Tempo estimado de leitura 13 minuto(s)

Como escolher e investir nos melhores ETF NASDAQ-100

Os ETF NASDAQ-100 replicam as 100 maiores empresas não financeiras da NASDAQ, como a Apple, a Microsoft e a Nvidia. Este guia explica como funcionam, que critérios avaliar e como investir nos mesmos através da XTB.

Os ETF NASDAQ-100 replicam as 100 maiores empresas não financeiras da NASDAQ, como a Apple, a Microsoft e a Nvidia. Este guia explica como funcionam, que critérios avaliar e como investir nos mesmos através da XTB.

Não se limite a ganhar dinheiro. Deixe-o trabalhar para si

Descubra investimentos, negociação e soluções para poupança na XTB. Investir envolve riscos.

Abrir conta

Os ETF NASDAQ-100 tornaram-se, nos últimos anos, uma das formas mais discutidas de obter exposição às maiores empresas tecnológicas do mundo através de um único instrumento financeiro.

Ao replicarem um índice composto pelas 100 maiores empresas não financeiras cotadas na NASDAQ, como a Apple, a Microsoft, a Nvidia ou a Amazon, estes fundos negociados em bolsa permitem investir num cabaz diversificado de ações sem necessidade de comprá-las individualmente.

Na XTB, a plataforma de referência para investir, poupar e negociar em milhares de instrumentos financeiros, é possível aceder a vários destes ETF diretamente através da xStation.

Neste artigo, explicamos o que são, como escolher entre as opções disponíveis e que aspetos merecem atenção antes de qualquer decisão.

Porquê considerar um ETF NASDAQ-100?

Um ETF (Exchange-Traded Fund) é um fundo de investimento aberto, admitido à negociação em bolsa, que procura replicar o desempenho de um indicador de referência.

No caso de um ETF NASDAQ-100, esse indicador é o próprio índice NASDAQ-100, criado em 1985, que agrupa as maiores empresas não financeiras admitidas exclusivamente à negociação na bolsa NASDAQ.

De entre as razões que levam os investidores a considerarem este tipo de instrumento, contam-se as seguintes:

  • Diversificação num único instrumento: em vez de comprar ações de dezenas de empresas separadamente, um ETF NASDAQ-100 dá exposição a cerca de 100 empresas (na prática, perto de 103, devido a empresas com duas classes de ações, como a Alphabet);
  • Transparência de composição: a metodologia do índice é pública e consultável junto da própria NASDAQ, com regras claras de elegibilidade, ponderação e revisão;
  • Liquidez elevada: os ETF mais consolidados desta categoria têm volumes de negociação diários significativos e podem ser comprados ou vendidos durante o horário de bolsa, como as ações;
  • Custos de gestão geralmente reduzidos: os ETF apresentam, regra geral, custos mais baixos do que os dos fundos de gestão ativa, mensurados através do TER (Total Expense Ratio, ou rácio total de custos);
  • Acesso facilitado através da XTB: a plataforma disponibiliza mais de 2000 ETF de emitentes como a iShares, a Invesco, a Xtrackers ou a Amundi, muitos deles com a possibilidade de investir em frações.

Importa, no entanto, notar desde já que esta diversificação é setorialmente limitada: como o índice exclui empresas do setor financeiro, o NASDAQ-100 tende a estar fortemente concentrado em tecnologia, com todas as implicações de risco que isso acarreta.

O que significa replicar o NASDAQ-100?

Antes de comparar fundos específicos, é útil compreender dois conceitos que distinguem os ETF entre si: o método de réplica e a política de distribuição de rendimentos.

Réplica física vs. réplica sintética

  • Réplica física (ou direta): o fundo compra efetivamente as ações das empresas que compõem o índice, na mesma proporção. É o método mais comum entre os ETF NASDAQ-100 disponíveis na Europa (utilizado, por exemplo, pelas iShares, Invesco, Xtrackers e UBS);
  • Réplica sintética (via swap): o fundo utiliza um contrato de troca (swap) com uma contraparte financeira para obter o retorno do índice, sem necessariamente deter diretamente todas as ações subjacentes. Este método pode reduzir certos custos e o erro de seguimento (tracking error), mas introduz o risco de contraparte, ou seja, o risco de a instituição do outro lado do swap não cumprir com o acordado. É o método utilizado pela Amundi nos seus ETF NASDAQ-100.

