A escolha dos melhores ETF para investir implica ir além do preço: é preciso analisar o TER, o tracking error e a liquidez. Estes fatores determinam os custos reais e a eficiência do fundo e podem fazer uma enorme diferença a longo prazo.
A escolha dos melhores ETF para investir implica ir além do preço: é preciso analisar o TER, o tracking error e a liquidez. Estes fatores determinam os custos reais e a eficiência do fundo e podem fazer uma enorme diferença a longo prazo.
Quando se fala em encontrar os melhores ETF para investir, a conversa costuma girar em torno dos índices replicados, da diversificação geográfica e do desempenho histórico.
No entanto, há uma dimensão que muitos investidores ignoram e que pode ter um impacto significativo nas suas poupanças ao longo do tempo: os custos associados ao próprio fundo.
Na XTB, onde é possível investir, poupar e negociar num único lugar, acreditamos que a tomada de decisões financeiras mais informadas começa por compreender o que está realmente a pagar ao investir num ETF.
O preço de compra é apenas a ponta do icebergue. Por baixo, encontram-se o TER, o tracking error e a liquidez, três conceitos que qualquer investidor deve conhecer antes de escolher um fundo.
Este artigo explica cada um destes fatores de modo claro e objetivo, ajudando-o a perceber como os custos dos ETF podem afetar os seus resultados a longo prazo.
Porque é que os custos de um ETF vão além do preço de compra?
Quando compra um ETF ou uma ação numa plataforma de investimento, o preço que vê no ecrã corresponde ao custo imediato da transação.
Contudo, um ETF (Exchange-Traded Fund) é um fundo gerido de forma contínua, o que acarreta custos. Mesmo os ETFs ditos "passivos", que se limitam a replicar um índice, incorrem em despesas operacionais.
Estes custos não aparecem como uma linha separada na sua conta. São deduzidos internamente ao valor do fundo, o que significa que influenciam o desempenho do ETF de forma silenciosa, porém constante.
Ao longo de anos, diferenças aparentemente pequenas nas despesas anuais podem traduzir-se em montantes relevantes.
Além das despesas internas do fundo, há ainda outros fatores a considerar, nomeadamente:
- O spread: a diferença entre o preço a que pode comprar e o preço a que pode vender o ETF no mercado secundário;
- Os custos de transação da corretora: as comissões aplicadas na compra ou venda (que variam consoante o intermediário);
- Os custos de conversão cambial: quando o ETF está denominado numa moeda diferente da sua;
- O desvio face ao índice: a diferença entre o que o ETF entrega e o que o índice que replica efetivamente apresentou.
Compreender cada uma destas dimensões é o que distingue uma análise superficial de uma escolha verdadeiramente fundamentada.
O que é o TER num ETF e como impacta o seu investimento a longo prazo
O TER (Total Expense Ratio, ou rácio total de despesas) é o indicador mais utilizado para mensurar os custos anuais de um ETF. Expressa-se em percentagem do valor total investido no fundo e inclui:
- As comissões de gestão do fundo;
- Os custos administrativos e de custódia;
- As despesas legais e regulatórias;
- Outros encargos operacionais do emitente.
Por exemplo, um ETF com um TER de 0,20% cobra, em termos implícitos, 2 euros por cada 1000 euros investidos por ano.
Este custo não é cobrado diretamente ao investidor, sendo deduzido do valor líquido do fundo (NAV, Net Asset Value, ou valor líquido do ativo), o que faz com que o retorno do ETF fique ligeiramente aquém do retorno puro do índice.
Como o TER afeta os seus resultados a longo prazo
O impacto do TER é amplificado ao longo do tempo, fruto do efeito dos juros compostos.
Considere dois ETF hipotéticos que replicam o mesmo índice: um com um TER de 0,07% e outro com um TER de 0,50%. Para um investimento de 10.000 euros ao longo de 20 anos, com um retorno anual bruto hipotético do índice de 7%, a diferença acumulada nos custos pode chegar a vários milhares de euros.
Este é um exemplo meramente ilustrativo. Os resultados reais dependerão das condições de mercado que são variáveis e não garantidas. Lembre-se de que os resultados passados não são um indicador fiável de resultados futuros.
