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08:27 · 31 de julho de 2019

Por Carla Maia Santos - Abertura de Mercado

As bolsas negoceiam na 'linha de água' a aguardarem as decisões da FED.
 
'Em cima da mesa' está a hipótese de a FED avançar com cortes nas taxas de juro, pela primeira vez, em mais de uma década, depois da grande crise financeira.
 
Espera-se que a FED avance com um corte de 25 pb como forma de seguro, ou seja, de forma a que o abrandamento global não chegue aos EUA e tomando assim uma posição preventiva. A baixa inflação é outro motivo para a FED avançar com cortes nas taxas de juro.
O Presidente Donald Trump continua a pressionar a FED para avançar com cortes nas taxas de juro, mas na casa dos 50 pb. Trump voltou a twittar que um corte pequeno não é suficiente e voltou a ameaçar a China, muito provavelmente, para mostrar à FED que a guerra comercial pode continuar e afetar a economia americana. Trump diz que a China deve tomar uma posição antes das eleições, em novembro de 2020. Depois dessa data será difícil chegarem a acordo. 
 
  • Se a FED avançar com cortes de 25 pb, o Dólar tende a desvalorizar e o EURUSD a reagir em alta, tal como o Ouro e os Índices Acionistas.
 
  • Mas se a FED avançar com um corte de 50 pb, os investidores poderão entender que afinal a economia americana não está tão positiva como se pensava, tendo a FED que agir de forma mais agressiva e podendo levar a uma reação em baixa das bolsas. Esta pode ser uma decisão que 'poderá virar-se' contra Trump.
 
A época dos reaultados empresariais continua a 'todo o vapor'.
 
A Apple ontem apresentou resultados abaixo dos valores anteriores mas mesmo assim, acima do valor esperado, levando a cotação das ações a valorizarem mais de 4%, em pre-market. Os investidores reagem mais em função da expectativa do que da evolução dos números.
 

PSI20

 
O BCP ontem desvalorizou mais de 5%, depois de apresentar os resultados e com receios de que o BCE avance com cortes nas taxas de juro, em setembro, esmagando as margens do setor bancário. Hoje a divulgação de resultados de Bancos, como o BBVA e o BNP Paribas poderão influenciar o sentimento dos investidores do BCP.
A possibilidade de redução das taxas nos EUA não têm uma relação direta com a rentabilidade da banca europeia, mas poderá influenciar negativamente, por osmose, o sentimento dos investidores do setor bancário.
 
Hoje a Altri apresenta resultados após fecho de mercado.
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