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ETFs de ações, obrigações e commodities: diferenças e objetivos

Os melhores ETFs para investir incluem três grandes categorias: ações, obrigações e commodities. Cada tipo tem objetivos, riscos e perfis distintos. Conheça as diferenças e invista com critério na XTB Portugal.

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Se procura modos de diversificar a sua carteira de forma acessível e com custos controlados, os ETFs encontram-se entre os melhores ativos para investir nos mercados financeiros.

Na XTB, uma plataforma desenvolvida para quem pretende investir, poupar e negociar com clareza e responsabilidade, encontrará uma vasta oferta de ETFs, de ações a obrigações, passando por commodities, adequados a diferentes perfis e objetivos.

No entanto, o que distingue, concretamente, um ETF de ações de um ETF de obrigações ou de commodities? Quais são os riscos e objetivos de cada categoria e como pode construir uma carteira mais equilibrada com base neste instrumento? Este guia responde a todas estas perguntas de um modo prático e informado.

O que são ETFs e porque são os melhores ativos para investir

Um ETF (Exchange-Traded Fund, ou fundo transacionado em bolsa) é um instrumento de investimento que agrupa um conjunto de ativos, como ações, obrigações ou matérias-primas, e replica o comportamento de um determinado índice ou mercado.

Tal como as ações, os ETFs são negociados em bolsa durante o horário de mercado, o que confere ao investidor maior flexibilidade e controlo do que os fundos de investimento tradicionais.

A popularidade crescente dos ETFs deve-se a um conjunto de características que os tornam especialmente apelativos para quem pretende começar a investir ou diversificar um portefólio de trading já existente:

  • Diversificação imediata: ao comprar uma única unidade de ETF, fica automaticamente exposto a dezenas ou centenas de ativos distintos, o que ajuda a reduzir o risco associado à concentração numa só empresa ou setor;
  • Custos reduzidos: a maioria dos ETFs tem gestão passiva, o que significa que replicam um índice, em vez de tentar superá-lo. Isto traduz-se em comissões de gestão significativamente mais baixas do que as dos fundos tradicionais;
  • Flexibilidade de negociação: podem ser comprados e vendidos a qualquer momento durante o horário de negociação, ao contrário dos fundos de investimento convencionais;
  • Transparência: a composição de um ETF é geralmente divulgada com regularidade, permitindo ao investidor saber exatamente em que ativos está a investir.

É, contudo, fundamental compreender que investir em ETFs envolve riscos. O valor de um ETF pode diminuir em função das condições de mercado, sem garantia de recuperação do capital investido.

Antes de tomar qualquer decisão, cada investidor deve avaliar cuidadosamente o seu perfil de risco, os seus objetivos financeiros e o horizonte temporal disponível.

Para quem está a dar os primeiros passos, a XTB disponibiliza, na sua plataforma xStation 5, um ETF Scanner que permite filtrar e comparar ETFs por região, tipo de ativo, política de dividendos e muito mais, revelando-se uma ferramenta útil para quem pretende investir em ETFs de um modo informado e seguro.

O que são ETFs de ações e como funcionam

Os ETFs de ações (equity ETFs) são o tipo mais comum desta categoria de instrumentos. Como o próprio nome indica, investem numa carteira de ações de empresas cotadas em bolsa, procurando replicar o desempenho de um determinado índice ou segmento de mercado.

Como funcionam na prática

Quando compra um ETF de ações, está a adquirir uma fração de um fundo que detém ações de múltiplas empresas.

Por exemplo, um ETF que replica o índice S&P 500 inclui ações das 500 maiores empresas cotadas nos Estados Unidos da América (EUA), de tecnológicas (como a Apple ou a Microsoft) a empresas de saúde, energia ou consumo.

Em vez de comprar individualmente cada uma dessas ações, o investidor acede a toda essa exposição através de um único produto.

Exemplos de categorias de ETFs de ações

Se quiser aprofundar este tema, a XTB disponibiliza um guia detalhado sobre os melhores ETFs que replicam o S&P 500, com análises por perfil de risco e tipo de política de distribuição.

Riscos a considerar

Os ETFs de ações estão diretamente expostos à volatilidade dos mercados bolsistas. Uma contração económica, um evento geopolítico ou uma crise setorial pode provocar quedas significativas no valor do fundo.

Adicionalmente, os ETFs denominados em moedas estrangeiras, como o dólar norte-americano, implicam também exposição ao risco cambial.

