É melhor uma corretora ou um banco para investir? Conheça as principais diferenças em termos de custos, segurança, produtos e autonomia e perceba o que deve considerar antes de escolher onde aplicar o seu dinheiro em Portugal.
É melhor uma corretora ou um banco para investir? Conheça as principais diferenças em termos de custos, segurança, produtos e autonomia e perceba o que deve considerar antes de escolher onde aplicar o seu dinheiro em Portugal.
Investir já não é um tema reservado a especialistas. Atualmente, muitos portugueses procuram soluções para investir, poupar e negociar de forma mais simples, digital e ajustada aos seus objetivos.
Neste contexto, surge uma dúvida muito comum: será melhor escolher uma corretora ou um banco para investir?
A resposta depende menos de uma lógica de “melhor” ou “pior” e mais de perceber o que distingue cada modelo, que custos podem existir, que produtos estão disponíveis e que experiência pretende ter enquanto investidor.
Qual é a diferença entre uma corretora e um banco para investir?
A principal diferença reside no papel que cada entidade desempenha como intermediário e na forma como esse papel se traduz na experiência do investidor no mercado financeiro. A escolha da melhor opção depende do perfil do investidor e dos objetivos financeiros.
De forma simples, uma corretora tende a estar mais focada no acesso aos mercados financeiros, atuando como intermediário na execução de ordens e em ferramentas associadas ao investimento e à negociação.
Já um banco é uma instituição financeira mais abrangente. Além de produtos de investimento, oferece contas à ordem, depósitos, cartões, cartão de débito, crédito e outros serviços bancários do dia a dia. Os bancos centralizam todos os serviços, incluindo conta corrente, investimentos, depósitos e cartões, num único local, permitindo gerir depósitos e investimentos de forma integrada. Muitos bancos disponibilizam cartões de débito associados à conta de investimento, facilitando o acesso aos fundos.
Esta diferença de foco explica porque é que muitos investidores encaram o dilema “banco ou corretora” como uma questão de conveniência versus especialização. Os bancos são supervisionados pelo Banco Central Europeu, e a obtenção de licença bancária plena junto do BCE reforça a credibilidade e a conformidade legal destas instituições na zona euro.
Na prática, isto significa que um banco pode ser visto como uma solução mais integrada para quem pretende concentrar várias necessidades financeiras numa só instituição, especialmente para investidores que preferem uma abordagem conservadora e assistida.
Por outro lado, uma corretora pode ser mais apelativa para quem valoriza uma plataforma dedicada ao investimento, um acesso mais direto aos instrumentos de mercado e uma experiência concebida especificamente para acompanhar carteiras, ordens e evolução de preços.
Na XTB, por exemplo, a plataforma e a aplicação (app) reúnem investimentos em ações e ETFs (Exchange Traded Funds), além de planos de investimento, conteúdos educativos e acompanhamento do mercado num ambiente único.
Outra diferença entre um banco e uma corretora passa frequentemente pela estrutura de custos e pela variedade de produtos disponíveis. Tanto bancos como corretoras cobram diferentes tipos de taxa, como taxas de administração, de transação ou de manutenção, que devem ser consideradas ao comparar as opções.
Em algumas soluções bancárias, o investimento aparece como uma extensão da relação tradicional com o cliente, sendo comum atrair investidores iniciantes devido à relação pré-existente. Os bancos geralmente oferecem produtos financeiros limitados aos que são emitidos por eles mesmos, como depósitos a prazo, que são uma forma de depósito com remuneração em juros. Alguns bancos também remuneram saldos não investidos com juros, proporcionando retorno passivo.
Em muitas corretoras, pelo contrário, o investimento é o centro da proposta comercial. Isto pode refletir-se na oferta, no detalhe da informação disponibilizada e no tipo de ferramentas colocadas ao dispor do utilizador.
Por outras palavras, escolher entre uma solução e outra exige mais do que olhar apenas para a entidade em causa. É preciso avaliar:
- Que tipo de produtos pretende utilizar;
- Que custos podem aplicar-se (taxa);
- Que nível de autonomia procura;
- Que ferramentas de acompanhamento e formação valoriza (incluindo app);
- Se a entidade está devidamente autorizada a operar em Portugal;
- O impacto das taxas de conversão em operações fora da zona euro.
É precisamente essa análise que permite sair de uma comparação superficial e passar para uma escolha mais informada sobre qual é a melhor opção de intermediário no mercado financeiro.
