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Novas Criptomoedas em 2026: Tendências, Oportunidades e Como Investir em Portugal

Descubra as novas criptomoedas que estão a marcar 2026, as tendências em Web3, inteligência artificial e tokenização de ativos reais, o impacto do regulamento europeu MiCA e o que precisa de saber sobre fiscalidade em Portugal para investir com responsabilidade.

 

Descubra as novas criptomoedas que estão a marcar 2026, as tendências em Web3, inteligência artificial e tokenização de ativos reais, o impacto do regulamento europeu MiCA e o que precisa de saber sobre fiscalidade em Portugal para investir com responsabilidade.

 

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O mercado financeiro nunca esteve tão atento às novas criptomoedas. Após o halving do Bitcoin em abril de 2024, a aprovação dos ETFs spot de Bitcoin e Ethereum nos Estados Unidos, e a entrada do regulamento europeu MiCA em vigor a 30 de dezembro de 2024, o setor entrou numa fase qualitativamente diferente.

Em 2026, a inovação cripto continua a desafiar fronteiras, impulsionada por avanços em áreas como inteligência artificial (IA), finanças descentralizadas (DeFi), Web3 e tokenização de ativos reais.

No entanto, com o número crescente de projetos a surgirem todos os dias e com o reforço regulamentar a nível europeu, torna-se cada vez mais importante perceber quais são as oportunidades reais e as que envolvem riscos difíceis de antecipar. Seja para investir, poupar ou negociar, compreender o cenário atual das criptomoedas emergentes é indispensável para qualquer investidor informado.

O panorama das criptomoedas em 2026: maturidade, regulação e inovação

​Em 2026, o mercado de criptomoedas atravessa uma nova fase de consolidação. Após um período de extrema volatilidade, ciclos de hype e correções severas, o setor encontra-se mais maduro e, sobretudo, mais regulamentado, embora ainda longe de ser totalmente previsível.

O que antes era uma febre especulativa evoluiu para um ecossistema diversificado com aplicações reais, do financiamento descentralizado (DeFi) à economia da Web3, passando por inovações como tokens de IA e projetos centrados na sustentabilidade. A entrada institucional acelerou de forma decisiva: gestoras como BlackRock, Fidelity e Franklin Templeton lançaram ETFs spot de Bitcoin e Ethereum nos Estados Unidos a partir de 2024, atraindo capital institucional em larga escala. Este movimento, combinado com o quadro regulatório europeu MiCA, transformou a forma como os ativos digitais são percebidos e negociados.

Ainda assim, a instabilidade global, a evolução das políticas monetárias dos bancos centrais e o papel crescente das autoridades supervisoras moldam uma nova fase para os criptoativos. De um lado, vemos maior aceitação institucional e avanços tecnológicos na blockchain; do outro, surgem desafios quanto à segurança, à escalabilidade e à adoção em massa. Neste contexto, a atenção recai sobre as novas criptomoedas, projetos que prometem resolver limitações existentes ou abrir portas a novas funcionalidades.

Para quem procura investir em criptomoedas, a chave é perceber que o mercado já não se resume apenas à Bitcoin ou ao Ethereum, as criptomoedas emergentes, frequentemente chamadas "altcoins", ganham protagonismo ao desafiarem os modelos anteriores.

Como identificar novas criptomoedas com potencial de valorização

A identificação de novas criptomoedas com verdadeiro potencial de valorização vai muito além de seguir as tendências nas redes sociais ou nos fóruns de investimento.

Em 2026, com milhares de projetos a competir pela visibilidade, é fundamental adotar uma abordagem analítica e informada.

Uma primeira pista pode estar na utilidade real do projeto: as criptomoedas que resolvem problemas concretos, seja na escalabilidade da blockchain, na privacidade das transações ou na integração com aplicações DeFi e Web3, tendem a atrair maior adoção a longo prazo.

Por conseguinte, a pergunta-chave que tem de fazer é: este token está a ser construído com um propósito ou apenas para fins especulativos?

Outro sinal importante é a equipa fundadora e os parceiros estratégicos. Os projetos com equipas experientes, transparentes e ativas na comunidade, têm maior probabilidade de sucesso. Além disso, as parcerias com empresas ou instituições reconhecidas podem conferir credibilidade e abrir portas a integrações reais.