ETF de acumulação vs. ETF de distribuição

  • ETF de acumulação (Acc): os dividendos recebidos das empresas do índice são automaticamente reinvestidos no fundo, sem serem pagos ao investidor;
  • ETF de distribuição (Dist): os dividendos são pagos periodicamente ao investidor, geralmente numa base trimestral ou anual.

Esta distinção, mais aprofundada no nosso artigo dedicado à diferença entre ETF acumulativos e distributivos, tem implicações fiscais relevantes para um investidor residente em Portugal, como veremos na secção sobre como escolher o ETF mais adequado.

Os principais ETF NASDAQ-100 disponíveis

Atualmente, estão disponíveis para investidores europeus cerca de 18 ETF UCITS que replicam o índice NASDAQ-100, segundo o comparador independente justETF.

Vários destes fundos podem ser encontrados na XTB, através do motor de pesquisa de instrumentos da xStation. Recomendamos que confirme sempre o ISIN exato e as condições de negociação antes de qualquer operação, uma vez que a oferta de instrumentos pode ser atualizada.

Eis alguns dos fundos mais relevantes desta categoria:

1. ETF iShares NASDAQ 100 UCITS (Acc)

O ETF iShares NASDAQ 100 UCITS (Acc), gerido pela BlackRock, é o maior ETF UCITS a replicar o NASDAQ-100 em termos de património sob gestão.

  • Código ISIN: IE00B53SZB19;
  • Ticker: CNDX (Bolsa de Londres)/SXRV (Xetra);
  • Moeda base: USD (dólar norte-americano);
  • Tipo de réplica: física, com replicação total (cerca de 103 posições);
  • Distribuição de rendimentos: acumulação;
  • Domicílio fiscal: Irlanda;
  • TER: 0,30%;
  • Património sob gestão: cerca de 28,1 mil milhões de USD, segundo dados da própria BlackRock/iShares (a 31 de julho de 2026).

Lançado em janeiro de 2010, este fundo é frequentemente o primeiro ponto de referência para quem procura um ETF NASDAQ-100 com elevada liquidez e um histórico longo.

Existe também uma versão mais antiga, domiciliada na Alemanha e de distribuição (DE000A0F5UF5), e uma versão sintética mais recente e com um TER inferior (0,20%), lançada em 2024.

2. ETF Invesco EQQQ NASDAQ-100 UCITS

O ETF Invesco EQQQ NASDAQ-100 UCITS é a versão europeia, no formato UCITS, do conhecido ETF norte-americano Invesco QQQ.

  • Versão de distribuição: ISIN IE0032077012, ticker EQQQ, lançado em dezembro de 2002, com cerca de 10,8 mil milhões de euros sob gestão;
  • Versão de acumulação: ISIN IE00BFZXGZ54, ticker EQQB, lançado em 2018, com cerca de 3,6 mil milhões de euros sob gestão;
  • Tipo de réplica: física, com replicação total;
  • Domicílio fiscal: Irlanda;
  • TER: 0,30%.

3. ETF Xtrackers NASDAQ-100 UCITS 1C

O ETF Xtrackers NASDAQ-100 UCITS 1C é uma alternativa com um custo de gestão mais reduzido do que os dois fundos anteriores.

  • Código ISIN: IE00BMFKG444;
  • Moeda base: USD;
  • Tipo de réplica: física, com replicação total;
  • Distribuição de rendimentos: acumulação;
  • Domicílio fiscal: Irlanda;
  • TER: 0,20%;
  • Lançamento: janeiro de 2021, com cerca de 2 mil milhões de euros sob gestão.