O que é uma corretora de investimentos?
Uma corretora de investimentos é uma entidade que atua como intermediário entre o investidor e os mercados financeiros. É fundamental escolher um intermediário confiável e devidamente autorizado, pois isso garante maior segurança, acesso a aconselhamento, gestão de carteiras e informações de reputação, fatores essenciais para a rentabilidade e proteção dos seus investimentos.
Na prática, permite aceder a instrumentos como ações, Forex e outros ativos através de uma plataforma na qual o utilizador pode consultar os preços, analisar os produtos e executar ordens de compra ou venda.
Em Portugal, estas entidades têm de estar devidamente autorizadas a prestar serviços de investimento, sendo possível confirmar essa informação junto da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
Ao contrário de um banco tradicional, que normalmente reúne vários serviços financeiros numa mesma instituição, uma corretora tende a ter um foco mais específico no investimento e na negociação.
Isto reflete-se frequentemente na experiência oferecida ao utilizador: plataformas mais orientadas para o mercado, ferramentas de acompanhamento da carteira, acesso a informação financeira e conteúdos educativos de apoio à tomada de decisão. As plataformas das corretoras costumam oferecer ferramentas de negociação mais avançadas do que as dos bancos, proporcionando uma experiência mais completa para investidores que procuram maior controlo e análise.
É também por isso que muitas pessoas encontram numa corretora uma solução mais adequada para quem pretende acompanhar os mercados com maior autonomia. Além disso, as corretoras e plataformas digitais oferecem, muitas vezes, custos mais baixos em comparação com os bancos, tornando-se uma opção mais económica para muitos investidores. Em vez de ser apenas mais um serviço dentro de uma oferta bancária alargada, o investimento é normalmente o centro da proposta.
Na prática, uma corretora pode disponibilizar:
- Acesso a mercados financeiros através de uma aplicação ou plataforma;
- Execução de ordens de compra e venda;
- Consulta de preços e evolução dos instrumentos;
- Ferramentas de pesquisa e análise;
- Conteúdos de formação e apoio ao investidor.
No caso da XTB, a oferta em Portugal inclui acesso a ações, ETFs, índices, matérias-primas, criptomoedas, conteúdos educativos, plataforma própria (xStation 5) e soluções como os planos de investimento, apresentados como uma forma de construir uma carteira diversificada com base em ETFs.
Isto não significa, porém, que uma corretora seja automaticamente a melhor escolha para todas as pessoas. A adequação depende sempre do perfil do investidor, dos produtos que procura, do nível de autonomia que pretende ter e dos custos associados a cada solução.
Além disso, investir através de uma corretora não elimina os riscos de mercado: o valor dos instrumentos financeiros pode subir ou descer e não há garantia de retorno.
Por isso, mais do que ver a corretora apenas como um canal para executar ordens, faz sentido encará-la como uma infraestrutura através da qual o investidor acede ao mercado.
A qualidade dessa infraestrutura, da oferta disponível à clareza das informações, passando pelas ferramentas e pela regulação aplicável, pode ter impacto real na experiência de investimento.
O que é um banco na área de investimentos?
Tal como supramencionado, um banco é uma instituição financeira que oferece uma vasta gama de serviços, de contas à ordem a soluções relacionadas com poupança e investimento.
No contexto dos mercados financeiros, os bancos também podem atuar como intermediários, permitindo aos clientes aceder a diferentes oportunidades de investimento através das suas plataformas ou do acompanhamento prestado por equipas especializadas.
Para muitos clientes, o investimento através de um banco surge como uma extensão natural da relação financeira já existente. Quem já utiliza um banco para gerir o dia a dia (receber o salário, pagar despesas ou poupar) pode encontrar, na mesma instituição, soluções para aplicar parte do seu capital.
Em muitos casos, estas soluções são apresentadas no âmbito de um planeamento financeiro mais amplo. Dependendo do banco e do perfil do cliente, pode haver acompanhamento através de um gestor de conta ou acesso a recomendações de investimento.
Ao mesmo tempo, é importante compreender que o investimento através de um banco não elimina os riscos associados aos mercados financeiros. Tal como ocorre com as corretoras, o valor dos instrumentos pode variar ao longo do tempo e os resultados não são garantidos.
Também convém saber distinguir produtos de poupança de produtos de investimento. Determinados produtos bancários podem beneficiar de mecanismos de proteção específicos, enquanto outros estão expostos às oscilações dos mercados.