Também vale a pena analisar os seguintes indicadores:

  • Tokenomics: quantos tokens existem? Como são distribuídos? Existe um mecanismo de queima ou de recompensa? A sustentabilidade económica do projeto depende muito destes fatores;
  • Whitepaper e roadmap: um projeto sólido terá um plano claro, com objetivos realistas e prazos definidos. Se a informação for vaga ou exageradamente promissora, é um sinal de alerta;
  • Volume de negociação e liquidez: a ausência de liquidez pode dificultar a entrada ou a saída de posições. É importante avaliar se a moeda já é negociada em várias plataformas respeitadas.

E por fim, mas não menos importante: a transparência e o envolvimento da comunidade. As altcoins, como Solana e Polkadot, tendem a ter comunidades ativas, com discussões públicas e atualizações regulares.

Na XTB, é possível acompanhar notícias em tempo real, análises e tendências de mercado, que ajudam a tomar decisões com mais confiança. Longe de apostar às cegas, o objetivo é investir com base em informações sólidas e nunca perder de vista os riscos.

Setores em destaque: IA, sustentabilidade e tokenização de ativos reais

As novas criptomoedas que estão a ganhar terreno em 2026 tendem a concentrar-se em três grandes áreas de inovação: inteligência artificial (IA), sustentabilidade ambiental e tokenização de ativos reais.

Estes setores não só refletem as prioridades tecnológicas e sociais do momento, como também criam novas possibilidades de aplicação dos criptoativos.

Inteligência artificial no universo cripto: aplicações e desafios

A integração da inteligência artificial no ecossistema cripto é uma das tendências mais relevantes de 2026.

Muito além da criação de tokens temáticos, a IA está a ser utilizada para transformar a forma como os projetos blockchain operam, tomam decisões e geram grandes volumes de dados.

Alguns projetos exploram a IA para automatizar operações em plataformas DeFi, como a definição dinâmica de taxas ou a gestão inteligente de liquidez.

Outros concentram-se na criação de marketplaces descentralizados de dados, nos quais a IA pode ser treinada com segurança, respeitando a privacidade dos utilizadores.

Também há iniciativas que permitem o desenvolvimento e a partilha de modelos de machine learning (ML) em redes descentralizadas, tornando a inteligência artificial mais acessível e transparente.

A longo prazo, este cruzamento entre IA e blockchain poderá abrir portas a assistentes virtuais baseados em contratos inteligentes, auditorias automatizadas de transações ou até governança algorítmica em organizações autónomas descentralizadas (DAOs).

No entanto, este setor enfrenta também desafios técnicos e éticos relevantes: como garantir a fiabilidade dos algoritmos? Como proteger os dados utilizados para treinar modelos? E quem é responsável pelas decisões tomadas de forma automatizada?

Neste contexto, é fundamental que quem pretenda investir em criptomoedas ligadas a este setor avalie não só o potencial tecnológico, como também os riscos regulatórios, a maturidade das equipas envolvidas e o nível de adoção do projeto.

Sustentabilidade: criptomoedas com consciência ecológica

Outro foco crescente em 2026 está na criação de criptomoedas com preocupações ambientais integradas.

De projetos que incentivam a compensação de carbono a blockchains que operam com proofs-of-stake altamente eficientes, há uma clara tendência para alinhar a tecnologia cripto com os princípios do investimento sustentável.

Neste segmento, destaca-se a procura por soluções que combinem inovação com responsabilidade ambiental, um critério cada vez mais valorizado por investidores institucionais e utilizadores conscientes.

Tokenização de ativos reais: imóveis, metais, arte e mais

A tokenização de ativos do mundo real permite fracionar e digitalizar bens físicos, como imóveis, obras de arte, metais preciosos e até ações de empresas não cotadas.

Esta tecnologia tem vindo a democratizar o acesso a investimentos tradicionalmente reservados aos grandes capitais, trazendo liquidez e transparência aos mercados ilíquidos.

Estes tokens representam uma ponte direta entre o universo financeiro tradicional e a economia digital, e têm sido uma das áreas mais promissoras na blockchain em 2026.

Para quem pretende investir em criptomoedas com informação e diversificação, acompanhar a evolução destes três setores é essencial. Através da XTB, é possível aceder a análises técnicas e fundamentais que ajudam a interpretar cada nova oportunidade com mais segurança.

DeFi e Web3: a nova infraestrutura financeira digital

O ano de 2026 confirma a consolidação da DeFi e da Web3 como pilares fundamentais da nova economia digital.