4. ETF Amundi NASDAQ-100 UCITS

A gestora francesa Amundi (que integrou a antiga Lyxor) oferece várias classes de ações, todas com réplica sintética via swap:

  • ETF Amundi Core NASDAQ-100 Swap UCITS Acc: ISIN LU1829221024, TER de 0,22%, domicílio no Luxemburgo, cerca de 5,7 mil milhões de euros sob gestão;
  • ETF Amundi NASDAQ-100 UCITS EUR (C): ISIN LU1681038243, TER de 0,23%, acumulação, domicílio no Luxemburgo, cerca de 1,6 mil milhões de euros sob gestão;
  • Existe ainda uma versão elegível para o PEA (Plan d'Épargne en Actions, ou plano de poupança em ações) francês (FR0011871110).

Como escolher o melhor ETF NASDAQ-100

A escolha do ETF NASDAQ-100 ideal depende sempre dos critérios que cada investidor considera mais relevantes.

Eis os principais fatores a analisar:

1. Custos de gestão (TER) e liquidez

Como vimos, o TER dos ETF UCITS do NASDAQ-100 varia entre 0,13% e 0,30% ao ano. Uma diferença de poucas centésimas de ponto percentual pode parecer pouco relevante à primeira vista, mas tende a acumular-se ao longo de horizontes de investimento longos.

Ainda assim, o custo não deve ser o único critério: fundos com maior património sob gestão e maior volume de negociação (como o iShares CNDX ou o Invesco EQQQ) tendem a ter spreads de compra/venda mais apertados, o que também impacta o custo efetivo de cada operação.

2. Moeda base: USD vs. EUR

A generalidade dos ETF NASDAQ-100 tem o dólar norte-americano como moeda base, sem cobertura cambial (hedge), o que significa que um investidor com uma conta em euros fica exposto à variação da taxa de câmbio EUR/USD, além da evolução do próprio índice.

Não obstante, alguns emitentes disponibilizam classes com cobertura cambial, geralmente com um TER ligeiramente superior.

Ao negociar através da XTB, aplica-se uma comissão de conversão cambial de 0,5% sempre que se compra um instrumento cotado numa moeda diferente da moeda da conta.

Para conhecer em detalhe todas as comissões e taxas aplicáveis às suas operações, consulte a página de conta e taxas da XTB.

3. Distribuição de dividendos vs. reinvestimento automático

Para um investidor particular residente em Portugal, esta escolha tem efeitos fiscais diretos.

Em Portugal, as mais-valias e os rendimentos de capitais mobiliários (incluindo dividendos) provenientes de valores mobiliários estão, por regra, sujeitos a uma taxa liberatória de 28%.

Num ETF de distribuição, cada pagamento de dividendos gera, em princípio, um facto tributável nesse momento. Já num ETF de acumulação, como o iShares NASDAQ 100 UCITS (Acc), os rendimentos são reinvestidos no próprio fundo, o que permite diferir a tributação até ao momento da venda das unidades de participação, sendo esta uma das razões pelas quais muitos investidores em Portugal preferem as classes de acumulação para exposições a longo prazo.

Desde 2025, existe ainda uma exclusão parcial de tributação das mais-valias em unidades de participação de fundos abertos, consoante o período de detenção (10% para detenções superiores a 2 e inferiores a 5 anos, 20% entre 5 e 8 anos e 30% a partir de 8 anos), segundo a informação disponibilizada pelo Todos Contam.

Este é um tema com regras específicas e sujeito a atualização, pelo que recomendamos consultar o Portal das Finanças ou um contabilista certificado para uma análise da sua situação concreta.

Pode também consultar o nosso guia sobre como declarar os seus investimentos no IRS em Portugal.

4. Domicílio do fundo e tratado fiscal

A generalidade dos ETF NASDAQ-100 disponíveis na Europa está domiciliada na Irlanda (ISIN a começar por “IE”) ou no Luxemburgo.