O que constitui um TER baixo?
Em linhas gerais, os ETF que replicam grandes índices globais ou regionais, como o MSCI World, o S&P 500 ou o Euro Stoxx 50, tendem a ter TERs mais baixos, frequentemente inferiores a 0,20%.
Os ETF temáticos, que cobrem mercados emergentes ou de nicho, podem apresentar TER mais elevados, devido ao maior custo operacional associado à gestão de carteiras menos líquidas ou mais complexas.
Nota: o TER é o melhor indicador antecipado da tracking difference (a diferença entre o retorno do ETF e o do índice), mas não é o único fator. Outros elementos podem ampliar ou atenuar esse desvio, como veremos a seguir.
Tracking error: quando o ETF não acompanha o índice como devia
O tracking error (em português, erro de replicação) mede a volatilidade da diferença de desempenho entre o ETF e o índice que este pretende replicar. Trata-se de um conceito distinto do TER, ainda que relacionado.
Enquanto o TER representa um custo fixo e previsível, o tracking error capta os desvios dinâmicos e, por vezes, imprevisíveis entre o fundo e o seu índice de referência.
Porque é que o tracking error existe?
Vários fatores contribuem para que um ETF não replique o seu índice na perfeição, tais como:
- Os reequilíbrios do índice: quando o índice adiciona ou remove constituintes, o ETF tem de ajustar a sua carteira, incorrendo em custos de transação que afetam o desempenho;
- Os dividendos e o seu reinvestimento: pequenos desfasamentos temporais no reinvestimento de dividendos podem gerar desvios, sobretudo em períodos de maior volatilidade;
- Estratégia de amostragem: alguns ETF, em vez de replicarem fisicamente todos os títulos do índice (full replication), optam por deter apenas uma amostra representativa. Esta abordagem pode introduzir desvios adicionais, sobretudo em índices com constituintes de menor liquidez;
- Empréstimo de títulos (securities lending): alguns emitentes emprestam títulos da carteira para gerarem receitas adicionais, o que pode atenuar os custos e reduzir o tracking error, mas também introduz alguma variabilidade;
- Cash drag: os fundos mantêm uma fração do capital em dinheiro para fazerem face a resgates e operações. Esta componente não replicada do índice gera um desvio de desempenho.
Como interpretar o tracking error
O tracking error calcula-se habitualmente como o desvio padrão anualizado das diferenças de retorno diário entre o ETF e o índice. Um tracking error mais baixo indica maior consistência na replicação.
Como referência orientativa:
- Abaixo de 0,50%: replicação geralmente considerada eficiente para ETF de grandes índices;
- Entre 0,50% e 1%: aceitável para índices mais específicos ou de menor liquidez;
- Acima de 1%: pode indicar ineficiências relevantes na replicação, que merecem análise mais detalhada.
É importante distinguir tracking error de tracking difference: enquanto o primeiro mede a volatilidade dos desvios, a segunda mede o desvio acumulado entre o retorno do ETF e o do índice num determinado período. Ambos são úteis, mas respondem a perguntas diferentes.
ETF Tracker: como avaliar a eficiência de replicação
O conceito de ETF Tracker refere-se à capacidade de um ETF de seguir fielmente o seu índice de referência. A avaliação desta eficiência é uma das tarefas mais importantes antes de escolher os melhores ETF para investir.
Critérios para avaliar a replicação de um ETF
Ao analisar a qualidade de replicação de um ETF, considere os seguintes pontos:
1. Tracking difference a 1 e 3 anos
Mostra se o fundo, de forma consistente, tem ficado acima ou abaixo do índice de referência e em que medida. Um valor negativo (o ETF superou o índice) pode, por exemplo, resultar de receitas provenientes do empréstimo de títulos.
2. Comparação entre TER e tracking difference
Se o ETF apresenta uma tracking difference superior ao seu TER, pode significar que existem custos implícitos adicionais que não estão plenamente refletidos nas despesas declaradas.
3. Método de replicação
Os ETF de replicação física completa replicam todos os títulos do índice; os de replicação por amostragem replicam apenas uma parte; e os sintéticos utilizam derivados (swap) para obterem exposição.