ETFs de obrigações: estabilidade e rendimento fixo na sua carteira

Os ETFs de obrigações (bond ETFs) investem em carteiras de títulos de dívida, também designados por “obrigações”, emitidos por governos, empresas ou municípios.

O seu principal objetivo é proporcionar ao investidor um rendimento mais estável e previsível do que o obtido através de ações, ao mesmo tempo que mantém as vantagens de liquidez e diversificação típicas dos ETFs.

Como funcionam os ETFs de obrigações

Quando um governo ou uma empresa necessita de financiamento, pode emitir obrigações, ou seja, instrumentos de dívida pelos quais se compromete a pagar juros periódicos (o chamado “cupão”) e a devolver o capital no final do prazo.

Um ETF de obrigações agrega um conjunto diversificado desses títulos, permitindo ao investidor aceder a este mercado sem ter de adquirir cada obrigação individualmente.

Tipos principais de ETFs de obrigações

  • ETFs de obrigações soberanas: compostos por dívida pública de países específicos ou grupos de países, como os Estados-membros da Zona Euro. Tendem a ser considerados mais seguros, mas oferecem rendimentos mais baixos;
  • ETFs de obrigações empresariais (corporate bonds): investem em dívida emitida por empresas privadas. Oferecem rendimentos potencialmente mais elevados, mas com maior risco associado à solidez financeira dos emitentes;
  • ETFs de obrigações de mercados emergentes: oferecem exposição à dívida de países em desenvolvimento, com rendimentos potencialmente mais atrativos, mas também com riscos geopolíticos e cambiais acrescidos;
  • ETFs de obrigações investment grade vs. high yield: os primeiros investem em dívida de emitentes com elevada notação de crédito; os segundos, em emitentes com maior risco de incumprimento, mas com rendimentos potencialmente superiores.

O papel das obrigações numa carteira

Os ETFs de obrigações são frequentemente utilizados como componente de estabilidade numa carteira diversificada, atuando como contrapeso à volatilidade das ações.

Numa fase de incerteza económica, as obrigações soberanas de países com elevada notação de crédito tendem a comportar-se de forma mais resiliente do que os mercados acionistas.

No entanto, os ETFs de obrigações não estão isentos de riscos. O risco de taxa de juro, isto é, a possibilidade de as taxas de juro subirem e reduzirem o valor das obrigações já emitidas, é um dos principais fatores a monitorizar.

Além disso, o risco de crédito (possibilidade de incumprimento do emitente) é especialmente relevante nos ETFs de high yield e de mercados emergentes.

Recorde-se que os resultados passados não são um indicador fiável de resultados futuros.

ETFs de commodities: como investir em matérias-primas sem comprá-las diretamente

Os ETFs de commodities (também designados por “ETCs”, ou “Exchange Traded Commodities”, quando se referem especificamente a matérias-primas) permitem ao investidor obter exposição ao desempenho de matérias-primas, como o ouro, a prata, o petróleo, o gás natural ou o trigo, sem ter de comprar, armazenar ou gerir fisicamente esses bens.

Como funcionam os ETFs de commodities

Estes fundos podem replicar o comportamento das commodities de duas formas:

  • Replicação física: o fundo detém efetivamente a matéria-prima subjacente (por exemplo, lingotes de ouro ou barris de petróleo armazenados em instalações seguras). Esta abordagem é mais comum em metais preciosos;
  • Replicação sintética: o fundo utiliza derivados financeiros, como futuros ou contratos de swap, para replicar o comportamento do preço da commodity, sem detê-la fisicamente. Introduz um risco adicional relacionado com a contraparte do contrato.

Principais categorias de ETFs de commodities

  • Metais preciosos: ouro, prata, platina e paládio. O ouro, em particular, é frequentemente visto como um ativo de refúgio em períodos de instabilidade económica ou geopolítica, embora o seu valor possa variar significativamente;
  • Energia: petróleo bruto (WTI e Brent), gás natural e outros derivados energéticos. São altamente sensíveis a fatores como a oferta e a procura globais, as políticas da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) e as tensões geopolíticas;
  • Metais industriais: cobre, alumínio, zinco. Tendem a refletir o nível de atividade económica global;
  • Matérias-primas agrícolas: milho, soja, trigo, café, cacau. Muito influenciadas por fatores climáticos e pela dinâmica da oferta e da procura a nível mundial;
  • ETFs de commodities diversificados: oferecem exposição a um cabaz de várias matérias-primas, reduzindo o risco de concentração numa única matéria-prima.