O domicílio irlandês é particularmente comum entre fundos com exposição a ações dos EUA, uma vez que o tratado de dupla tributação entre a Irlanda e os EUA permite, no geral, uma retenção na fonte de 15% sobre dividendos de origem norte-americana recebidos pelo fundo, tratando-se de uma taxa mais vantajosa do que a aplicável a fundos domiciliados noutras jurisdições sem tratado equivalente, como descreve a gestora State Street na sua análise sobre ETF UCITS vs. ETF dos EUA.

Riscos a considerar antes de investir

Investidor sério a analisar gráfico de investimentos em ecrã
Tima Miroshnichenko/Pexels

Nenhum ETF elimina o risco de perda de capital, e o NASDAQ-100 tem características que merecem atenção redobrada:

1. Concentração setorial elevada

Como o índice exclui empresas do setor financeiro, a sua composição está fortemente inclinada para a tecnologia.

Esta concentração significa que o desempenho de um ETF depende, de forma desproporcionada, de um pequeno número de empresas.

Mesmo tratando-se de um fundo com cerca de 100 posições, o benefício de diversificação fica reduzido, e uma correção acentuada nas maiores participações, como a Nvidia, a Apple ou a Microsoft, tende a arrastar o índice como um todo, amplificando eventuais quedas em vez de atenuá-las.

2. Volatilidade historicamente superior à do S&P 500

Segundo dados divulgados pela própria NASDAQ, entre o final de 2007 e o primeiro trimestre de 2025, o NASDAQ-100 registou uma volatilidade anualizada de 22,9%, acima dos 20,1% do S&P 500 no mesmo período.

Nesse mesmo período, o NASDAQ-100 superou o S&P 500 em 13 dos 17 anos civis analisados, com destaque para 2023 (+55,1%, o melhor ano desde 1999), mas também atravessou quedas acentuadas, como em 2022, quando recuou 32,4%.

Lembre-se de que a rentabilidade passada não é um indicador fiável de resultados futuros e que estes valores estão expressos em dólares norte-americanos, pelo que as variações cambiais EUR/USD podem alterar efetivamente o retorno obtido por um investidor em euros.

Invista em ações e ETFs sem comissões

Aproveite as oportunidades globais. Negoceie nas principais bolsas. *Para um volume de negócios mensal até 100.000 EUR (depois comissão de 0,2%, mínimo de 1 EUR). Investir envolve riscos.

Abrir conta

3. As regras do índice podem mudar a composição do fundo sem aviso prévio ao investidor individual

Um exemplo recente ilustra este ponto: em 2026, a NASDAQ passou a permitir que grandes ofertas públicas iniciais (IPO) entrassem no índice apenas cerca de 15 dias após a estreia em bolsa, em vez dos cerca de três meses exigidos anteriormente.

Foi ao abrigo desta alteração que a SpaceX passou a integrar o NASDAQ-100 pouco depois de começar a ser negociada em bolsa, em 2026, um caso ilustrativo de como uma simples alteração de metodologia pode mudar rapidamente a composição de um ETF.

4. Guerra de custos entre emitentes

Os TER têm vindo a descer: a Invesco anunciou, através de um comunicado oficial, a conversão do QQQ Trust norte-americano numa estrutura de fundo aberto a partir de 22 de dezembro de 2025, reduzindo o seu custo de gestão de 0,20% para 0,18%, enquanto a UBS lançou, em 2025, um ETF UCITS a 0,13%, atualmente o mais barato desta categoria na Europa.

Isto significa que os custos e a oferta de fundos podem mudar ao longo do tempo, pelo que vale a pena rever periodicamente as condições do ETF que detém.

5. Leitura obrigatória do Documento de Informação Fundamental (DIF)

Nos termos do regulamento europeu PRIIP (Packaged Retail and Insurance-based Investment Products, ou pacotes de produtos de investimento de retalho e de produtos de investimento com base em seguros, em Português), todos os ETF UCITS devem disponibilizar um DIF, com informação sobre os riscos, custos e cenários de desempenho.

Como recorda a própria Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) na sua brochura sobre produtos financeiros complexos, estes instrumentos não garantem nem capital nem rendimento, sendo que a rentabilidade de um fundo pode até ser negativa.

