A icónica produtora de refrigerantes (principalmente) doces e gaseificados divulgou os seus resultados para o quarto trimestre do ano fiscal de 2025, juntamente com as suas perspetivas de vendas para 2026. Os resultados não são desastrosos; no entanto, a reação dos investidores sugere claramente desapontamento.
Visão trimestral
O EPS caiu para US$ 0,58, o que, no entanto, ficou acima das expectativas do mercado, de cerca de US$ 0,56.
A receita também diminuiu, desta vez mais do que o mercado esperava, para 11,8 mil milhões de dólares, contra as expectativas dos investidores de 12 mil milhões de dólares.
Em uma base anual, o EPS aumentou 4%, e o fato de o número ter ficado acima do consenso dos analistas aponta para uma gestão de custos excepcionalmente eficaz. A receita também aumentou em relação ao ano anterior, embora apenas 2%.
O volume de vendas aumentou 1%, com crescimento nos EUA, Japão e Brasil. A empresa também conseguiu aumentar os preços, com um aumento médio anual de 4%.
A administração comunicou uma série de decisões operacionais e estratégicas importantes. O novo CEO e atual COO, Henrique Braun, apontou para as pressões do lado da procura, que a empresa está a enfrentar com a oferta de novos tamanhos de embalagens adaptados a clientes menos abastados.
O que está a preocupar os investidores?
O que pode ter preocupado mais os acionistas é a perspetiva de vendas para 2026. O crescimento orgânico da receita deve ficar entre 4% e 5%, enquanto os lucros devem aumentar entre 7% e 8%. Essas não são previsões de crescimento particularmente dinâmicas, e o mercado ainda está incerto sobre como a empresa lidará com a pressão fundamental decorrente da mudança nos hábitos dos consumidores.
Gráfico COKE.US (D1)
Resumo do dia: Prata afunda 9% 🚨Índices, crypto e metais preciosos sob pressão
US100 perde 1,5% 📉
O ouro cai 3% em função da preparação dos mercados para a pausa do Ano Novo Lunar Chinês
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