- Ações da Glencore: alta de quase 8%.
- Ações da Rio Tinto: queda de 1,7%. Os acionistas temem que a aquisição da Glencore seja dispendiosa e complexa.
- Preço do cobre: atinge os preços mais elevados da história, mais de 13.000 dólares por tonelada.
- Data importante: 5 de fevereiro de 2026. Até essa data, a Rio deve anunciar publicamente se realmente fará uma oferta para adquirir a Glencore. Se desistir, deverá esperar seis meses antes de poder competir com outro rival.
- Carvão: Este é o maior problema. A Rio não quer carvão, mas a Glencore é uma das maiores produtoras mundiais de carvão térmico. Os negociadores vão debater esta questão durante as próximas semanas.
- Concorrência: A BHP está à espera. Esta empresa também pretende expandir as suas operações de cobre. Se as negociações entre a Rio e a Glencore não forem bem-sucedidas, a BHP poderá entrar em cena.
- Setor mineiro: Toda a indústria mineira europeia está a crescer graças a esta notícia. O índice europeu de commodities está em alta e os investidores estão a voltar às ações mineiras.
- Ações da Glencore: alta de quase 8%.
- Ações da Rio Tinto: queda de 1,7%. Os acionistas temem que a aquisição da Glencore seja dispendiosa e complexa.
- Preço do cobre: atinge os preços mais elevados da história, mais de 13.000 dólares por tonelada.
- Data importante: 5 de fevereiro de 2026. Até essa data, a Rio deve anunciar publicamente se realmente fará uma oferta para adquirir a Glencore. Se desistir, deverá esperar seis meses antes de poder competir com outro rival.
- Carvão: Este é o maior problema. A Rio não quer carvão, mas a Glencore é uma das maiores produtoras mundiais de carvão térmico. Os negociadores vão debater esta questão durante as próximas semanas.
- Concorrência: A BHP está à espera. Esta empresa também pretende expandir as suas operações de cobre. Se as negociações entre a Rio e a Glencore não forem bem-sucedidas, a BHP poderá entrar em cena.
- Setor mineiro: Toda a indústria mineira europeia está a crescer graças a esta notícia. O índice europeu de commodities está em alta e os investidores estão a voltar às ações mineiras.
Rumores de mega fusão Rio Tinto–Glencore agitam a Europa, com cobre em máximos e reação assimétrica nas ações
Os mercados acionários europeus estão repletos de rumores sobre uma mega fusão. A Rio Tinto (RIO.UK) e a Glencore (GLEN.UK) retomaram as negociações de fusão que criariam a maior entidade mineira do mundo, avaliada em mais de $200 mil milhões. Esta é a segunda tentativa, a primeira, em 2024, fracassou devido a disputas sobre a avaliação. Agora, porém, as condições são melhores: o cobre está a bater recordes (mais de $13.000 por tonelada) e todo o setor está a passar por uma euforia em relação às matérias-primas. O prazo final para toda a transação é 5 de fevereiro. Até essa data, a Rio deve confirmar a oferta ou retirá-la por seis meses.
O mercado reage emocionalmente, mas de forma assimétrica. As ações da Glencore estão a subir até 7,8% em Londres, o seu nível mais alto desde julho de 2024. Os investidores sabem que a Glencore é uma pechincha: possui os melhores ativos de cobre, pretende duplicar a produção em uma década e, sem o cobre, não há futuro para a energia. A Rio Tinto, por outro lado, está a perder de 1,7% a 6,3%, dependendo da bolsa de valores, refletindo os receios de diluição das ações e custos de integração. O setor de mineração em toda a Europa está a beneficiar dos fluxos impulsionados pelas esperanças de um acordo entre as duas partes.
Analistas divididos: sinergias e maior exposição ao cobre vs. complexidade regulatória, choque cultural e risco de carvão
Os especialistas do mercado estão divididos quanto à conveniência da fusão. Os analistas do Morgan Stanley veem um grande potencial e recomendam a compra de ações de ambas as empresas. Segundo eles, a fusão destacaria o verdadeiro valor da Glencore, que o mercado subestima. Além disso, a empresa resultante da fusão estaria muito mais focada no cobre, esse metal representaria 35% das receitas, em comparação com apenas 25% atualmente. No entanto, o banco Oddo BHF critica essa ideia. Os analistas argumentam que a fusão da Rio e da Glencore seria muito complicada. Eles temem que as culturas das duas empresas sejam completamente diferentes e possam não se dar bem. Eles também estão preocupados com o carvão, a Glencore é uma das maiores produtoras mundiais de carvão, enquanto a Rio se retirou desse negócio há vários anos.
Em segundo lugar, a fusão teria de ser aprovada em pelo menos oito países, o que levaria tempo e dinheiro. Em terceiro lugar, a estrutura da Rio Tinto como empresa com dupla cotação complica a transação de ações. Alguns especialistas acreditam que o negócio acabará por ser menor do que todos esperam. A Glencore tem uma enorme divisão comercial que compra e vende matérias-primas em todo o mundo. Esta divisão seria uma adição muito estranha à Rio Tinto e pode revelar-se difícil de absorver.
Há também um concorrente à espreita nos bastidores, a grande empresa BHP (BHP.UK), que gostaria de ter mais exposição ao cobre. Se a Rio e a Glencore demorarem muito a chegar a um acordo, a BHP pode entrar no jogo e tentar comprar a Glencore ou partes dela. O novo chefe da Rio Tinto, Simon Trott, está apenas a assumir o comando. Para ele, esta fusão será a sua primeira grande decisão, por isso os investidores estão atentos para ver como ele lidará com uma questão tão séria. O CEO da Glencore, Gary Nagle, por outro lado, vem dizendo nos bastidores há anos que uma fusão com a Rio é o negócio mais lógico em toda a indústria de mineração.
GLEN.UK (W1)
As ações da Glencore abriram a sessão de hoje com uma alta, enquanto que, numa base semanal, podemos observar que a escala dos aumentos recentes, considerando a dinâmica do RSI das últimas 14 semanas, elevou o valor da entidade aos seus níveis mais altos desde 2022. Isso demonstra que os investidores estão atualmente dispostos a pagar mais pelas ações da empresa, tendo em vista as notícias corporativas recentes e as perspectivas futuras. Por outro lado, porém, vale a pena ter em mente que, com uma valorização tão rápida, o não cumprimento das expectativas poderia, teoricamente, causar uma correção descendente simetricamente mais rápida na avaliação da empresa.
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