Nada no presente artigo constitui aconselhamento de investimento personalizado. Cabe a cada investidor avaliar, de forma independente ou com apoio profissional, se os seus perfil de risco e horizonte temporal são compatíveis com a exposição concentrada e potencialmente volátil que um ETF NASDAQ-100 proporciona.

NASDAQ-100 ou S&P 500: qual dos dois faz mais sentido?

Uma dúvida frequente entre investidores é se deverão optar por um ETF do NASDAQ-100, por um ETF do S&P 500 ou por ambos. Em traços gerais:

  • O NASDAQ-100 reúne 100 empresas não financeiras cotadas exclusivamente na NASDAQ, com um peso muito relevante em tecnologia e um perfil historicamente mais volátil;
  • O S&P 500 abrange cerca de 500 empresas de todos os setores, incluindo financeiro, energia e saúde, resultando numa diversificação setorial mais ampla.

Já analisámos esta questão em detalhe, incluindo dados históricos de desempenho e critérios de decisão, no artigo intitulado «Que índice faz mais sentido para o seu perfil: S&P 500 ou NASDAQ-100?».

Para concluir

Os ETF NASDAQ-100 oferecem uma forma relativamente simples e direta de obter exposição às maiores empresas tecnológicas cotadas nos EUA, através de instrumentos regulados ao abrigo da diretiva europeia UCITS.

Ao mesmo tempo, trata-se de produtos com elevada concentração setorial e volatilidade histórica superior à dos índices mais diversificados, pelo que a escolha entre as diferentes opções disponíveis deve ter em conta o TER, o método de réplica, a política de distribuição de rendimentos e o próprio horizonte de investimento.

Quem quiser explorar estas opções na prática pode abrir uma conta na XTB e consultar os ETF disponíveis na plataforma, ou experimentar previamente uma conta de demonstração, sem recorrer a capital real.

Para quem prefira um investimento automatizado e diversificado em vários ETF, a XTB disponibiliza também os Planos de Investimento, que permitem combinar até 9 ETF numa única carteira, com reforços a partir de 15 euros.

Comece hoje mesmo a investir ou experimente uma conta demo

Abrir Conta 

FAQ

Um ETF NASDAQ-100 é um fundo negociado em bolsa que procura replicar o desempenho do índice NASDAQ-100, composto por cerca de 100 das maiores empresas não financeiras cotadas exclusivamente na bolsa NASDAQ, incluindo nomes como Apple, Microsoft e Nvidia. Ao investir num único ETF, o investidor obtém exposição a todas estas empresas em simultâneo, na proporção definida pela metodologia do índice.

O iShares NASDAQ 100 UCITS (Acc) é atualmente o maior ETF UCITS a replicar este índice em termos de património sob gestão, com réplica física total e um TER de 0,30%. Outras opções, como o Invesco EQQQ, o Xtrackers NASDAQ-100 UCITS 1C (TER de 0,20%) ou os fundos sintéticos da Amundi, seguem o mesmo índice, mas diferem em custos, método de réplica, dimensão e domicílio fiscal, pelo que vale a pena comparar estas características antes de escolher.

Depois de abrir uma conta na XTB, pode utilizar o motor de pesquisa de instrumentos da xStation para localizar os ETF NASDAQ-100 disponíveis na plataforma, consultar a respetiva ficha técnica e efetuar a compra através da conta real ou, previamente, testar a operação numa conta de demonstração. A XTB aplica 0% de comissão nas compra e venda de ações e ETF até 100.000 € de volume mensal negociado; acima deste valor, aplica-se uma comissão de 0,2% (mínimo de 10 €), além de uma eventual comissão de conversão cambial de 0,5% quando o instrumento está cotado numa moeda diferente da moeda da conta.

Depende da classe do fundo. Os ETF de distribuição (Dist), como o Invesco EQQQ, pagam periodicamente aos investidores os dividendos recebidos das empresas do índice. Os ETF de acumulação (Acc), como o iShares NASDAQ 100 UCITS (Acc), reinvestem automaticamente esses rendimentos no próprio fundo, sem distribuição direta ao investidor, o que pode ter implicações fiscais distintas para investidores residentes em Portugal.