Estes dois conceitos, muitas vezes interligados, representam uma alternativa ao sistema financeiro tradicional: mais aberta, programável e centrada no utilizador.

A DeFi permite realizar operações financeiras, como empréstimos, trocas de ativos ou rendimentos passivos, sem a necessidade de intermediários. Tudo é gerido através de contratos inteligentes, que executam automaticamente regras definidas em código.

Plataformas como protocolos de empréstimo, AMM’s (market makers automatizados) e agregadores de rendimento continuam a evoluir, oferecendo novas funcionalidades e maior segurança.

Já a Web3 vai além da vertente financeira. Trata-se de uma internet mais descentralizada, na qual os utilizadores controlam os seus dados e interagem com aplicações (dApps) através de carteiras digitais.

O acesso às plataformas é feito através de tokens, que atuam como identidade, participação nas decisões e meio de pagamento, criando um ecossistema em que a propriedade digital é real.

Para muitos projetos de criptomoedas emergentes, aliar os princípios da DeFi à lógica descentralizada da Web3 tornou-se uma estratégia central para criar ecossistemas mais completos e participativos. A descentralização, a transparência e a interoperabilidade entre blockchains, tornaram-se requisitos mínimos para conquistar a confiança da comunidade.

No entanto, ainda existem desafios significativos.

O risco de exploits nos contratos inteligentes, a complexidade técnica das interfaces e a falta de literacia financeira continuam a ser barreiras à adoção em massa. Além disso, a crescente atenção de reguladores suscita questões sobre como estes sistemas vão evoluir num enquadramento legal mais definido.

Neste cenário, investir em criptomoedas ligadas à DeFi e à Web3 exige um conhecimento sólido do ecossistema, dos projetos envolvidos e da sua proposta de valor.

O papel das stablecoins e CBDC’s na nova economia cripto

À medida que o ecossistema cripto evolui, as stablecoins (moedas estáveis, em português) e as CBDC’s (moedas digitais de bancos centrais) ganham cada vez mais protagonismo na construção de uma economia digital estável, acessível e interligada.

As stablecoins são ativos digitais que procuram manter um valor estável, normalmente indexadas a moedas fiduciárias como o dólar ou o euro. A sua principal função é oferecer um meio de pagamento ou reserva de valor no universo cripto, sem a volatilidade associada a altcoins mais especulativas, como a PEPE, cujo valor pode variar drasticamente consoante o sentimento do mercado.

Em 2026, a sua utilização vai além das transações: são essenciais para protocolos DeFi, facilitam a liquidez e funcionam como uma ponte entre o mundo tradicional e a blockchain.

Existem diferentes tipos de stablecoins: as apoiadas por reservas centralizadas (como o USDC), as algorítmicas e as descentralizadas. Estas últimas, apesar de mais alinhadas com os princípios do cripto, têm enfrentado desafios de estabilidade, o que exige uma análise criteriosa por parte de quem pretende investir em criptomoedas.

Impacto do MiCA nas stablecoins na Europa

O regulamento europeu MiCA, em pleno vigor desde 30 de dezembro de 2024, alterou profundamente o panorama das stablecoins no Espaço Económico Europeu. As stablecoins são classificadas em duas categorias: ART (Asset-Referenced Tokens), indexadas a uma cesta de ativos, e EMT (E-Money Tokens), indexadas a uma única moeda fiduciária como o euro ou o dólar. Para serem oferecidas a clientes europeus, têm de cumprir requisitos rigorosos de reservas, transparência e licenciamento.

Como consequência, várias stablecoins não conformes incluindo o USDT da Tether foram retiradas dos pares de negociação spot para utilizadores do EEE em grandes plataformas como Coinbase, Binance e Kraken entre o final de 2024 e início de 2025. Em alternativa, ganharam protagonismo stablecoins MiCA-compliant como o USDC (Circle), o EURC (Circle, indexado ao euro) e o EURI (Banking Circle).

Para qualquer investidor europeu, esta nova realidade implica que a escolha de stablecoins deve agora considerar também o seu enquadramento regulamentar.