Vantagens e riscos específicos

A principal vantagem dos ETFs de commodities é a possibilidade de diversificar a carteira com ativos que, historicamente, tendem a apresentar uma correlação baixa ou negativa com os mercados acionistas, o que pode ajudar a suavizar a volatilidade global da carteira em determinados ciclos de mercado.

Por outro lado, as commodities são, regra geral, ativos de elevada volatilidade. Os seus preços podem sofrer variações abruptas em função de eventos climáticos extremos, crises geopolíticas, decisões de política energética ou alterações bruscas na procura global.

Trata-se, portanto, de um segmento que exige uma análise cuidadosa e uma tolerância ao risco adequada.

Qual é a melhor opção: comprar ações de uma empresa ou um ETF?

Homem a analisar gráficos de investimentos em duas telas de laptop
Yan Krukau/Pexels

Esta é uma das questões mais frequentes entre os investidores que dão os primeiros passos nos mercados financeiros, embora não exista uma resposta única.

A decisão depende do perfil de cada investidor, dos seus objetivos, do seu nível de conhecimento e da disponibilidade que tem para acompanhar os mercados.

Comprar ações de uma empresa

Investir diretamente em ações de uma empresa significa adquirir uma participação nessa empresa específica.

Se a empresa crescer e valorizar, o investidor beneficia dessa valorização; se registar perdas ou entrar em dificuldades financeiras, o valor do investimento pode cair significativamente ou até tornar-se nulo, no caso extremo de falência.

Pontos a considerar ao investir em ações individuais

  • Exige um acompanhamento mais regular da empresa e do setor em que atua;
  • O risco é mais concentrado. Uma má gestão, um escândalo corporativo ou uma mudança regulatória pode ter um impacto severo no preço de uma ação específica;
  • Permite uma exposição mais direcionada a empresas ou setores que o investidor considera com potencial, mediante análise própria ou de analistas financeiros;
  • A seleção individual de ações requer conhecimentos mais aprofundados em análise financeira.

Investir num ETF

Um ETF de ações, por sua vez, distribui automaticamente o investimento entre dezenas ou centenas de empresas, o que dilui o risco de concentração.

Pontos a considerar ao investir em ETFs

  • A diversificação é automática. Mesmo uma queda expressiva de uma empresa do índice tem um impacto limitado no desempenho global do ETF;
  • Os custos de gestão são, em geral, bastante inferiores aos de um fundo gerido ativamente;
  • Não é necessário analisar empresa a empresa, pois o investidor acompanha o comportamento do índice ou mercado subjacente;
  • Não é possível "bater o mercado" com ETFs passivos – o objetivo é replicar o índice, não superá-lo.

Uma visão equilibrada

Muitos investidores optam por uma abordagem combinada, como, por exemplo, uma base sólida em ETFs diversificados (como ETFs de índices globais) complementada, eventualmente, por posições em ações de empresas específicas.

Esta estrutura permite beneficiar de estabilidade e diversificação, sem abdicar da possibilidade de exposição mais direcionada.

Independentemente da opção escolhida, é essencial tomar decisões informadas, compreender os riscos envolvidos e nunca investir capitais que não pode predispor-se a perder.

Principais tipos de ETFs e para que perfil de investidor servem

Os tipos de ETFs disponíveis nos mercados são variados, pelo que conhecer as suas características permite identificar os mais adequados a cada perfil e a cada objetivo de investimento.

ETFs de índices (passivos)

Replicam o comportamento de índices de referência, como o S&P 500, o MSCI World, o Euro Stoxx 50 e o PSI-20. São geralmente os de menor custo e os mais populares entre os investidores a longo prazo que procuram acompanhar o desempenho médio do mercado.

Perfil adequado: investidores com horizontes a longo prazo, que privilegiam simplicidade, diversificação e custos reduzidos.

ETFs setoriais ou temáticos

Concentram-se num setor específico (tecnologia, saúde, energias renováveis, inteligência artificial) ou num tema de investimento. Permitem uma aposta mais direcionada, mas implicam maior concentração de risco.

Perfil adequado: investidores com conhecimento do setor em causa e disposição para aceitar maior volatilidade.

ETFs de obrigações

Conforme descrito anteriormente, oferecem exposição a carteiras de dívida pública ou empresarial. Embora sejam menos voláteis do que os ETFs de ações, oferecem rendimentos potencialmente mais baixos.

