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16:05 · 24 de abril de 2026

🔴3 mercados a acompanhar na próxima semana: todos os olhos postos na FED (24.04.2026)

As tensões no Médio Oriente continuam elevadas, com o petróleo Brent a ser negociado, mais uma vez, acima dos 100 dólares por barril. Ao mesmo tempo, Wall Street parece estar a ignorar em grande parte o risco do que poderá vir a ser uma das crises energéticas mais significativas da história, continuando a avançar para novos máximos históricos. Entretanto, a época de divulgação de resultados está a entrar numa fase crítica, com os resultados de grandes gigantes tecnológicos como a Meta, a Microsoft e a Alphabet.

No entanto, os mercados não se concentrarão exclusivamente na geopolítica e nos resultados das grandes empresas tecnológicas. A próxima semana trará também decisões importantes sobre as taxas de juro por parte dos principais bancos centrais (Fed, BoJ, BoE, BCE e BoC). Espera-se que a maioria das instituições mantenha a política inalterada, embora não se possam excluir surpresas. Neste contexto, os investidores devem acompanhar de perto o USDJPY, o ouro e o índice US500.

USDJPY

Já na próxima terça-feira, teremos decisões sobre as taxas de juro tanto do Banco do Japão como da Reserva Federal. Embora há pouco tempo os mercados estivessem a precificar um possível aumento das taxas no Japão, o país enfrenta atualmente uma pressão significativa devido ao aumento dos preços da energia, que está a pesar sobre as condições económicas.

Consequentemente, os mercados esperam agora que as taxas permaneçam inalteradas, à semelhança da decisão da Fed agendada para quarta-feira, 29 de abril. Vale também a pena notar que esta será muito provavelmente a última reunião de Jerome Powell como presidente da Reserva Federal, embora ainda exista a possibilidade de o seu potencial sucessor, Kevin Warsh, não vir a ser confirmado pelo Congresso antes de 15 de maio. O USDJPY mantém-se elevado, com o nível de 160 a continuar a funcionar como uma forte zona de resistência.

Fonte: xStation5

OURO

O mercado do ouro está, em grande parte, a ignorar o contexto energético mais alargado. Isto deve-se, em parte, ao facto de os preços do petróleo, embora elevados, continuarem a oscilar em torno dos 100 dólares por barril, e de um acordo abrangente entre os EUA e o Irão continuar distante.

Nesta fase, o ouro está a reagir principalmente às expectativas em torno da inflação e das taxas de juro. Uma inflação em subida moderada tende a apoiar o ouro, mas um pico acentuado e sustentado — semelhante ao observado no final da década de 1970 e início da década de 1980 — poderia forçar uma reavaliação significativa das expectativas em relação às taxas de juro dos EUA.

As declarações de Powell após a decisão da Fed serão fundamentais, particularmente no que diz respeito à forma como o banco central avalia os riscos de inflação. Se as tensões geopolíticas abrandarem e a inflação se revelar transitória, os investidores poderão voltar a concentrar-se em fatores estruturais, tais como os elevados níveis de endividamento global e a diversificação contínua das reservas, afastando-se do dólar americano em direção ao ouro.

Fonte: xStation5

US500

O índice S&P 500 e os seus futuros atingiram novos máximos históricos, sugerindo que os investidores estão, em grande parte, a ignorar os riscos geopolíticos e a concentrar-se, em vez disso, nas expectativas de melhoria das condições económicas.

Até agora, os resultados financeiros têm sido sólidos. A Tesla registou crescimento tanto na receita como no lucro, ao mesmo tempo que apontou para perspetivas robustas a longo prazo em IA e robótica.

Os resultados desta semana da Meta, Microsoft e Alphabet serão cruciais. Estas empresas deverão determinar se a narrativa impulsionada pela IA pode continuar a empurrar os principais índices dos EUA para níveis ainda mais elevados. Todas as três têm a divulgação dos resultados agendada para após o encerramento da sessão de negociação de quarta-feira.

Fonte: xStation5

 

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