brusco no EURUSD.
 
Esta vai ser uma semana repleta de divulgação de resultados.
Na Europa, o UBS e o Santander já apresentaram resultados.
Esta semana, empresas que compõem o acrónimo FAANG, divulgam os resultados, como o Facebook, a Amazon e a Google. As empresas tecnológicas são as que mais têm puxado os índices a atingirem máximos históricos consecutivos, nos EUA.
 
No Reino Unido, a libra negoceia sobre pressão, com receio de que o euro-cético Boris Johnson ascenda a primeiro-ministro, em substituição a Theresa May. Os investidores receiam que Johnson saia da UE sem acordo, a 31 de outubro.
 
O petróleo segue a reagir em alta, com pressão colocada do lado da oferta, com as tensões entre o Irão e os seus pares comerciais.
 

PSI20

Em Portugal, a NOS apresentou um resultado líquido de mais 13%, face ao memo período do ano anterior. Mesmo assim não se destaca no PSI20, com os investidores a aguardarem a conferência de imprensa às 12h.
 
O BCP corrige dos máximos do ano, com os investidores cautelosos quanto às margens financeiras do setor bancário. O corte das taxas de juro na Europa, que poderão ser anunciadas já esta quinta-feira, colocam pressão sobre a rentabilidade futura dos bancos.
 
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