Em 2026, vários países encontram-se em fases avançadas de implementação de CBDCs. O euro digital, decidido em fase de preparação pelo Banco Central Europeu em outubro de 2023, continua a avançar com testes técnicos e definição de regras de privacidade, com a Comissão Europeia a trabalhar no enquadramento legal. A China, por seu lado, mantém o e-CNY (yuan digital) como o maior projeto piloto mundial, com utilização em transações no retalho e em pagamentos transfronteiriços. Outros bancos centrais, como o do Brasil (Drex) e do Reino Unido, prosseguem em ritmos próprios.

Análise técnica e fundamental aplicada a novas altcoins

Investir em novas criptomoedas exige mais do que entusiasmo com narrativas de inovação.

Em ​2026, com o mercado mais competitivo e exigente, recorrer a análises técnicas e fundamentais é indispensável para tomar decisões informadas e minimizar riscos.

Análise técnica: padrões, volumes e níveis-chave

A análise técnica baseia-se no comportamento histórico do preço e do volume de um ativo, procurando identificar padrões recorrentes que possam indicar movimentos futuros.

No caso das altcoins, indicadores como médias móveis, RSI, MACD e níveis de suporte e resistência continuam a ser ferramentas úteis, sobretudo quando se observa uma moeda nova a ganhar liquidez.

No entanto, é importantíssimo lembrar que os projetos recentes têm um histórico de preços bastante mais reduzido, o que limita a fiabilidade de certos sinais técnicos.

Nessas situações, analisar o volume de negociação, a volatilidade e a reação do preço a eventos específicos (como listagens ou anúncios de parcerias), pode fornecer pistas relevantes.

Riscos e armadilhas das novas criptomoedas

O potencial de valorização das novas criptomoedas é inegável, mas não está livre de riscos.

Em 2026, apesar de o mercado estar mais regulamentado e os investidores mais informados, continuam a surgir projetos de qualidade duvidosa, promessas exageradas e verdadeiras armadilhas disfarçadas de inovação.

Volatilidade extrema e falta de liquidez

As criptomoedas emergentes tendem a ser muito mais voláteis do que ativos consolidados, como a Bitcoin.

As oscilações de dois dígitos no mesmo dia são comuns, o que pode traduzir-se em oportunidades de lucro… ou perdas rápidas. Além disso, muitos destes ativos têm baixa liquidez, o que dificulta a entrada e a saída de posições sem impacto significativo no preço.

Fraudes e rug pulls

Apesar do amadurecimento do setor, fraudes continuam a ocorrer. Os chamados rug pulls, ou seja, projetos em que os fundadores desaparecem com os fundos dos investidores, ainda acontecem, sobretudo em ambientes DeFi menos escrutinados.

A ausência de transparência, equipas anónimas ou websites pouco informativos devem ser encarados como sinais de alerta.

Tokenomics mal estruturada

Um erro comum entre investidores é ignorar o modelo económico do token. 

Projetos com oferta inflacionária descontrolada, distribuição desigual ou falta de mecanismos de utilidade real tendem a desvalorizar rapidamente, mesmo que tecnicamente sejam bem construídos.

Hype desproporcionado vs. adoção real

Nas plataformas sociais, é fácil encontrar moedas “do momento” em comunidades muito barulhentas.

No entanto, barulho não é sinónimo de valor. Muitos projetos ganham tração mediática, mas nunca chegam a apresentar um produto funcional ou a atrair utilizadores reais. O risco aqui é confundir marketing com mérito.

Falta de regulação clara

Por fim, a incerteza regulatória ainda pesa sobre muitas criptomoedas.

Um projeto atualmente autorizado pode, no futuro, enfrentar restrições legais, o que afeta diretamente a sua negociação, liquidez e adoção. Estar atento ao enquadramento legal em diferentes jurisdições faz parte da responsabilidade de quem pretende investir em criptoativos com consciência.

Na XTB, valorizamos a transparência e a literacia financeira. Ao utilizar uma plataforma regulamentada, com conteúdos educativos e ferramentas de análise, o investidor pode reduzir a exposição a riscos desnecessários e tomar decisões mais informadas.

Comparação entre investimento em criptomoedas e ativos tradicionais, como ouro e S&P 500

Criptomoeda em cima de um smartphone
(Karola G/Pexels)

Com a crescente popularidade das criptomoedas, muitos investidores perguntam-se como estes ativos se comparam aos investimentos mais tradicionais, como o ouro ou o índice S&P 500.

Embora pertençam a universos distintos, compreender as diferenças entre os mesmos é importantíssimo para construir uma carteira diversificada e ajustada ao perfil de risco de cada investidor.