Na prática, a escolha entre investir através de um banco ou de outra entidade depende de vários fatores, como os produtos disponíveis, os custos associados, o nível de autonomia que o investidor pretende ter e as ferramentas que cada instituição oferece para acompanhar os mercados.
Nos próximos pontos do artigo, analisaremos com mais detalhe algumas dessas diferenças, incluindo os custos, a variedade de produtos e os aspetos de segurança que podem ajudar a clarificar o papel de cada solução para quem pretende investir em Portugal.
Custos de investir através de um banco ou corretora
Os custos são um dos fatores que mais podem influenciar o resultado final ao longo do tempo. Dependendo da instituição escolhida, as comissões e os encargos associados às operações podem variar significativamente.
Nos bancos, os custos de investimento podem incluir diferentes tipos de comissões, como:
- Comissões de custódia, cobradas pela manutenção dos títulos em carteira;
- Comissões de compra e venda, aplicadas em cada operação realizada;
- Comissões de gestão, no caso de fundos de investimento;
- Custos associados a serviços de aconselhamento ou gestão de património.
Estes custos podem variar de instituição para instituição e dependem frequentemente do tipo de produto utilizado e do perfil do cliente.
Nas corretoras, a estrutura de custos tende a ser diferente. Uma vez que estas entidades estão focadas no acesso direto aos mercados, é comum encontrar modelos de comissão mais simples ou transparentes, muitas vezes associados apenas às operações realizadas ou a determinados serviços adicionais.
No caso da XTB, a negociação de ações e ETFs pode ser realizada sem comissões até aos 100.000 euros de volume mensal, aplicando-se, posteriormente, uma comissão de 0,2% (mínimo de 10 euros) para volumes superiores. As condições detalhadas podem ser consultadas na página de termos e taxas da XTB.
Independentemente da instituição escolhida, é importante que o investidor compreenda exatamente quais são os custos aplicáveis antes de investir. De facto, pequenas diferenças nas comissões podem ter impacto ao longo do tempo, sobretudo em estratégias de investimento a longo prazo ou em carteiras com várias operações.
Por isso, antes de abrir conta ou realizar qualquer investimento, pode ser útil analisar:
- A tabela de comissões da instituição;
- Os custos associados à compra e à venda de instrumentos financeiros;
- Eventuais encargos de manutenção ou custódia;
- Os custos indiretos associados a determinados produtos.
Uma análise cuidadosa destes elementos permite compreender melhor o custo real de investir e comparar, com maior clareza, as soluções disponíveis no mercado.
Tal como em qualquer decisão financeira, investir envolve riscos e os custos são apenas um dos fatores a considerar. O perfil do investidor, o horizonte temporal e os objetivos financeiros também devem fazer parte da avaliação antes de escolher onde investir.
Produtos disponíveis nos bancos e corretoras
Outro aspeto importante ao comparar diferentes intermediários financeiros é a variedade de produtos disponíveis para investir.
Dependendo da instituição, o acesso a determinados instrumentos pode variar, o que influencia as estratégias que o investidor poderá implementar.
Nos bancos, a oferta de investimento costuma incluir, sobretudo, produtos geridos ou estruturados por entidades financeiras. De entre os mais comuns, destacam-se os seguintes:
- Fundos de investimento;
- Obrigações;
- Depósitos estruturados;
- Produtos de poupança com capital protegido;
- Soluções de gestão de património.
Estes produtos são frequentemente apresentados como parte de uma estratégia de diversificação ou planeamento financeiro, muitas vezes com acompanhamento de um gestor ou consultor financeiro.
Nas corretoras, por outro lado, a oferta tende a estar mais orientada para instrumentos negociados diretamente nos mercados financeiros.
Entre os produtos mais comuns, encontram-se:
- Ações de empresas cotadas em diferentes bolsas internacionais;
- ETFs, que permitem investir em índices ou setores específicos;
- Outros instrumentos financeiros disponíveis através da plataforma da corretora.
Esta abordagem pode oferecer maior flexibilidade ao investidor que pretende construir a sua própria carteira e acompanhar diretamente a evolução dos mercados.
Independentemente da instituição escolhida, é importante analisar se a oferta disponível corresponde ao tipo de investimento que pretende realizar. Um investidor focado em instrumentos simples e a longo prazo poderá procurar soluções diferentes das de alguém interessado em acompanhar regularmente os mercados ou em diversificar a sua carteira entre vários ativos.