Cada método tem implicações distintas para o tracking error, a transparência e o risco de contraparte.
4. Qualidade e liquidez dos ativos subjacentes
Os índices compostos por títulos altamente líquidos (como grandes empresas de mercados desenvolvidos) tendem a ser replicados com maior precisão do que os índices de mercados emergentes ou de nicho.
Onde verificar estas métricas
A informação sobre tracking error e tracking difference pode ser consultada nos documentos oficiais dos fundos, como o KIID (Key Investor Information Document, ou documento de informação fundamental ao investidor), nos sites dos emitentes de ETF (iShares, Vanguard, Amundi, entre outros) e em plataformas especializadas de análise de ETF.
Antes de investir, vale sempre a pena comparar vários ETF que replicam o mesmo índice para perceber qual oferece a combinação mais eficiente entre custo e qualidade de replicação.
Como se verifica e porque é relevante a liquidez de um ETF?
A liquidez de um ETF determina a facilidade com que pode comprar ou vender o fundo no mercado secundário e a que preço.
Um ETF com pouca liquidez pode implicar custos de transação implícitos mais elevados ou maior dificuldade em executar ordens ao preço pretendido.
As duas camadas de liquidez de um ETF
Os ETF possuem uma estrutura particular que os distingue dos fundos de investimento tradicionais: são negociados em bolsa, mas possuem também um mecanismo de criação e resgate de participações no mercado primário, através de participantes autorizados (authorized participants).
Isto significa que a liquidez de um ETF tem duas dimensões:
- Liquidez no mercado secundário: reflete o volume diário de transações do ETF na bolsa. Um volume médio diário elevado e um spread reduzido indicam uma boa liquidez de mercado;
- Liquidez dos ativos subjacentes: a liquidez do ETF está intrinsecamente ligada à dos títulos que o compõem. Um ETF que replica o S&P 500, cujos constituintes são algumas das ações mais negociadas do mundo, terá, naturalmente, mais liquidez do que um ETF de um mercado emergente ou de um setor de nicho.
Indicadores de liquidez a observar
- Volume médio diário (ADV, Average Daily Volume): quanto maior, mais fácil será comprar e vender o ETF sem impactar o preço;
- Spread: a diferença entre o preço de compra e o de venda. Spreads mais estreitos traduzem-se em menores custos de transação implícitos. Nos ETF muito líquidos de grandes índices, este spread costuma ser residual;
- Ativos sob gestão (AUM, Assets Under Management): os fundos de maior porte tendem a ser mais líquidos, embora o AUM, por si só, não garanta liquidez.
Custos de ETF em Portugal a considerar antes de investir
Para quem investe ou pondera investir em ETF a partir de Portugal, é relevante ter em conta não só os custos intrínsecos dos fundos, mas também os custos associados ao acesso aos mesmos.
O que deve considerar
- Comissões de corretagem: cobradas pelo intermediário financeiro na compra e na venda de ETF. Na XTB, é possível investir em ETF com 0% de comissão até atingir um volume de negócios mensal de 100.000 EUR; acima deste montante, aplica-se uma comissão de apenas 0,2% (mínimo de 10 EUR);
- Custo de conversão cambial: se investir em ETF denominados em dólares americanos ou noutra divisa, pode ser cobrada uma taxa de conversão. Na XTB, este custo é de 0,5%;
- Tributação em Portugal: os ganhos obtidos com a venda de ETF estão sujeitos a tributação em sede de IRS. A taxa aplicável e as condições dependem da situação fiscal individual de cada investidor e podem estar sujeitas a alterações. Recomendamos consultar um contabilista ou consultor fiscal para obter orientação personalizada;
- Custos de custódia: em alguns intermediários, são cobradas comissões de guarda de títulos. É importante verificar a tabela de custos da corretora.
Para consultar a tabela completa de comissões da XTB, pode aceder à página de termos e taxas.
Os ETF disponíveis na XTB
Na plataforma da XTB, tem acesso a mais de 350 ETF de diversas categorias (índices globais, setoriais, temáticos, de obrigações e de matérias-primas, entre outras) de emitentes reconhecidos como iShares, Vanguard e Lyxor.