Perfil adequado: investidores mais conservadores, que procuram estabilidade e rendimento regular, ou que pretendem equilibrar a componente de ações da sua carteira.

ETFs de commodities

Permitem exposição a matérias-primas sem ter de as comprar fisicamente. São ativos tipicamente mais voláteis, mas podem funcionar como cobertura contra a inflação ou a desvalorização monetária em determinados contextos.

Perfil adequado: investidores com maior tolerância ao risco e interesse em diversificação além das classes tradicionais de ativos.

ETFs mistos ou multiativos

Investem simultaneamente em ações e obrigações (e, por vezes, noutras classes de ativos), numa proporção predefinida.

Os ETFs LifeStrategy da Vanguard são um exemplo popular desta categoria, existindo versões com diferentes rácios de ações/obrigações (20/80, 40/60, 60/40, 80/20).

Perfil adequado: investidores que pretendem uma solução "tudo numa só cesta", com diversificação automática entre classes de ativos.

Tipos de comissões de ETFs que deve conhecer antes de investir

Um dos aspetos mais frequentemente subestimados pelos investidores iniciantes é o impacto das comissões no rendimento líquido de um ETF ao longo do tempo. 

Por conseguinte, é fundamental compreender os diferentes tipos de custos associados para tomar decisões mais informadas.

TER: Total Expense Ratio (rácio total de despesas)

O TER é a comissão anual cobrada pela gestora do ETF para cobrir os custos de administração, gestão e operação do fundo.

Esta taxa já está refletida no preço diário do ETF, o que significa que não é cobrada separadamente ao investidor, mas afeta o rendimento de forma implícita.

Os ETFs de gestão passiva tendem a ter TERs muito baixos, frequentemente entre 0,07% e 0,30% ao ano.

Para efeitos de comparação, um fundo de investimento tradicional de gestão ativa pode cobrar entre 1% e 2,5% ao ano. Esta diferença, aparentemente pequena, tem um impacto considerável a longo prazo devido ao efeito dos juros compostos.

Dica prática: na plataforma da XTB, pode consultar o TER de cada ETF diretamente na ficha técnica do produto.

Comissão de corretagem

É a tarifa cobrada pela corretora por cada ordem de compra ou venda executada.

Na XTB, as transações em ETFs têm 0% de comissão para volumes mensais de até 100.000 €. Para volumes superiores a esse limite, aplica-se uma comissão de 0,2% (mínimo de 10 €).

Bid-Ask Spread (spread compra/venda)

O spread é a diferença entre o preço de compra (ask) e o preço de venda (bid) de um ETF em cada momento. Representa um custo implícito em cada transação.

Os ETFs com maior liquidez (volume de negociação mais elevado) tendem a ter spreads mais reduzidos.

Comissão de custódia ou manutenção

Alguns bancos e corretoras cobram uma taxa periódica pela guarda dos títulos em carteira. Este custo varia consoante a plataforma utilizada e deve ser verificado antes de escolher onde investir.

Custo de conversão cambial

Caso o ETF esteja denominado numa moeda diferente do euro (por exemplo, dólares norte-americanos), poderá incorrer em custos de conversão cambial aquando da compra ou venda. É importante verificar se o ETF disponibiliza uma versão cotada em euros para minimizar este custo.

Tracking Difference (desvio de replicação)

Embora não seja uma comissão no sentido estrito, a tracking difference é o desvio entre o desempenho real do ETF e o do índice que replica. Um ETF com uma elevada tracking difference negativa pode estar a gerar um retorno inferior ao do índice de referência, o que afeta o rendimento líquido do investidor.

Uma nota sobre a fiscalidade

Em Portugal, os rendimentos obtidos com a venda de ETFs e os dividendos distribuídos estão sujeitos a imposto. Para mais informações sobre este tema, consulte o guia da XTB sobre como declarar investimentos no IRS em Portugal.

Como começar a investir em ETFs na XTB

A XTB é uma corretora regulada com sucursal em Portugal que oferece acesso a uma ampla oferta de ETFs de ações, obrigações e commodities que podem ser negociados através da plataforma xStation 5, disponível nas versões web, desktop e aplicação móvel.

Para quem pretende explorar os melhores ETFs para investir e descobrir como funcionam, a XTB também oferece uma conta demonstrativa gratuita, que permite testar a plataforma e estratégias sem qualquer risco financeiro.