Assim, compreender que produtos estão disponíveis e como podem ser utilizados é um passo essencial antes de escolher onde investir.
Plataformas digitais e fintechs: novas opções para investir
Nos últimos anos, as plataformas digitais e fintechs têm vindo a transformar o panorama da intermediação financeira em Portugal, tornando o acesso ao mercado de capitais mais simples, rápido e económico. Estas soluções inovadoras permitem que qualquer investidor, independentemente da sua experiência, possa começar a investir de forma autónoma, com custos e comissões significativamente mais baixos do que os praticados por muitos bancos tradicionais.
As corretoras online e as plataformas de trading, como a XTB, são exemplos claros desta nova geração de intermediários financeiros. Através destas plataformas, é possível investir em ações, ETFs e outros instrumentos financeiros, muitas vezes sem comissões ou com taxas muito reduzidas, o que representa uma vantagem importante para quem procura otimizar o retorno dos seus investimentos.
Além do acesso facilitado a mercados internacionais e a uma vasta gama de produtos, estas plataformas destacam-se também pela aposta na educação financeira. Muitos destes serviços disponibilizam conteúdos, tutoriais e ferramentas de apoio, ajudando os investidores a tomar decisões mais informadas e a gerir melhor os riscos associados ao investimento. Esta vertente educativa é especialmente relevante para quem está a dar os primeiros passos no mundo dos investimentos e procura construir uma carteira diversificada de forma consciente.
No entanto, apesar das vantagens, é fundamental que os investidores estejam atentos à segurança e à regulamentação das plataformas digitais. Antes de abrir conta ou transferir dinheiro, deve sempre confirmar se a plataforma está devidamente autorizada a operar em Portugal e se cumpre os requisitos de proteção dos investidores. O conhecimento dos produtos e dos riscos envolvidos continua a ser essencial para evitar surpresas desagradáveis e garantir uma experiência de investimento positiva.
Em suma, as plataformas digitais e fintechs representam uma opção cada vez mais relevante para investir em Portugal, oferecendo custos mais baixos, maior autonomia e acesso a mercados globais. No entanto, tal como em qualquer decisão de investimento, a informação, a cautela e a escolha de instituições seguras e reguladas devem estar sempre no centro do processo.
É seguro investir através de um banco ou uma corretora?
A segurança é uma das primeiras preocupações de quem começa a investir. No entanto, é importante distinguir dois aspetos: a segurança da instituição e o risco associado aos próprios investimentos.
Em primeiro lugar, tanto os bancos como as corretoras que operam legalmente em Portugal estão sujeitos à supervisão e à regulação por parte das autoridades competentes.
Estas entidades têm de cumprir requisitos rigorosos relativos à transparência, à proteção do investidor e à gestão de risco. Antes de abrir uma conta ou investir, é sempre recomendável confirmar se a instituição está devidamente autorizada a prestar serviços financeiros.
No caso das corretoras, essa informação pode ser verificada junto da CMVM. Por exemplo, a XTB, S.A. – Sucursal em Portugal está inscrita na CMVM sob o número 341, o que significa que está autorizada a prestar serviços de investimento no país.
Outro aspeto importante é a separação dos fundos dos clientes. Em muitas instituições financeiras reguladas, os ativos dos clientes são mantidos separados dos fundos da própria empresa, o que ajuda a reforçar a proteção dos investidores.
Além disso, podem existir mecanismos adicionais de proteção. Em Portugal, os depósitos bancários elegíveis podem estar protegidos pelo Fundo de Garantia de Depósitos (FGD) até determinados limites.
Já no caso dos investimentos realizados através de intermediários financeiros, existe o Sistema de Indemnização aos Investidores (SIS), que pode aplicar-se em determinadas situações específicas relacionadas com a incapacidade de restituição de instrumentos ou dinheiro por parte da instituição.
Além destas estruturas de proteção, muitas plataformas de investimento continuam a introduzir funcionalidades tecnológicas para reforçar a segurança das contas dos utilizadores.
A XTB implementou recentemente na sua aplicação uma funcionalidade de bloqueio de emergência que permite ao investidor bloquear imediatamente o acesso à conta, caso suspeite de atividade não autorizada.
Contudo, é essencial compreender que estas proteções não eliminam o risco de mercado. Mesmo quando se investe através de instituições reguladas, o valor dos ativos financeiros pode oscilar ao longo do tempo.
Por essa razão, a segurança de investir não depende apenas da entidade escolhida, mas também da forma como o investidor gere o risco, diversifica a carteira e define os seus objetivos financeiros.