Explore toda a oferta disponível na página de ETF da XTB.
Se procura uma forma de investir regularmente em ETF com automatização, os planos de investimento da XTB permitem programar contribuições periódicas em carteiras diversificadas de ETF com gestão flexível.
Quanto preciso de ter para investir em ETF e cobrir os custos?
Uma das questões mais frequentes entre quem está a considerar começar a investir em ETF é precisamente esta: qual é o montante mínimo necessário?
O montante mínimo
Na XTB, é possível começar a investir em ETF com apenas 10 euros, graças à possibilidade de adquirir frações de ETF. Isto significa que não é necessário ter capital suficiente para comprar uma unidade completa de um fundo, o que pode ser particularmente relevante para ETF com preços mais elevados por unidade.
Este modelo de investimento fracionado democratiza o acesso a fundos que, de outra forma, poderiam estar fora do alcance de investidores com capital inicial mais limitado.
Como os custos se relacionam com o montante investido
Os custos do TER são proporcionais ao valor investido, o que significa que o seu impacto, em termos absolutos, cresce com o capital. Para montantes reduzidos, o custo mais relevante a considerar pode ser, em termos relativos, o spread e os eventuais custos de transação da corretora.
Em termos práticos, quanto maior for o montante investido e o horizonte temporal, maior será a relevância de otimizar os custos do fundo (TER e tracking error).
Para quem está a começar com valores mais modestos e contribuições regulares, a prioridade pode estar em estabelecer o hábito de investir de forma consistente.
Perguntas que deve fazer antes de investir em ETF
Antes de selecionar um ETF, questione-se:
- Qual é o TER deste fundo e como se compara ao de ETF similares?
- Qual é o tracking error histórico a 1 e 3 anos?
- O ETF replica o índice de modo físico ou sintético?
- Qual é o volume médio diário e o spread habitual?
- O fundo está denominado em euros ou noutra divisa? Existem custos de conversão?
- Quais são as implicações fiscais para a minha situação concreta?
Não existe uma resposta universal a estas questões. A escolha dependerá do perfil de cada investidor, dos seus objetivos e do horizonte temporal.
Se pretende aprofundar os seus conhecimentos sobre ETF, a base de conhecimentos da XTB disponibiliza artigos, cursos e webinars sobre o tema.
Para concluir
Escolher bem um ETF não se resume a identificar o índice certo. O TER, o tracking error, a liquidez e os custos de transação são elementos que, em conjunto, determinam o retorno líquido real que o investidor recebe.
Na XTB, encontra ferramentas, recursos educativos e uma seleção alargada dos melhores ETF para investir, para que possa tomar as suas decisões com mais confiança.
FAQ
O TER (Total Expense Ratio) é o rácio total de despesas anuais de um ETF, expresso em percentagem do valor investido. Inclui as comissões de gestão, os custos administrativos e outros encargos operacionais do fundo. É deduzido internamente ao valor líquido do fundo, pelo que não aparece como um custo explícito na conta do investidor, mas afeta o retorno obtido.
O tracking error de um ETF mensura a volatilidade da diferença de desempenho entre o fundo e o índice que o fundo replica. Um tracking error mais baixo indica que o ETF segue o índice com maior consistência.
A eficiência de um ETF avalia-se principalmente através da tracking difference (desvio acumulado face ao índice), do tracking error (volatilidade desse desvio) e da comparação entre estes valores e o TER declarado. Quanto mais próximo o desempenho do ETF estiver do do índice, maior será a eficiência de replicação.
A liquidez determina a facilidade e o custo de comprar ou vender um ETF no mercado. Os ETF com maior liquidez tendem a ter spreads mais estreitos, reduzindo os custos implícitos de transação.
Na XTB, é possível começar a investir em ETF a partir de 10 euros, graças ao investimento fracionado. Não é necessário ter capital suficiente para adquirir uma unidade completa do fundo. Contudo, importa considerar os custos associados ao fundo (TER), os eventuais spreads e as comissões de corretagem, que variam consoante o intermediário financeiro escolhido.
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