Irão — prazo esta noite
- Trump reiterou que esta noite (quarta-feira às 3h00 CET/hora da Polónia) é o «prazo» para o Irão abrir o Estreito de Ormuz — caso contrário, ameaça destruir as infraestruturas energéticas do país. Ao mesmo tempo, acrescentou que as negociações estão a «correr bem» e que gostaria de chegar a um acordo — o mercado interpreta isto como uma tática clássica de negociação.
- O Irão rejeitou oficialmente o ultimato, classificando as ameaças de Trump como «retórica arrogante», mas a Axios relata que os EUA encaram esta resposta como uma tática de negociação, e não como um fecho definitivo da porta. O diálogo nos bastidores entre as partes continua, alegadamente, ativo, e Washington mantém em aberto a possibilidade de adiar a ação militar caso surja um caminho credível para um acordo.
Nos bastidores da operação militar dos EUA
- O Wall Street Journal revelou detalhes de uma missão de resgate secreta: a Força Aérea dos EUA lançou 100 bombas, cada uma com 900 kg, mobilizando 155 aeronaves para resgatar o piloto do F-15 abatido e isolar o IRGC do local do acidente. Vários oficiais iranianos foram mortos durante a operação.
Crise de liderança no Irão
- O Times revelou um memorando confidencial indicando que o novo Líder Supremo do Irão, Mojtaba Khamenei, se encontra inconsciente num hospital na cidade de Kom e em estado crítico. A notícia levanta sérias questões sobre o verdadeiro centro de tomada de decisões em Teerão, no meio do conflito em curso.
Arábia Saudita — ataque com mísseis
- As defesas antimísseis sauditas abateram sete mísseis balísticos que tinham como alvo a região oriental do país, perto do centro petroquímico estratégico em Jubail — uma instalação responsável por aproximadamente 7% do PIB da Arábia Saudita. Imagens de vídeo sugerem que alguns dos ataques podem ter atingido alvos terrestres, embora as avaliações oficiais dos danos ainda estejam em curso.
Petróleo — De volta à subida
- O WTI ultrapassa o nível de 115–116 $/bbl, o seu valor mais alto em um mês, à medida que o prazo para o Irã se aproxima e o otimismo da semana passada se desvanece. O Brent (CFD sobre petróleo) sobe 1,3% para 111 dólares, enquanto o WTI sobe 2,4% para 115,20 dólares, marcando uma reação clássica do mercado energético ao risco crescente de uma nova escalada e de perturbações no Estreito de Ormuz.
Futuros — O risco regressa
- Os futuros dos índices bolsistas dos EUA registam uma ligeira descida antes da abertura do mercado — os futuros do S&P 500 caem cerca de 0,5% num contexto de crescente incerteza antes do prazo desta noite. Os futuros europeus apontam para uma abertura praticamente estável (+0,1%), depois de o Euro Stoxx 50 ter encerrado a sessão de quinta-feira com uma descida de 0,7%.
Samsung — Resultados impulsionam crescimento na Ásia e podem impulsionar o setor tecnológico global
- A Samsung Electronics divulgou resultados preliminares para o primeiro trimestre de 2026, revelando um aumento de oito vezes no lucro operacional em relação ao ano anterior, superando as previsões dos analistas. Trata-se de um forte sinal para todo o setor de semicondutores — o KOSPI da Coreia do Sul está a abrir em alta, e o sentimento positivo poderá alargar-se às empresas de semicondutores e tecnologia na Europa e nos EUA (ASML, NVDA, INTC).
Mercados cambiais e outros
- O DXY está a subir ligeiramente (+0,03% para 99,87), apoiado pela subida dos preços do petróleo e pela cautela antes do prazo final relativo ao Irão. O EURUSD está a ceder parte dos seus ganhos recentes (-0,05% para 1,1537) na sequência dos comentários do representante do BCE, Stournaras, de que a resposta da política monetária dependerá da «dimensão e natureza do choque energético».
Gráfico do dia: Petróleo (07.04.2026)
Calendário Económico: «Prazo» para o Irão abrir o Estreito de Ormuz
Última hora: US100 regista perdas após a divulgação de dados do ISM dos serviços dos EUA abaixo do esperado e com sinais de inflação
Wall Street continua a recuperação 📈
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