Antes de investir, pode ser útil analisar fatores como:
- A regulação da instituição;
- A transparência das condições e das comissões;
- As ferramentas de acompanhamento disponíveis;
- O nível de informação e formação disponibilizado ao investidor.
Uma decisão informada passa, em grande medida, por compreender estes elementos e escolher uma instituição que ofereça condições adequadas ao seu perfil e às suas necessidades de investimento.
Como comprar ações através de um banco ou uma corretora em Portugal
Para muitos investidores, uma das primeiras perguntas práticas é como comprar ações em Portugal e qual é a melhor forma de aceder aos mercados financeiros. Na prática, tanto os bancos como as corretoras podem atuar como intermediários, permitindo a compra e a venda de ações de empresas cotadas em bolsa.
O processo geral é semelhante em ambos os casos. Normalmente, envolve os seguintes passos:
- Abrir uma conta numa instituição financeira autorizada;
- Completar o processo de verificação de identidade;
- Transferir fundos para a conta de investimento;
- Escolher o instrumento financeiro pretendido;
- Executar a ordem de compra através da plataforma.
Embora o processo seja semelhante, a experiência de investimento pode variar bastante consoante a instituição escolhida.
Bancos e corretoras em Portugal: o que deve considerar antes de escolher
Escolher entre um banco e uma corretora para investir é uma decisão que deve considerar diversos fatores. Não existe uma resposta universal que sirva para todos os investidores, já que as necessidades, os objetivos financeiros e o nível de experiência podem variar bastante de pessoa para pessoa.
Antes de tomar uma decisão, pode ser útil analisar alguns elementos que influenciam diretamente a experiência de investimento.
1. Objetivos de investimento
O primeiro passo é compreender quais são os seus objetivos financeiros. Alguns investidores procuram sobretudo soluções de poupança ou produtos mais conservadores, enquanto outros pretendem acompanhar os mercados e construir uma carteira diversificada de ativos.
2. Custos e estrutura de comissões
Outro fator importante é o custo associado às operações e à manutenção da conta. Como vimos anteriormente, diferentes instituições podem adotar estruturas de comissões distintas, que podem incluir custos de negociação, custódia ou manutenção.
Comparar estes custos com atenção pode ajudar a perceber o impacto que terão ao longo do tempo, sobretudo para quem pretende investir regularmente.
3. Ferramentas e plataformas disponíveis
A experiência digital também desempenha um papel cada vez mais relevante. Muitas decisões de investimento passam atualmente por plataformas online ou aplicações móveis, que permitem acompanhar os mercados, analisar ativos e executar operações.
Assim, pode ser útil avaliar:
- A facilidade de utilização da plataforma;
- As ferramentas de análise disponíveis;
- A rapidez de execução das ordens;
- O acesso a informações ou conteúdos educativos.
4. Nível de autonomia desejado
Alguns investidores preferem tomar decisões de forma independente e acompanhar diretamente os mercados. Outros valorizam mais o apoio de um gestor.
Compreender o nível de autonomia que pretende ter na gestão dos seus investimentos pode ajudar a escolher a solução mais adequada.
5. Informação e educação financeira
Por fim, a disponibilidade de conteúdos educativos também pode ser um fator relevante, sobretudo para quem está a dar os primeiros passos no mundo dos investimentos.
Muitas plataformas disponibilizam artigos, análises de mercado e materiais formativos que ajudam a compreender melhor o funcionamento dos instrumentos financeiros e das bolsas.
No caso da XTB, os investidores têm acesso a uma área dedicada à educação financeira, com conteúdos que abordam temas como ações, ETFs, mercados financeiros e estratégias de investimento.
Em última análise, escolher entre um banco e uma corretora passa por encontrar a solução que melhor se adequa ao seu perfil de investidor.
Considerações finais
Escolher entre um banco e uma corretora para investir depende, acima de tudo, do seu perfil, dos seus objetivos e da experiência que procura adquirir ao longo do processo.
Enquanto os bancos tendem a integrar o investimento numa relação financeira mais ampla, as corretoras costumam oferecer uma experiência mais centrada no acesso aos mercados, nas ferramentas de negociação e no acompanhamento da carteira.
Antes de decidir, vale a pena analisar aspetos como os custos, a variedade de instrumentos disponíveis, a facilidade de utilização da plataforma, o nível de autonomia pretendido e os mecanismos de segurança oferecidos pela instituição.