Volatilidade e potencial de valorização

As criptomoedas emergentes apresentam uma volatilidade muito superior à de ativos como o ouro ou as ações de grandes empresas. Isto significa que, apesar de poderem proporcionar ganhos elevados num curto espaço de tempo, também estão sujeitas a quedas abruptas.

Já o ouro é tradicionalmente visto como um ativo de preservação de valor, sobretudo em períodos de incerteza económica, apresentando oscilações muito mais moderadas.

O S&P 500, por sua vez, reflete o desempenho das 500 maiores empresas dos EUA. Embora esteja exposto à dinâmica dos mercados acionistas, tende a oferecer uma trajetória de crescimento mais estável, apoiada em lucros corporativos e na economia real.

Liquidez e acessibilidade

A liquidez também tem vindo a melhorar, sobretudo em projetos de criptomoedas mais consolidados.

No entanto, é importante considerar que muitas criptomoedas novas ainda não têm mercados profundos ou presença em múltiplas plataformas, o que pode dificultar a entrada ou saída de posições.

O ouro e os ETF’s do S&P 500, por outro lado, beneficiam de mercados amplamente regulamentados, com alta liquidez e um histórico de confiança entre investidores institucionais.

Narrativa e propósito no portfólio

As criptomoedas são frequentemente encaradas como ativos de crescimento, com elevado potencial de valorização, mas também com risco acrescido. Para muitos investidores, representam uma forma de exposição a tecnologias emergentes e a novos modelos financeiros.

Já o ouro é um ativo defensivo, procurado para proteger contra a inflação e a desvalorização monetária. O S&P 500 representa um investimento diversificado na economia americana, com foco na valorização a médio e longo prazo.

Cada um destes ativos pode ter um lugar relevante na carteira de um investidor, dependendo da sua tolerância ao risco, do seu horizonte temporal e dos seus objetivos financeiros.

Como investir na XTB pode ajudar na diversificação entre cripto e mercados financeiros

Num cenário financeiro cada vez mais dinâmico, saber diversificar tornou-se uma competência essencial para qualquer investidor.

A XTB oferece uma plataforma única que permite aceder tanto a criptomoedas como a ativos tradicionais, facilitando a construção de um portfólio equilibrado e adaptado a diferentes perfis de risco.

Através da plataforma xStation 5, os utilizadores podem negociar uma vasta gama de ativos, de moedas digitais a ações, índices, matérias-primas e ETF’s.

Esta variedade é particularmente relevante para quem pretende gerir a exposição ao risco, combinando, por exemplo, ativos mais voláteis (como criptomoedas) com ativos mais estáveis, como o ouro ou os principais índices bolsistas.

Além disso, a XTB disponibiliza ferramentas de análise técnica e fundamental, notificações em tempo real e um vasto conjunto de recursos educativos, incluindo webinars, eBooks e tutoriais, contribuindo, assim, para decisões mais informadas e para uma melhor compreensão dos fatores que afetam o desempenho dos diferentes ativos.

Outro ponto importante é a transparência: não há custos ocultos e a estrutura de comissões é clara, o que permite ao investidor focar-se no que realmente interessa: poupar, investir e negociar com confiança e controlo.

Para quem está a dar os primeiros passos ou procura uma plataforma intuitiva e robusta para acompanhar as tendências de mercado, a XTB representa uma solução eficaz para integrar tanto a inovação do mundo cripto como a solidez dos mercados financeiros tradicionais numa só estratégia.

Conclusão: as novas fronteiras do mercado cripto em 2026

O mercado de criptomoedas em ​2026 mostra-nos um ecossistema mais maduro, mas também mais exigente.

A inovação continua a ser o principal motor, com a inteligência artificial, a Web3, as finanças descentralizadas e a tokenização de ativos reais a abrirem caminho a novas formas de investimento. Ao mesmo tempo, a entrada de stablecoins e CBDC’s traz estabilidade e aproxima o universo cripto do sistema financeiro tradicional.

No entanto, este é um setor em que as oportunidades caminham lado a lado com os riscos.