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FAQ

Os ETFs de ações replicam índices ou carteiras compostas por ações de empresas cotadas em bolsa, estando diretamente expostos à volatilidade dos mercados acionistas. Os ETFs de obrigações, por sua vez, investem em títulos de dívida emitidos por governos ou empresas, tendendo a apresentar menor volatilidade, mas também rendimentos potencialmente mais baixos.

 

Sim. Os ETFs de commodities, ou ETCs (Exchange Traded Commodities), permitem obter exposição ao comportamento de matérias-primas, como o ouro, o petróleo ou o cobre, sem necessidade de adquiri-las ou armazená-las fisicamente. Esta exposição pode ser obtida através de replicação física (o fundo detém o ativo) ou sintética (o fundo utiliza derivados financeiros).

 

Os principais custos associados a um ETF incluem: o TER (Total Expense Ratio), que é a comissão anual de gestão já refletida no preço do fundo; a comissão de corretagem cobrada pela plataforma por cada ordem executada; o spread compra/venda, que representa o custo implícito de cada transação; eventuais custos de custódia; e, se aplicável, custos de conversão cambial.

 

Não existe uma resposta única. Investir em ações individuais permite uma exposição mais direcionada a uma empresa ou a um setor específico, mas implica maior risco de concentração. Os ETFs oferecem diversificação automática e custos de gestão mais reduzidos, mas não permitem "superar o mercado" no caso dos ETFs de gestão passiva.

 

Em geral, não. As commodities são ativos que tendem a apresentar elevada volatilidade e a serem sensíveis a fatores como tensões geopolíticas, alterações climáticas ou variações abruptas na oferta e na procura globais. São mais adequados a investidores com maior tolerância ao risco e que pretendem diversificação além das classes tradicionais de ativos.

 

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Este material é uma comunicação de marketing na aceção do artigo 24.º, n.º 3, da Diretiva 2014/65 / UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 15 de maio de 2014, sobre os mercados de instrumentos financeiros e que altera a Diretiva 2002/92 / CE e Diretiva 2011/61/ UE (MiFID II). A comunicação de marketing não é uma recomendação de investimento ou informação que recomenda ou sugere uma estratégia de investimento na aceção do Regulamento (UE) n.º 596/2014 do Parlamento Europeu e do Conselho de 16 de abril de 2014 sobre o abuso de mercado (regulamentação do abuso de mercado) e revogação da Diretiva 2003/6 / CE do Parlamento Europeu e do Conselho e das Diretivas da Comissão 2003/124 / CE, 2003/125 / CE e 2004/72 / CE e do Regulamento Delegado da Comissão (UE ) 2016/958 de 9 de março de 2016 que completa o Regulamento (UE) n.º 596/2014 do Parlamento Europeu e do Conselho no que diz respeito às normas técnicas regulamentares para as disposições técnicas para a apresentação objetiva de recomendações de investimento, ou outras informações, recomendação ou sugestão de uma estratégia de investimento e para a divulgação de interesses particulares ou indicações de conflitos de interesse ou qualquer outro conselho, incluindo na área de consultoria de investimento, nos termos do Código dos Valores Mobiliários, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 486/99, de 13 de Novembro. A comunicação de marketing é elaborada com a máxima diligência, objetividade, apresenta os factos do conhecimento do autor na data da preparação e é desprovida de quaisquer elementos de avaliação. A comunicação de marketing é elaborada sem considerar as necessidades do cliente, a sua situação financeira individual e não apresenta qualquer estratégia de investimento de forma alguma. A comunicação de marketing não constitui uma oferta ou oferta de venda, subscrição, convite de compra, publicidade ou promoção de qualquer instrumento financeiro. A XTB, S.A. - Sucursal em Portugal não se responsabiliza por quaisquer ações ou omissões do cliente, em particular pela aquisição ou alienação de instrumentos financeiros. A XTB não aceitará a responsabilidade por qualquer perda ou dano, incluindo, sem limitação, qualquer perda que possa surgir direta ou indiretamente realizada com base nas informações contidas na presente comunicação comercial. Caso o comunicado de marketing contenha informações sobre quaisquer resultados relativos aos instrumentos financeiros nela indicados, estes não constituem qualquer garantia ou previsão de resultados futuros. O desempenho passado não é necessariamente indicativo de resultados futuros, e qualquer pessoa que atue com base nesta informação fá-lo inteiramente por sua conta e risco.