Mais do que optar por uma solução “melhor” em termos absolutos, importa perceber qual delas faz mais sentido para a sua realidade enquanto investidor.
Para quem pretende investir, poupar e negociar com acesso digital aos mercados, ferramentas de acompanhamento e conteúdos educativos, a XTB apresenta uma proposta focada numa experiência de investimento simples e informada.
FAQ
Depende do perfil e dos objetivos do investidor. Um banco pode ser uma solução interessante para quem prefere centralizar vários serviços financeiros numa única instituição. Já uma corretora pode ser mais adequada para quem procura uma experiência mais focada no acesso a mercados, plataformas de investimento e ferramentas de acompanhamento.
Os custos podem variar consoante a instituição, mas normalmente incluem comissões de compra e venda, custos de custódia, comissões de manutenção e encargos associados a determinados produtos. Por isso, antes de investir, é importante consultar a tabela de preços e avaliar o impacto real desses custos ao longo do tempo.
Sim, desde que a corretora esteja devidamente autorizada a prestar serviços de investimento e sujeita à supervisão das autoridades competentes. Ainda assim, é importante distinguir a segurança da instituição do risco de mercado: mesmo numa entidade regulada, o valor das ações pode subir ou descer e o capital investido não está garantido.
Essa verificação pode ser feita através da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), na qual é possível consultar se a entidade está autorizada a prestar serviços de investimento em Portugal. Este é um passo importante antes de abrir uma conta e começar a investir.
Antes de escolher, convém comparar fatores como os custos, a facilidade de utilização da plataforma, os instrumentos disponíveis, o nível de autonomia pretendido, os recursos educativos e os mecanismos de segurança oferecidos. Uma decisão informada deve ter em conta não só a instituição, mas também a forma como essa solução se adapta às suas necessidades.
Este material é uma comunicação de marketing na aceção do artigo 24.º, n.º 3, da Diretiva 2014/65 / UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 15 de maio de 2014, sobre os mercados de instrumentos financeiros e que altera a Diretiva 2002/92 / CE e Diretiva 2011/61/ UE (MiFID II). A comunicação de marketing não é uma recomendação de investimento ou informação que recomenda ou sugere uma estratégia de investimento na aceção do Regulamento (UE) n.º 596/2014 do Parlamento Europeu e do Conselho de 16 de abril de 2014 sobre o abuso de mercado (regulamentação do abuso de mercado) e revogação da Diretiva 2003/6 / CE do Parlamento Europeu e do Conselho e das Diretivas da Comissão 2003/124 / CE, 2003/125 / CE e 2004/72 / CE e do Regulamento Delegado da Comissão (UE ) 2016/958 de 9 de março de 2016 que completa o Regulamento (UE) n.º 596/2014 do Parlamento Europeu e do Conselho no que diz respeito às normas técnicas regulamentares para as disposições técnicas para a apresentação objetiva de recomendações de investimento, ou outras informações, recomendação ou sugestão de uma estratégia de investimento e para a divulgação de interesses particulares ou indicações de conflitos de interesse ou qualquer outro conselho, incluindo na área de consultoria de investimento, nos termos do Código dos Valores Mobiliários, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 486/99, de 13 de Novembro. A comunicação de marketing é elaborada com a máxima diligência, objetividade, apresenta os factos do conhecimento do autor na data da preparação e é desprovida de quaisquer elementos de avaliação. A comunicação de marketing é elaborada sem considerar as necessidades do cliente, a sua situação financeira individual e não apresenta qualquer estratégia de investimento de forma alguma. A comunicação de marketing não constitui uma oferta ou oferta de venda, subscrição, convite de compra, publicidade ou promoção de qualquer instrumento financeiro. A XTB, S.A. - Sucursal em Portugal não se responsabiliza por quaisquer ações ou omissões do cliente, em particular pela aquisição ou alienação de instrumentos financeiros. A XTB não aceitará a responsabilidade por qualquer perda ou dano, incluindo, sem limitação, qualquer perda que possa surgir direta ou indiretamente realizada com base nas informações contidas na presente comunicação comercial. Caso o comunicado de marketing contenha informações sobre quaisquer resultados relativos aos instrumentos financeiros nela indicados, estes não constituem qualquer garantia ou previsão de resultados futuros. O desempenho passado não é necessariamente indicativo de resultados futuros, e qualquer pessoa que atue com base nesta informação fá-lo inteiramente por sua conta e risco.