A análise técnica e fundamental, a escolha criteriosa de projetos e a gestão equilibrada da carteira são mais importantes do que nunca, e é precisamente aqui que plataformas como a XTB assumem um papel central, ao oferecerem acesso a mercados diversificados, ferramentas avançadas e conteúdos que ajudam o investidor a tomar decisões com maior clareza e confiança. ​​

Em 2026, o cenário cripto consolida-se como mais maduro, mais regulado e mais conectado ao sistema financeiro tradicional. A tendência aponta para menos especulação e mais utilidade real, o que poderá beneficiar os investidores que acompanham o setor com espírito crítico, visão estratégica e informação atualizada.

Para quem procura investir, poupar e negociar de forma responsável, a XTB continuará a ser uma aliada sólida na exploração das novas fronteiras do mercado cripto.

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FAQ

Depende do perfil de risco de cada investidor. As novas criptomoedas podem oferecer elevado potencial de valorização, mas também apresentam maior volatilidade e riscos. Por conseguinte, é recomendável realizar uma análise cuidadosa de cada projeto antes de investir.

Procure projetos com utilidade real, equipas transparentes, tokenomics sustentáveis e comunidades ativas. Analisar o whitepaper, o roadmap e os parceiros envolvidos ajuda a avaliar se o projeto tem uma base sólida.

 

Em geral, sim. As criptomoedas tendem a ser mais voláteis do que ativos tradicionais, como ações ou ouro. No entanto, também podem oferecer oportunidades únicas, desde que integradas numa estratégia de diversificação.

Sim. Através da plataforma xStation 5, pode aceder a criptomoedas, ações, índices, matérias-primas e outras classes de ativos, tudo num só lugar, com ferramentas de análise e conteúdos educativos incluídos.

 

Os principais riscos incluem falta de liquidez, volatilidade extrema, modelos económicos insustentáveis e até fraudes. Por isso, é essencial investir com prudência, evitar decisões baseadas em hype e utilizar plataformas regulamentadas, como a XTB.

 

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Este material é uma comunicação de marketing na aceção do artigo 24.º, n.º 3, da Diretiva 2014/65 / UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 15 de maio de 2014, sobre os mercados de instrumentos financeiros e que altera a Diretiva 2002/92 / CE e Diretiva 2011/61/ UE (MiFID II). A comunicação de marketing não é uma recomendação de investimento ou informação que recomenda ou sugere uma estratégia de investimento na aceção do Regulamento (UE) n.º 596/2014 do Parlamento Europeu e do Conselho de 16 de abril de 2014 sobre o abuso de mercado (regulamentação do abuso de mercado) e revogação da Diretiva 2003/6 / CE do Parlamento Europeu e do Conselho e das Diretivas da Comissão 2003/124 / CE, 2003/125 / CE e 2004/72 / CE e do Regulamento Delegado da Comissão (UE ) 2016/958 de 9 de março de 2016 que completa o Regulamento (UE) n.º 596/2014 do Parlamento Europeu e do Conselho no que diz respeito às normas técnicas regulamentares para as disposições técnicas para a apresentação objetiva de recomendações de investimento, ou outras informações, recomendação ou sugestão de uma estratégia de investimento e para a divulgação de interesses particulares ou indicações de conflitos de interesse ou qualquer outro conselho, incluindo na área de consultoria de investimento, nos termos do Código dos Valores Mobiliários, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 486/99, de 13 de Novembro. A comunicação de marketing é elaborada com a máxima diligência, objetividade, apresenta os factos do conhecimento do autor na data da preparação e é desprovida de quaisquer elementos de avaliação. A comunicação de marketing é elaborada sem considerar as necessidades do cliente, a sua situação financeira individual e não apresenta qualquer estratégia de investimento de forma alguma. A comunicação de marketing não constitui uma oferta ou oferta de venda, subscrição, convite de compra, publicidade ou promoção de qualquer instrumento financeiro. A XTB, S.A. - Sucursal em Portugal não se responsabiliza por quaisquer ações ou omissões do cliente, em particular pela aquisição ou alienação de instrumentos financeiros. A XTB não aceitará a responsabilidade por qualquer perda ou dano, incluindo, sem limitação, qualquer perda que possa surgir direta ou indiretamente realizada com base nas informações contidas na presente comunicação comercial. Caso o comunicado de marketing contenha informações sobre quaisquer resultados relativos aos instrumentos financeiros nela indicados, estes não constituem qualquer garantia ou previsão de resultados futuros. O desempenho passado não é necessariamente indicativo de resultados futuros, e qualquer pessoa que atue com base nesta informação fá-lo inteiramente por sua conta e risco.