Os principais riscos incluem a elevada concentração setorial em tecnologia (uma vez que o índice exclui empresas financeiras), uma volatilidade historicamente superior à de índices mais diversificados, como o S&P 500, a exposição cambial ao dólar norte-americano para investidores em euros e o facto de as regras de composição do índice poderem ser alteradas ao longo do tempo. Como em qualquer instrumento financeiro, não há garantia de rentabilidade positiva, sendo que a rentabilidade passada não é um indicador de resultados futuros.

Henrique Tomé

Analista XTB

Henrique Tomé é analista de mercados financeiros, trader e investidor, com especialização em análise macroeconómica e no impacto desta nas diferentes classes de ativos. As suas análises e perspetivas sobre a evolução económica têm sido destacadas e reconhecidas por meios de referência nacionais e internacionais, incluindo o Financial Times.

É formado em Finanças e Contabilidade e possui uma pós-graduação em Mercados Financeiros e Gestão de Risco pela Nova SBE.

Mais sobre o analista 
20 minutos

ETF de Urânio - como investir na transformação nuclear?

18 minutos

ETFs vs Ações: O Guia Essencial

19 minutos

Quais são os melhores ETFs que replicam o S&P 500?

Este material é uma comunicação de marketing na aceção do artigo 24.º, n.º 3, da Diretiva 2014/65 / UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 15 de maio de 2014, sobre os mercados de instrumentos financeiros e que altera a Diretiva 2002/92 / CE e Diretiva 2011/61/ UE (MiFID II). A comunicação de marketing não é uma recomendação de investimento ou informação que recomenda ou sugere uma estratégia de investimento na aceção do Regulamento (UE) n.º 596/2014 do Parlamento Europeu e do Conselho de 16 de abril de 2014 sobre o abuso de mercado (regulamentação do abuso de mercado) e revogação da Diretiva 2003/6 / CE do Parlamento Europeu e do Conselho e das Diretivas da Comissão 2003/124 / CE, 2003/125 / CE e 2004/72 / CE e do Regulamento Delegado da Comissão (UE ) 2016/958 de 9 de março de 2016 que completa o Regulamento (UE) n.º 596/2014 do Parlamento Europeu e do Conselho no que diz respeito às normas técnicas regulamentares para as disposições técnicas para a apresentação objetiva de recomendações de investimento, ou outras informações, recomendação ou sugestão de uma estratégia de investimento e para a divulgação de interesses particulares ou indicações de conflitos de interesse ou qualquer outro conselho, incluindo na área de consultoria de investimento, nos termos do Código dos Valores Mobiliários, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 486/99, de 13 de Novembro. A comunicação de marketing é elaborada com a máxima diligência, objetividade, apresenta os factos do conhecimento do autor na data da preparação e é desprovida de quaisquer elementos de avaliação. A comunicação de marketing é elaborada sem considerar as necessidades do cliente, a sua situação financeira individual e não apresenta qualquer estratégia de investimento de forma alguma. A comunicação de marketing não constitui uma oferta ou oferta de venda, subscrição, convite de compra, publicidade ou promoção de qualquer instrumento financeiro. A XTB, S.A. - Sucursal em Portugal não se responsabiliza por quaisquer ações ou omissões do cliente, em particular pela aquisição ou alienação de instrumentos financeiros. A XTB não aceitará a responsabilidade por qualquer perda ou dano, incluindo, sem limitação, qualquer perda que possa surgir direta ou indiretamente realizada com base nas informações contidas na presente comunicação comercial. Caso o comunicado de marketing contenha informações sobre quaisquer resultados relativos aos instrumentos financeiros nela indicados, estes não constituem qualquer garantia ou previsão de resultados futuros. O desempenho passado não é necessariamente indicativo de resultados futuros, e qualquer pessoa que atue com base nesta informação fá-lo inteiramente por sua conta e risco.